A ressurreição do fantasma vigilante
4 Noite dos fantasmas
Notas iniciais
Naquele momento, seu coração bateu mais forte. Seria mesmo DC seu John Constantine?
– O que é MyLaide? Não vai cumprimentar o seu fantasma? – disse o fantasma, sorrindo.
– Como assim, meu fantasma? Eu tenho um namorado, sabia? – Monica não queria ofender o cara, zumbi, fantasma ou seja lá o que ele fosse, mas ela odiava quando era tratada assim.
— Faz muito tempo, quase me esqueci de que você era assim tão educada.- depois de dizer isso, acrescentou rindo – a propósito,tenho uma nova milayde. – e saiu andando para algum lugar que Monica não viu.
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– Oh meu deus! – gritou Magali. – você está bem, Monica?
– Ele consegui me deixar com raiva. – disse Monica, antes de ser abraçada pela amiga e começar a chorar. Aquele não era o DC, ele não seria capaz de brincar assim...
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– Gatoooo! – chamou Denise de longe.
Ele apareceu do nada do lado dela, como um verdadeiro fantasma.
– Cara, você tem que me ensinar a fazer isso. Tudo bem com a gorducha?
Ele olhou — a serio, depois desviou o olhar para outro canto de pátio onde estava Monica, chorando nos ombros de sua amiga.
– Ela está triste, dói vê la assim.
– Okay! Você não é o Cebola.
– Não. Eu sou o fantasma vigilante. Preciso armar a cena agora. A dança já vai começar.
– É a minha vez? – Denise estava praticamente pulando de alegria. Aquele ia ser o rolo do século.
– Espere o sinal após a dança e comece.
– Certo. Vou chamar a Bianca.
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– Magali, eu não tenho um parceiro. – disse Monica desesperada para a amiga.
– Acalme – se mulher! – ela apontou para outro lado do pátio para Toni, vestido de anjo, coisa que não podia ser mais falsa.
– Não, não mesmo! – a Magali tinha ficado louca de vez?
– Então olhe para o outro lado! – Monica seguiu o seu olhar e se espantou. Isso só podia ser loucura. Ali presente estava a dama de branco, a mesma garota que ela tinha visto antes, ela estava dançando com o fantasma vigilante.
— O que deu em você, Monica? – perguntou Tony, que acabara de ser puxado e não tivera a oportunidade de recusar. Monica não teve certeza, mas ela podia jurar que sentiu algo ficando duro na sua coxa enquanto puxou Toni. Mas não se importou.
— Dança comigo, apenas por agora. – não era um pedido, mas mesmo que fosse, ele nunca iria recusar.
Começou a tocar uma lenta musica e ela o abraçou, dançando lentamente, deixando que sua cabeça descanse em seu ombro e as penas roçar seu rosto.
– O que lhe aflige, oh milayde?
“ Mas que Porra...” ela começou a pensar, quando olhou para cima e encontrou os olhos castanhos de outro homem. – Fantasma... – murmurrou.
– Ao seu dispor, Milayde.
– Pensei que tivesse outra, uma que se encaixasse mais no seu perfil.
– Eu não sou o homem certo para ela. Ela está sempre a espera de alguém que nunca virá.
“como eu.” Monica pensou. Ela não era assim tão diferente de Bianca, não muito.
O fantasma girou o corpo com ela ali alinhada, e levou a entre os corpos dos vivos, sem tocar em nenhum. Era uma noite mágica, apenas para eles. Monica percebeu um movimento sutil de abaixar a aba da cartola. Ele piscou para ela e as luzes se apagaram por completo.
Quando voltaram a acender, ela se viu de frente para um corpo, morto. Assustada, ela se abaixou para ver quem era e quase desmaiou. A fantasia era de anjo, as asas agora estavam vermelhas de sangue. Ela pode ouvir o som de um violino e ver à sua frente o filho de Umbra que anunciava a morte. Ele acenou afirmativamente para ela, e ela virou o corpo. Quem estava ali, não era o Toni. Ele fez o contrario do que todos ali fariam, tentou se meter com os demônios. Todos ali choraram quando viram o corpo de Do Contra ensangüentado ali no chão.
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