Notas iniciais
gente me desculpem pelo atraso de novo espero que gostem. Finalmente Troy, o personagem que criei ira aparecer !!!! Ele é representado pela imagem do garoto abaixo, não me recordo o nome dele, mas foi o que representou o filho de Malfoy em Harry Potter !!!

– Agora arrancarei as suas cabeças, sei que é o único jeito de matar seres como vocês – a voz de Harry era assustadora.

Eu já estava pensando no meu fim e de minha família, quando de repente sinto Renesmee apertando as minhas mãos com as suas, junto desse gesto as seguintes palavras saíram de sua boca :

– Chegou a hora de eu mesma protege – la mãe

Ao termino das palavras uma enorme luz brilhante iluminou completamente o lugar, as minhas mãos coladas nas dela começou a formigar do nada. Sentia meu corpo perdendo toda a dor e o cansaço. Renesmee então se levantou, e ainda com as mãos dadas ela as ergueu no ar. Toda a exaustão que me cobria sumiu de uma maneira que não sabia explicar. Ela se afastou de mim, foi ate seu pai e fez à mesma coisa, Edward se levantou em seguida, como se nada tivesse acontecido.

Ficamos a frente do inimigo um do lado do outro ainda sem saber o que estava acontecendo, olhei para minha filha, seus cabelos castanhos flutuavam no ao, sua expressão em sue rosto era de bravura, olhava fixamente ao homem em nossa frente. Edward olhou – me então, ele também não fazia idéia do que estava acontecendo.

O homem pareceu confuso. Foi quando o carro dos Cullen derrapou sobre o gramado de nossa casa. Estavam todos la, Alice, Jasper, Rosalie, Emmet, Carlisle e Esme. Todos eles foram em direção a Harry, e por mais incrível ele desviou de todos os golpes. Seus olhos agora eram de raiva, seguido disso ele abriu a boca dizendo as seguintes palavras :

– Nos veremos em breve VAMPIROS

E por fim partiu. Assim que tudo acabou Renesmee literalmente caiu no chão, como se fosse de exaustão. Carlisle me disse para ter calma, ele sabia o que tinha acontecido.

– Renesmee finalmente descobriu seus verdadeiros poderes – confirmou Carlisle

– Seus poderes ? – perguntei confusa

– Sim, é um dom raro, eu mesmo nunca vi um vampiro pessoalmente com ele, sua filha tem o dom de curar os ferimentos. Ela pode curar uma pessoa quase morta que essa pessoa voltara à vida, claro que nem sempre funciona mais é um dos melhores poderes de um vampiro.

Ao ouvir as explicações de Carlisle olhei para minha filha e comecei a derrubar as malditas lagrimas em meu rosto. Não pude acreditar alem de ela ter desvendado seus poderes como vampira, era um dom extraordinário.

Roselie tentava me acalmar, enquanto Carlisle cuidava de minha filha. Os Outros Cullen foram embora.

Tempo depois perguntei ao pai de Edward se ele conhecia o tal caçador de vampiros, como suspeitava ele não fazia idéia, apenas tia ouvido rumores de que eles existam, mais não sabia que eles tinham podes.

Duas horas e meia se passaram lentamente para Renesmee conseguir acordar. Ao levantar – se ela não se lembrava de nada do ocorrido, contei então tudo a ela. Assustada ela me perguntou :

– Poderes ? — mais e nãos lembro como usa – los, se quer consigo lembra – me do humen de preto de que você falou.

Por um lado fiquei feliz de ela não lembrar, seria melhor deixar aquela horrível cena para la. Após ela se recuperar por completo, Edward, juntamente a mim e Renesmee, fomos levar Carlisle e Rosalie para casa. Edward não falou nada o caminho inteiro. Perguntei a ele por que estava assim, mas ele apenas virou – se para mim e deu outro sorriso estonteante, depois não voltei mais no assunto.

Assim que chegamos à casa dos Cullen, Carlisle nos disse que iria pesquisar um pouco mais sobre os caçadores de vampiros. Percebi no tom de sua voz que ele estava ainda mais repugnado com a situação, logo lembrei que a nossa família protege uns aos outros.

Voltamos então para casa e Renesmee pegou no sono. Fui para o quarto tentar me recuperar do susto, mais tudo que estava em minha mente era as seguintes palavras ‘’ Nos veremos em breve VAMPIROS ‘’ isso me assustava ainda mais, nos vampiros temos uma forca inigualável, nem mesmo uma tropa de trilhões de humanos, seria capaz de nos derrubar, mesmo assim aquele homem superou tudo, ate meu escudo, que era inquebrável mesmo para os Volturi, sim os supremos de nossa raça. Fiquei ali pensando será que eles sabiam do tal do Harry Red, pensei ate mesmo na hipótese de todos trabalharem juntos, mas isso fugiu rápido da minha cabeça, pois se ele é um caçador, também não deixaria os Volturi vivos.

Fiquei imóvel por horas, apenas revirando minha mente quase vazia de tudo aquilo, nem notei as horas do relógio passarem. Edward do nada apareceu em minha frente, estava sem camiseta e a calça com o zíper semi – abertos, ele sorria, estava tão sedutor que se meu coração ainda estivesse batendo eu teria um infarto. Retribui – o. Levantei tirando meu sutiã velho do meu busto, ele terminou de arrancar minhas, me deixando completamente calças e depois às dele. Edward me jogou com uma força extrema na cama, ela se quebrou por completo, mais nem liguei, não conseguia tirar os olhos daquele corpo perfeitamente esculpido. Ele parou de repente.

– O que houve ? – perguntei

– Me desculpe – ele retrucou

– De que? – perguntei novamente sem ter o mínimo de idéia do que se tratava

– Não pude proteger você e Renesmee daquele homem – murmurou Edward, com a voz triste, e com uma pequena lagrima de culpa saindo dos olhos negros de sede dele.

– Eu já disse, se for para morrer que seja ao seu lado – não se culpe fomos pegos de surpresa, nem ao menos sabemos de onde ele vem e que vai fazer.

Ainda com o rosto de tristeza puxei seu pescoço ate encostar-se a minha boca. Mordi-o, acho que meio bruscamente, sempre nossas pernas se massageavam, espremidas uma com a outra. A janela estava aberta, pude sentir meus cabelos voando para trás. Segurei firme no lençol com as palmas da mão, já estava excitada naquele momento, e ele também, eu sem lembrar que Renesmee poderia ouvir, gemia auto, Edward ate mesmo na hora de fazermos amor, me acariciava a todo minuto, era cuidadoso, ele esquecia que agora eu também era uma vampira. A excitação continuava a flor da pele todo momento. Aquela noite foi simplesmente, convictamente curta para tanto desejo de ambos os lados.

O sol da manha nos fez parar, minha cabeça latejava, meus pés estavam pesados, não percebi que a posição que estava na noite anterior não era das melhores, eu e Edward nos vestimos de vagar, sem interesse algum de acabar com aquilo tudo, eu coloquei minha camiseta preta e amarela com uma flor vermelha enorme estampada, foi outra escolha da Alice, e um shorts jeans, meio curto, comparando com os que costumava usar no verão no Arizona com minha mãe. Já ele vestiu – se com uma blusa sem manga cinza, deixando a amostra seus perfeitos braços, e por fim sua calça jeans e seu tênis all star.

Descemos a cozinha para preparar algo para Renesmee comer, mas nos assustamos com ele já de pé em frente a mesa desarrumada em que saboreava uns pedaços de bolo de cenoura com mel, e torradas com mostarda e maionese sem sal.

– Já cedo acordada filha ?

– Jacob me convidou para buscarmos Sam e seu primo Troy Parker no aeroporto

– Troy ?

– Sim é o primo do Sam uley, morava em Londres e vai se mudar para Forks, ele também é um lobisomem

– Nossa, outro morador para a pequena Forks, mais se mudar de Londres para cá é idiotice

– É que ele queria treinar mais como Quileute com o Sam e os outros – bom vou indo então, acabei de escutar a moto de Jacob ai na frente, ate mais mãe, tchau pai

– Ate filha volte logo

– E não o beije – Edward disse para provoca – la

Renesmee estava radiante usava uma jaqueta de couro feita pelo Jacob e uma calça azul claro, e claro seus brincos de esmeralda que Edward deu a ela.

POV – RENESMEE

Jacob estava sentado na moto em frente a minha casa, estava lindo, nem acredito que estava chamando ele de lindo, o que um simples beijo não faz.

O vento batia sobre meu rosto enquanto estávamos na estrada , não conhecia aquele lugar em que passávamos nesse momento, era frio e sombrio, mas o corpo de Jacob me esquentou rapidamente. A estrada foi longa de mais, eu ainda não tinha ‘’acordado’’ direito e ainda segundo na cintura dele me dava mais sono. Ele me olhava a todo momento para ver se estava segura. Pude perceber a ansiedade dele em ver Sam, e eu também. Antes de perseguiremos fizemos uma pausa em um posto de gasolina, enquanto eu ia no banheiro de la, todo sujo e nojento claro, Jacob abastecia e revisava a moto para ver se via algum defeito.

Muito tempo se passou, pelo menos para mim. Por fim chegamos ao aeroporto, era enorme. Tivemos que esperar mais duas horas e meia para o avião deles chegarem.

Logo ao fim da tarde, a aeronave pousa na pista. As portas de desembarque se abrem em fim, eu já não agüentava de tanto mistério em conhecer esse tal Troy. Pude ver de longe, em meio de umas cem pessoas as pernas grossas de Sam, ao seu lado outras das pernas, só que eram finas, ao chegarem mais perto meu coração parou do nada, um garoto loiro de olhos azuis, dentes brancos brilhantes, lábios levemente rosados, pele clara, e por fim seu cheiro, era um cheiro marcante de rosas vermelhas, e o calor de seu corpo pude sentir de longe. Assim que Sam e ele viram Jacob, houve os comprimentos merecidos depois da viajem, Sam me cumprimentou também, e por fim Troy se virou para falar.

– Olá, prazer, me chamo Troy Parker

Sua voz era angelical, meu coração disparado, minhas pernas bambas, simplesmente não consegui abrir minha boca para retribui – lo. Apenas me senti tonta, cambaleei e cai desmaiada no chão do aeroporto.