A profecia do grande guerreiro

2 Qual o significado da minha insignificância?


Notas iniciais
Bom vocês já sabem oque estiver ruim avisa por favor

15 ANOS DEPOIS

Dou um tchau para minha esposa Annie com nosso filho de trés anos Lloyd no colo.

-Tchau amor vou passear por ai.-Falo contente.-Tchau Lloydzinho até depois.-Falo com uma voz "fofinha".

-Adeus amor.-Diz Annie com sua voz doce como sempre.

Desço as escadas do castelo e entro na praça, quando de repente uma criança sai da janela da primeira casa, e me entrega uma margarida, uma flor muito rara no nosso reino.

-Obrigado.-Digo contente.

-De nada!-Diz a criança inocente com ar esperançoso.

Contente continuo a andar pela praça e me relembrando dos dias mais prósperos da minha vida enquanto vai aparecendo na minha frente tabernas e crianças correndo brincando e homens conversando, quando passa correndo na minha frente uma menininha de vestido azul que me lembrou muito a Annie.

-Hey você!-Grito a parando com a mão e olho para o rosto dela e fico maravilhado.

-O que foi senhor?-Pergunta a menininha.

-Toma isso é para você.-E eu entrego a flor para ela.

-Nossa que flor bonita, qual é o nome dela?-Pergunta curiosa.

-É uma margarida, uma flor muito linda e rara que nem lá no castelo tem cuide bem dela.

-Nossa obrigado senhor rei.-Fala agradecida a menina.

Continuo a andar quando vejo um teatro de bonecos com varias crianças e arece que os pais delas também, quando uma criança bem parecida com o Lloyd me chama.

-Senhor.-Fala a criança puxando a minha camisa.

-Oque?-Falo feliz como sempre.

-Shhh, fala mais baixo, vem aqui.

A criança cochicha para mim.

-Ok irei fazer.

-Obrigado senhor.-Diz a criança sorridente.

Vou andando e eu passo atrás do teatro de bonecos e entro na historia. Fico tanto tempo lá entretendo as crianças que perco a noção de tempo que quando vejo já são quase oito horas da noite.

-Crianças desculpa mas tenho de voltar.-Falo as crianças em um tom triste.

-AAAAAH!-Gritam as crianças tristes enquanto eu saio.

Vou andando de volta para o castelo com as crianças já voltando para dentro de casa quando vejo um creeper na espreita, levo um susto que quase solto um grito enquanto me escondo no beco.

-Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, calma calma John, conte ate dez, um, dois, trés.-Faço isso para me acalmar mesmo sabendo que tem uma espada na minha bainha, porém tenho medo de atacar.

Por sorte o creeper passa raspando por mim, quando volto para rua fico me perguntando: o que aconteceu comigo, por que não tenho mais coragem, por que sou tão insignificante?! Fico irritado comigo mesmo sabendo que virei um medroso depois de tanto tempo no bem bom, e depois vem a pergunta: Qual o significado da minha insignificância?

-Droga... Droga, idiota por que sou tão medroso?- Pergunto para mim mesmo irritado.

Continuo a andar quando vejo os guardas prendendo o creeper que me ameaçará.

-Olá.

-Olá senhor!-Respondem os guardas juntos batendo continência.

-Vejo que prenderam mais outro não foi?- Falo colocando as mão na grade quando o creeper começa a ficar louco com perigo de explodir.

-Ah! Levem-no!-Falo assustado.

-SIM SENHOR!-Respondem os guardas objetivamente levando a carroça.

Continuo a andar quando entro no castelo.

-Olá amor, oi Lloyd.-Falo feliz com um ar de cansaço.

-Oi John onde você estava nos ficamos preocupados.-Pergunta Annie segurando o Lloyd no qual já estava dormindo.

-Acabei me divertindo de mais com as crianças amor, agora acho que vou dormir estou cansado.-Falo cansado colocando minha espada de diamante na estatua.

-Ok amor boa noite.-Fala Annie feliz.

Me deito na cama e fecho os olhos rapidamente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.