A rosa

1 Capítulo 1 "O viajante"


Notas iniciais
O início da jornada de nosso viajante começa aqui, confira!!!

Sem água, comida ou lar, sem esperanças para o amanhã, até mesmo para o agora estava difícil de mantê-la.

Seus pés estavam sangrando, de tanto andar no deserto, um deserto que parecia infinito. A mula que o acompanhava no início, morreu no terceiro dia, e sua carne mal foi aproveitada. As coxas e a costela apenas, era o que sua força poderia carregar.

Deixou sete irmãos, sua mãe e um velho tio. O tio entrou na casa um ano depois da morte de Matheus Johnson seu pai.

Seu pai morreu quando tinha 12 anos, sua mãe ficou depressiva, começou a fumar e a beber (em pouca quantidade) isso impressionou toda a família. Um ano depois, tio Jimmy começou a morar com eles e aos poucos começou a gostar da Margo, e se casaram.

Jimmy Johnson (o tio) se casou com Margo Hurt (sua mãe) e teve mais três filhos. Ele era o filho do meio entre Cristian o mais novo e o mais velho Lucca.

No deserto, de suas três jarras sobraram apenas um copo, e pelo visto teria de completar sua primeira semana.

Em poucas horas o céu escureceu, e no meio do mar de areia ele montou seu acampamento, acendeu uma pequena fogueira, deveria estar uns sete graus Celsius, e dormiu em cima de seu saco cheio de tralhas, que agora já estava duro e pequeno para sua cabeça, bom suas últimas 3 noites foram iguais.

Quando acordou ainda com os olhos semicerrados viu uma sombra. Algo muito estranho para um deserto. E forçando mais ainda os olhos sonolentos viu que parecia uma mulher, ou melhor um homem consideravelmente baixo e com os cabelos gigantes. Levantando a cabeça, com dificuldade por causa da dor que sentia no pescoço (ele que estava começando a se acostumar), e também pela claridade excessiva do sol, viu o homem que fazia a sombra.

– Quem e você!

– Serei o homem que te salvará da morte agoniante do deserto- sua voz era roca e calma- precisa de ajuda para se levantar?

Ele até tentou se levantar sozinho, mas estava fraco demais para se quer mexer a perna.

– Se puder me ajudar, estou muito fraco para fazê-lo sozinho.

O homem se aproximou e ficou um pouco maior a sua visão de baixo para cima, ergueu sua mão e ajudou-o sem problema.

– Precisa de água ou comida homem?

– Um gole d’água por favor.

O homem andou para trás e sumiu. Um tempo se passou e:

– Desculpa a demora viajante. Pode se desfrutar de todo um jarro cheio.

Depois de beber e de guardar o jarro para si os dois começaram a andar, uns dois minutos de distância começaram a ver um belo cavalo e uma égua ao lado.

– Irei na égua.

– Não, você ficara em meu cavalo, seu nome e Galapos. Vamos nesta direção- o homem apontou para frente- a cidade.

Subindo no cavalo de uma forma bem divagar o misterioso homem perguntou:

– Qual é seu nome viajante?

Notas finais
deixem um FEEDBACK por favor!!!