A salvação que gera o caos
7 O refugio
Notas iniciais
Narrado Por Christopher
Depois de um pouco tempo da van ter se afastado do shopping, todos que estavam do lado de trás não comentavam nada, ficou um silencio muito perturbador, e o silencio me incomodava os únicos que estavam normais eram Reydo Tim e Reydo não falavam nada, só falavam se nós falássemos com eles, pelo menos comigo Reydo falava normalmente, mas naquele momento ele se isolo mais ainda. Não aguentei e disse – o que e isso gente? – dizia isso enquanto balançava a mão – alguém? – e ninguém respondeu ate o momento que Hugo pergunta:
Hugo: o que é? – disse Hugo com uma cara de que ele queria sair desse clima pesado.
Christopher: e uma borboleta voando – fiquei esperando uma risada de Hugo, mas quem riu foi Fabio e de gargalhar.
Beth: e... Chris entendo o que você quer fazer, mas... — pede se calou olhado tristemente para baixo
Reydo: e galera, acho que não devemos ficar pra baixo, nossas lagrimas não os trará de volta. Podemos lamentar, mas não podemos viver com isso.
Fiquei espantando, Reydo disse tudo o que eu queria dizer, tudo o que eu pensava. Depois de Reydo dizer isso Hugo se levantou e disse – e isso ae, como o Chris tinha dito antes, precisamos de um forte, um refugio! – fiquei animado com Hugo trazendo a minha ideia de volta e se empolgando com a ideia, chamei todos e conforme o tempo todos se interessaram e estavam conversando a respeito do nosso “refugio”, e então fomos para uma delegacia, pegamos muitas armas, e fomos para um conjunto mais ou menos grande próximo de um hospital.
Foi um tempo muito desgastante, usamos ônibus e caminhões para começarmos a fazer as barricadas, usamos os automóveis como apoio e do outro lado um grupo composto por eu, Reydo, Maggie, Tim, Hugo e Fabio. Nós chamávamos a atenção dos zumbis para longe, enquanto uma equipe composta por os outros amigos e sobreviventes que encontramos enquanto estávamos construindo os muros. Depois de um tempo conseguimos 119 sobreviventes, contados com o meu grupo que nós nomeamos como “Zombies Hunters” um nome simples, mas conseguimos moral e uma base que dávamos para ver a rua e vários zumbis nos muros, com alguns sobreviventes eu resolvi que nós deveríamos sair para arrumar sobretudos como uniforme, eu estava no terraço e me veio essa ideia na mente então desci e fui em um cômodo onde Reydo treinava com uma bastão como se fosse uma catana, Beth socava um saco de areia e Tim dormia no canto, comecei a procurar por Maggie, ela se escondeu e depois pulou nas minhas costas, eu a virei e a coloquei no chão e fiquei a encarando com o rostinho colado no dela e disse
Christopher: e assim que se faz com meninas malvadas que pulam nas costas do namorado – ameacei a beija-la.
Maggie: e me ensine mais – ela me beijou e então mãos aqui, mãos ali, ficamos agarradinho ate que Hugo apareceu e me deu uma porrada na cabeça e disse
Hugo: respeite os outros vocês dois, vocês podem transar depois a vontade, quando não estiver ninguém por perto e no mesmo cômodo.
Christopher: foi mal, você sabe do nada sobe uma coisa – disse isso dando um sorrisinho meio sem graça.
Hugo: e sei muito bem o que sobe, mas fala pro mine Chris ir dormi, ninguém que ver um caroço da sua calça chamando a atenção – dizia Hugo meio puto.
Christopher: pode deixar – me levantei e continuei dizendo – pessoal! Cheguem mais perto, eu to com uma ideia aqui! – todos param o que estavam fazendo e me deram a atenção, então continuei a dizer – o que vocês acham de nós conseguirmos uns sobretudos e eu fazer umas estampas atrás e usarmos como nosso uniforme dos “Zombies Hunters”?
Hugo: to dentro
Maggie: vamos!!
Fomos e com muita sorte não tivemos nenhuma desavença, pegamos muitos sobretudos em uma loja de roupas e voltamos para nosso Q.G., eu fiz estampas atrás e cada um escolheu na base de seu gosto. Colocamos o sobretudo e fomos para o lado de fora, só tinha apenas 2 semanas de termos terminados os muros e então ate ali ainda não havia nenhum líder, e perante meio grupo eu era o líder sem ao menos me consultar. Fomos para o centro da nossa mine cidade e no microfone anunciei
Christopher : “Atenção todos, por favor comparecer ao centro da nossa mine cidade” – as pessoas estavam chegando conforme o tempo, eu estava em cima de um palco. Depois de certo tempo todos chegaram no centro então anunciei – e já se faz 2 semanas do nosso termino dos muros e com o tempo estamos ficando sem mantimentos, e para deixar bem claro eu e meu grupo somos os Zombies Hunters, nós estaremos responsáveis de fazer as escalas de vigias aos muros e também para sair em busca de mantimentos e outros sobreviventes... – um homem me interrompeu dizendo
??: eu sou um militar e maior de idade, quem e você para querer mandar em nós?
Christopher: eu não sou nada, só disse uma coisa que já tínhamos planejados já que nós que fundamos esse local... – Reydo me interrompeu
Reydo: ele e o líder, ele e o que mais entende em questão de zumbis, se fosse por mim todos vocês estariam mortos, mas para o Chris ele acha que nós devemos nos unir e tentar manter a humanidade viva – disse Reydo com uma cara de ira, o homem respondeu – acho que seria melhor se fosse uma democracia, não concordo que um garoto esteja no poder! – depois dele dizer isso Reydo saiu correndo em sua direção e parou a catana em seu pescoço e disse – irei matar todos aqueles que forem contra nós, Chris teve a piedade de ajudar você e e assim que você o agradece! – não aguentei e disse
Christopher: Reydo! Essa e a opinião dele e devemos respeita-lo – olhei para o homem e o vi que ele estava apavorado e soando frio, Reydo guardou sua catana e deu as costas para o homem, uma mulher no meio da multidão Gritou “ esse garoto já me salvou e por isso que estou aqui e é por isso que voto nele” depois outro disse “ eu também!” e assim choveu muitos “eu também”. Fiquei um pouco contente e então eu disse
Christopher: os Zombies Hunters ira depender de todos que quiseram participar dessa organização, mas o grupo de caçadores do lado fora será eu, Reydo, Maggie, Tim, Hugo, Fabio e Beth — Todos aplaudiram e voltei a dizer – por favor me ajudem em questão de mantimentos, nós iremos buscar agora mesmo. Roupas, comidas e etc.. Então sempre que precisarem de algo, vocês podem ir para nosso Q.G. e providenciaremos pra vocês, estamos entendidos? – todos responderam com um “sim” e eu dispensei todos. Dois homens vieram falar comigo depois do discurso um com a aparência mais velha disse – meu jovem, prazer me chamo Neil, e este aqui e Stan. Nós somos físicos e pretendemos fazer um reator de energia para a cidade a base eólica – me empolguei e respondi – mais e claro que você pode fazer isso! Faça uma lista de equipamentos e na próxima saída nossa próxima iremos trazer os materiais.
Me separei deles e fui na direção do meu grupo, eles estavam e um caminhão e estavam que preparamos com placas de metais na frente e nos lados e colocamos espinhos nas rodas.
Fabio esperava na porta, ele se tornou o nosso piloto, ele e o que mais entende de carros entre nós então nada mais justo o deixando para dirigir, Reydo estava isolado ouvindo musica, Tim e Maggie conversavam e Hugo e Beth também estavam conversando. Eu me aproximei e Tim e Maggie vieram para o meu lado, dizendo.
Maggie: Chris o que aconteceria se nós fomos encurralados? – disse Maggie com o dedo coçando a testa
Christopher: e e... só podemos saber disso na hora – abracei Maggie e fomos na direção do caminhão, abri a porta traseira entrei e por ultimo Reydo ele fechou a porta, Fabio entrou e disse – estamos partindo! – ficou eu Maggie, Tim, Hugo e Beth conversando enquanto Reydo ficava do outro lado com a sua catana entre as suas pernas e a outra na costas, me senti incomodado com Reydo se isolando. Ele não era assim, por que esta assim?
Antes que eu fizesse algo Maggie foi ate ele e o cutucou na perna dizendo – ei Reydo você ta bem? – Maggie sentou no seu lado, e todos nós paramos pra ver qual seria a resposta de Reydo. E ele respondeu
Reydo: só estou com muito sono eu não dormi direito, acho que vo precisar ficar descansado para pode ajudar – o caminhão saiu do nosso forte e fomos para uma distancia de 20 minutos andando do forte, era um mercado, descemos e fomos surpreendidos com uma infeliz surpresa!
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