A proposta

8 You should smile more


Notas iniciais
Voltei! — Eu realmente quero agradecer de coração à DiFabray e xandoca que recomendaram a historia! Vocês duas são lindas, eu amei de coração todas as palavras escritas, ganhei o meu dia! Espero que vocês nunca abandonem a historia e continuem sempre comentando. Isso é MUITO especial para mim. Eu não sou muito boa em palavras, mas obrigada novamente! Beijos e esse capitulo é dedicado a voces, meus amores. ♥ — Capitulo grande ^^ — Ignorem os erros. — Boa leitura!

Regina, Mary e Eva estavam chegando quando avistaram uma Emma em uma cena surpreendente. Ela estava com luvas de boxe e golpeando um “saco de pancadas” que estava pregado em uma arvore. A loira usava um top preto que realçava o tamanho de seus seios e um short igualmente preto de corrida. A loira assustou a todos com sua fúria em golpear.

— Emma? – Mary grita mas é ignorada pois a mesma estava com fones de ouvido.

— Emma, você está bem? – é a vez de Eva chamar. Ignorada.

— Por que ela está fazendo isso? – Regina pergunta enquanto erguia seu óculos de sol.

— Deve ter acontecido alguma coisa. Venha, vamos deixa-la sozinha. – Mary explica e elas entram na casa.

— O que você tá fazendo? Eu estou assistindo! – David reclama ao ter a tv desligada por Mary que buscava atenção.

— Por que a Emma está lutando boxe como uma louca lá fora? Você fez alguma coisa? – pergunta já prevendo a resposta.

— Huuum... Eu vou tomar um banho, vejo vocês depois... – Regina, que estava escutando a conversa dos dois, anuncia a saída.

— Tudo bem.

— Eu tive um ótimo dia, obrigada. – cuidado Regina, seu nariz pode crescer. E pode mesmo, Regina não saí realmente, ela fica parada atrás da parede, ouvindo secretamente a conversa dos pais de sua noiva.

— E aí, o que você fez?

— Eu não fiz nada. – David fica na defensiva. — Apenas tive uma conversa sobre as atuais atitudes dela, na qual ela levou muito para o lado emocional. – fala como se aquilo não fosse nada demais.

— Eu acho que você não sabe de uma coisa. Nossa filha tem sentimentos, David. Você não pode chegar e mandar ela não ser quem ela é, quando você vai aprender isso? – Mary se controla para não gritar.

— Mas...

— Nada de “mas”! Você vai apoiá-la e ponto final. É a felicidade da nossa filha que está em jogo.

“Pobre Emma...” Regina pensa e decide sair dali.

— Tudo bem... – o loiro bufa levemente.

— Você vai resolver tudo isso e vai ser agora. É sério. Seja pela primeira vez um bom pai.

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— Nanana... – Regina cantarolava alguma de suas músicas favoritas enquanto desligava o chuveiro. – Cadê a toalha? – ela murmura para si mesma quando vê que a mesma não estava pendurada dentro do box. Ela sai de dentro do box e abre o armário de toalhas, dando de cara com uma minúscula luva de cozinha. Pensando ser para de enxugar, ela tenta, mas obviamente não consegue. – Sério mesmo que eles usam isso para se enxugar? Eu não consigo... Olá? – ela ouve um ruído no quarto. — Olá? Tem alguém aí? – pergunta mas ninguém responde. Emma havia entrado no quarto há pouco tempo e estava com os fones de ouvido. Ela vai até a varanda e fica observando a paisagem. Regina abre a porta do banheiro e vê o armário com toalhas. Olha para os dois lados e não encontra ninguém, hora perfeita para sair rapidamente, já que estava nua. Ela tenta se cobrir com as mãos, sem sucesso. – Não, não, não. Eu só quero pegar uma toalha, sai! – Regina tenta fugir de Lola que começa a latir para ela.

Emma começa a se livrar de suas roupas, imaginando que um banho lhe cairia bem após aquele momento de estresse.

— Agora você vai ficar com medo! – Regina fala quando liga o secador de cabelo e aponta para Lola. – Ah. Você gosta. – ela percebe que a cachorra estava se divertindo com aquele vento quente. Regina consegue enganar Lola, a colocando em cima de um tapete e invertendo as posições, fazendo-a poder pegar as toalhas. Quando ela tranca a porta do banheiro e se vira rapidamente, escorrega no chão molhado e se choca com outro corpo também nu. Emma. A loira cai de costas no chão, fazendo Regina cair em cima dela.

— Oh meu Deus, o que é isso? – Emma pergunta desesperada ao perceber que Regina estava com a cabeça no meio de seus seios.

— Você está pelada! – Regina grita e levanta, ficando de costas. – Não olhe para mim!

— Eu não entendo! Por que você se jogou em mim, você é louca? – Emma coloca rapidamente uma blusa grande, que vai até seu joelho. Regina pega a primeira coberta que estava em cima da cama e se cobre.

— Eu só estava procurando uma toalha! Você não me ouviu?

— Eu estava com fones de ouvido e me preparando para entrar no banho... – fala rapidamente. — Não era para você estar fora?

— Lá estava uma merda... – fala baixinho.

— Então você pulou em mim sem mais nem menos? É isso? Eu não posso mentir que não gostei, mas... – abaixa o tom de voz na última parte.

— Quê?? – Regina pergunta berrando.

— Nada...

— Meu Deus... Enfim, eu tive que fazer isso pois a sua cachorra estava me atacando, eu corri e bati em você...

— O que há entre você e Lola? Ela é tão doce.

— Não, não é! É o diabo em forma de gente!

“Tipo você, eram para se dar bem” Emma pensa.

— Olha, eu vou entrar para o meu banho então... Aliás, bela tatuagem... – fala e fecha rapidamente a porta, para não encarar a morena.

— Quê??

A minúscula tatuagem amarela de coroa abaixo do seio direito de Regina realmente era bela.

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Quando a noite chegou, as duas já estavam preparadas para dormir. Emma estava em sua cama improvisada no chão e Regina acomodada na enorme cama.

— Que coisa... Toda peladinha... – Emma quebra o silencio entre elas. Ela não estava conseguindo pensar em outra coisa a não ser o corpo nu perfeito de Regina.

— Será que dá para não falar sobre isso? – Regina pigarreia.

— Tá, eu só falei. – novamente o silencio toma conta do ambiente.

— Hum... Quer falar sobre o problema de você e seu pai? — Regina pergunta docemente, o que era uma surpresa.

— Você já soube demais. Eu não gosto de falar sobre aquilo. – ela é curta e seca.

— Se somos noivas eu deveria saber sobre tudo, não acha?

— Mas não sobre isso.

— E se o cara perguntar... – tenta.

— Não sobre isso, Regina. – a morena nunca tinha ouvido Emma falar naquele tom, ela achou melhor desistir e se render.

— Tudo bem, me desculpe.

— Regina Mills se desculpou? Oh, isso vai para os acontecimentos históricos. – Emma debocha, liberando aquele clima de tensão que pairava sobre o ar.

— Menos, bem menos. – a morena bufa e revira os olhos, um habito. – Eu gosto do canal Disney Channel. – ela fala repentinamente.

— O quê?

— Me julgue mas as vezes eu gosto de assistir aqueles desenhos infantis. Eles me deixam feliz.

— Nossa, eu nunca imaginei que você gostasse disso... – Emma falava pensativa.

— Pois é, tem muitas coisas sobre mim que você não sabe, Swan. Eu fiz aula de dança na sexta série, meu primeiro show foi do Rob Base, eu gostava dele na época. Eu acho a Rihanna muito sexy. Não gosto de flores, me lembram funeral. Nunca joguei videogame. Leio “O morro dos ventos uivantes” todo natal, eu adoro. Eu não transo com uma mulher há mais de um ano e meio, sou muito focada no trabalho, acho que percebeu. Eu fui ao banheiro chorar depois que Sidney me chamou de cobra venenosa e todas aquelas coisas. Pode não parecer, mas eu tenho um coração e sou muito sensível. Só não sei demonstrar corretamente meus sentimentos e acabo me escondendo. E aquela tatuagem de coroa, o meu nome significa rainha. Eu tinha 20 anos quando fiz, foi quando me assumi. Eu sei lá, quis fazer algo diferente para expressar a minha dor. Com certeza tem mais coisas para eu contar, mas isso é tudo que eu lembrei agora. Você está aí? – Emma estava completamente sem palavras ao ouvir tudo aquilo. Então Regina Mills tinha um lado sentimental. Tinha um coração e tanto. O sofrimento fez ela se isolar do mundo e parecer inabalável, não existem pessoas frias, existem pessoas que aprenderam a bloquear seus sentimentos.

— Estou sim. – Emma responde. A loira levanta e se joga na cama de casal, ela entra em baixo da coberta e deita de bruços para ficar encarando Regina. – Você é uma pessoa e tanto... – ela fala, sem saber direito o que responder diante aquele discurso todo. – Você não transa com uma mulher há dezoito meses? – Regina também se vira encará-la.

— Caramba, depois de tudo é só isso que você escuta? – revira os olhos.

— É muito tempo. — ignora a morena.

— É que eu tenho andado muito ocupada, sabe?

— Sei... Você é uma mulher muito gostosa, eu tenho certeza que muitas outras mulheres querem ter você na cama. – Regina cora levemente ao ouvir o elogio.

— Eu não sou esse tipo de mulher que vai com qualquer uma.

— Que bom, eu odiaria que a minha esposa me traísse. – Emma debocha.

— Pode ficar tranquila. – Regina ri fraco.

— Você deveria rir mais. – a loira fala sorrindo.

— Eu não tenho motivos. – Regina fala friamente. Era incrível como seu humor podia mudar de uma hora para outra.

— Agora tem! – Emma sobe por cima dela e começa a fazer cosquinhas em sua barriga.

— Não... Para! – a morena se contorcia enquanto gargalhava.

—Pedido negado, chefinha. – por um momento, Emma se viu perdida naquele lindo sorriso.

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado. Por favor, comentem o que estão achando da fic, se está desviando o foco ou está legal, isso é muito importante para mim. Até mais e muuuito obrigada por todos os comentarios, de verdade, eu amo falar com voces! ♥