A saga crepúsculo - Lua azul

11 Capítulo 11 - Déjà-vu ou...? Sonho?


Notas iniciais
Oi meus amores, estou de volta.
Bom, está ai mais um capítulo. Por favor, não me matem, eu não estava muito inspirada (ainda não estou, pelo menos, não para esse capítulo) então não sei se posso considerá-lo o melhor. Me perdoem, podem me xingar eu tenho certeza que vou merecer Y-Y Tentarei fazer melhor no próximo... Realmente, foi difícil.
Beijos meus leitores, espero que possam me perdoar.
Talvez até tenha saido bom não é verdade? vai saber, só lendo para descobrir mesmo, eu estou escrevendo como se fosse o fim do mundo '-' rs enfim...

O céu estava trocando seu tom azul por um púrpura leitoso, o sol escondido entre as árvores. Fazem apenas poucos minutos que recebemos a mensagem de que teria uma reunião em La Push. Isso atrapalhou os planos que Jake e eu montamos depois do pouco romance que houve, mais tudo bem. Seguimos para a praia gelada, não demorou muito para encontrarmos um grupo de garotos sem camisas, todos sentados em um tronco de árvore quebrado e algumas pedras acizentadas. Quando chegamos mais perto do grupo senti um calafrio percorrer meu corpo, parece que tem alguma coisa errada aqui. O quanto mais rápido eu descobrir melhor.

Jake e eu sentamos na pedra mais próxima, ficamos cercados por Quil e Jared – Jared do meu Lado e Quil ao do Jacob. – Leah, Sam e Paul tiveram que ficar com a segunda opção de acomodamento. Leah estava com seus cabelos negros presos, Os garotos estavam sem camisa e Jacob estava ao meu lado com sua blusa Azul marinha, e Seth... Simplesmente não comparecerá. Por que isso me é tão... Familiar?

Alguns minutos de silêncio vieram a tona, Leah já estava revirando os olhos.

– Por que a reunião Sam? – Jared arriscou.

– Porque encontramos ele. – Sam olhou para Paul, ele assentiu com a cabeça.

– O... Assassino? – Leah perguntou.

– Sim, Paul e eu conseguimos rastreá-lo – Sam encarou Jake e voltou os olhos para Leah. – Ele está em Olympia.

– Olympia? – Leah engasgou – Por que ele iria para Olympia?

– Não sei Leah. – Sam respondeu – Talvez ele quisesse fugir. Quem não iria? Depois de ver mais de cinco lobisomens?

– Ele não parecia com medo. – Jared interrompeu – Ele matou leões da montanha Sam! Por que teria medo de nós?

– Mas por que Olympia? – Leah protestou, ignorando o Jared. – É tão perto! Assim fica muito fácil.

Não pode ser...

– Você queria algo difícil Leah?! – Jake perguntou.

– Não, eu só queria um pouco mais de emoção. – Ela zombou.

– Eu queria ver você dizer isso se fosse baleada. – Ele rebateu.

Isso não pode estar acontecendo... Pode?

– Iremos amanhã – Sam disse por fim. – Eu, Jake, Jared, Quil, Paul e Leah.

Déjà-vu ou...? Futuro?

– Leah, tem certeza que o Seth não vai? É uma grande chance para ele.

– Ele não quer, Seth acha que essa caçada não vai ter bons resultados. Tentei convencer que é apenas uma caçada comum mais ele teima em discordar.

Isso é... O Sonho é... Prevenção do futuro?

– Nessie? – Jake sussurrou próximo ao meu ouvido. – Você ta bem?

– Hãn? – Senti minha cabeça girar, logo olhei para ele, espantada. – Po-Por que a pergunta?

– Você está suando. – Passei a mão na minha testa, ele estava certo. – Alguma coisa te incomodou?

– Eu...

– Jake, você quer mesmo ir? Não acha que é meio arriscado? – Ouvi uma voz ecoar, era o Quil.

– Claro que vou! – Jake quase foi brusco, mais manteve o controle. – Tenho contas a acertar com ele.

– Então está resolvido! – Sam levantou – Sairemos de manhã, tudo bem?

– Tudo bem! – Jared e Quil responderam em coro, Paul penas assentiu com a cabeça, Leah o ignorou e Jake estava voltado para mim.

– Tem certeza que está tudo bem? – Jake insistiu pegando a minha mão. – Está gelada. – Ele voltou, seus olhos aos meus. – Nessie...

– Eu... Se... Se eu pedisse para que você não fosse, me ouviria?

– Não sei... Talvez?

– Talvez não basta – Murmurei. – Será que eu posso falar com você depois? – Levantei bruscamente quase tropeçando no meu próprio pé. – Eu preciso falar com uma pessoa.

– Tudo bem – Ele parece calmo. – Beijei o canto da sua boca ignorando quem estivesse perto, mais acho que todo mundo já partirá.

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Andei de um lado para o outro, atordoada. Estou em frente da casa do Seth e da Leah. Não me dei de cara com ela, talvez Leah não tivesse tomado o rumo de casa, talvez... estivesse procurando respostas sobre Andrew como eu procuro respostas para o que acabará de acontecer.

Me aproximo da porta. Quando estive preste a girar a maçaneta Seth apareceu, seus olhos inchados, seu cabelo negro bagunçado.

– Você está péssimo! – Falei.

– Obrigado. – Ele sorriu, ironicamente. – Eu estava dormindo.

– Por isso não foi na reunião? – Perguntei abaixando os olhos.

– Não. – Ele murmurou entrando novamente na casa, eu o segui fechando a porta. – Não fui porque eu acredito em você.

– Sobre meus sonhos? – Eu o encarei, os olhos um pouco baixos.

– Sim.

– Eu vim por causa disso. – Me encostei na porta de madeira. – Por causa dos meu sonhos.

– O que houve? teve mais algum? – Ele se aproximou, dava para sentir o seu hálito de dentes recém escovados.

– Sim, eu tive outro sonho, um no qual eu estava sozinha e... recebi uma carta no qual dizia "Não estou de brincadeira! Eu posso ser mais perigoso do que você pensa" – Suspirei. – Mais não é sobre esse sonho que vim conversar. – Olhei nos seus olhos ainda injetados de sangue. – É... esse sonho.

Passei minha mão direita entre suas bochechas quentes. A cena do sonho foi passada para o seu cérebro e logo em seguida a cena de minutos atrás.

– Entendeu? – O encarei.

– E-Eu, isso... Isso é possível? – Ele estava pálido. – Não acha que possa ser apenas déjà-vu?

– Eu não sei mas... Se isso aconteceu, o meu sonho anterior também pode acontecer. Quero dizer, eles podem... – Não consegui terminar a frase, dizer que eles podem... morrer é... – Você entende meu ponto de vista Seth? – Ele confirmou que sim com a cabeça.

– Como vamos tentar impedir isso? – Seth perguntou esfregando seu olho esquerdo. – Eles quase nunca me ouvem, não acho que posso fazer algo.

– Não vamos impedir. – Uma brisa passou pela janela fazendo com que meu corpo estremece-se.

– Desculpe? – Ele arregalou os olhos. – Não entendi.

– Não vamos impedir, deixaremos eles irem. – Uma lágrima escorregou pelo meu rosto. – Como vamos impedi-los? – Abracei o garoto, mais lágrimas descendo pelo meu rosto. – Não quero que ninguém morra sabendo que eu posso fazer alguma coisa!

– Você já tentou mostrar isso para o Jake? – Ele perguntou. – Já tentou falar para ele sobre os sonhos?

– E-Eu não acho que devo – Solucei – Se meus pais não acreditam, por que o Jake acreditaria?

– Eu acredito, porque o Jake não acreditaria? – Ele perguntou me soltando, seu sorriso no rosto.

Notas finais
Bom, talvez eu tenha uma esperança não é? Talvez vocês tenham gostado... Então... deixem nos comentários. Se for para me chingar, manda M.P rs. Até logo!