Em um dia ensolarado um carro para em frente a uma mansão, logo a porta e destrancada e a porta e aberta lentamente enquanto uma menina sai de dentro de seu carro, caminhando lentamente em direção a porta enquanto olhava o jardim em volta com rosas negras, logo ela se aproxima e retira uma rosa e o aroma sobe até suas narinas deixando-a maravilhada.

–Mithya entre para dentro de casa, esta frio aqui fora – Diz uma mulher enquanto empurrava a menina para dentro.

Após entrar na casa, tudo estava vazio, um ar frio e sombrio, Mithya olha atenciosamente para a escultura de um quadro enquanto subia a escada para o segundo andar com suas mãos no bolso do casaco.Logo ao chegar no segundo andar seus olhos são atraídos para o fundo do corredor e assim caminhando para a porta que havia no final do corredor, a menina para em frente a porta e fica observando as marcas na porta e repara que algo escrito, uma letra desproporcional.

–Cry... –Mithy sussurra friamente ao ler o que havia na porta.

A morena decide entrar e assim vê um quarto escuro e sombrio, um quarto vazio onde a ar de desespero e sofrimento de uma alma que pedia socorro na qual abrigava-se naquele quarto.

–Esse quarto vai ser meu –A moça caminha até a janela e fica paralisada enquanto olhava para seus país carregando as caixas para dentro de casa.

A temperatura cai e a menina permanece na janela quando logo pisca lentamente e olha para a lua, seus olhos abriam lentamente enquanto o brilho da lua refletia em seus olhos e seus fios de cabelo balançavam lentamente enquanto o vento batia em sua franja roxa que cobria seu olho direito.

–Aqui está suas coisas,amanha você organiza agora vai dormir –Sua mãe diz enquanto deixava as caixas no canto da parede e logo saindo do quarto.

A menina retira da caixa seu pijama e logo trocando de roupa ali no quarto mesmo, após trocar-se ela coloca seu cochão no chão e deita-se nele enquanto colocava seus fones de ouvido e olhava para a lua.Seus olhos enchiam de lagrima a cada refrão dito na musica, seu coração doía pedindo por amor, sua alma trancada em uma jaula onde um monstro acorrenta-a e atormenta-a.

A doce voz da morte era como a dor de perder seu amor, as lembranças de seu amado morrendo em seus braços, o sabor da morte em suas mãos,a vida de quem amou sendo perdida e lançada para a escuridão, sua alma vagava pela escuridão em busca de luz e salvação,seu coração era despedaçado a cada segundo e a cada refrão da musica.Sua vida não tinha mas sentido, sua existência era uma fantasia, nada era real, apenas o sabor da solidão em seus lábios.

Mithy adormece e enquanto sua mãe aparece no quarto e logo beijando a testa da menina e cobrindo-a com um cobertor, após isso sua mãe retira-se do quarto da menina enquanto apaga a luz fechando a porta enquanto sorria.