A piece of cake

18 Para a prancha, marujo


Notas iniciais
Gente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Pela primeira vez, fiquei paradinha assim olhando pro PC e pensando... "Que diabos eu vou fazer agora com essa história?" kkkkkkkkkkkkk Mas, né, vida que segue. Palavra de hoje: Sarpar

Sherlock não precisou falar muito mais para que eu entendesse do que se tratava. Estávamos indo a Sherrinford para ver Eurus Holmes, obviamente. Minha mente deu um looping quase infinito tentando entender o que uma visita à psicopata da família estaria relacionada ao bolo recheado pelos versos horrorosos de Moriarty.

Seria então ela a remetente do recado? Ou apenas uma esquisita coincidência? E se ela o fosse, qual seria, exatamente, o aviso? O que Eurus estaria tramando? As possibilidades eram inúmeras, mas meu amigo detetive parecia calmo e confiante de todas essas respostas. No entanto, eu já o conhecia o suficiente para entender que ele não teria paciência de me explicar algo para ele tão óbvio. Portanto, limitei-me a dar o último trago e ficar conversando comigo mesmo em meu próprio Palácio Mental.

Quando nos aproximamos de Sherrinford, notei que outro barco estava prestes a sarpar. Sherlock notou também, porque seu impulso foi se jogar no mar e nadar com aquele emaranhado de braços e pernas de girafas. O pensamento me fez rir, mas eu intimamente sabia que algo estava acontecendo. Algo errado. Por isso, joguei a âncora para baixo, esperei o momento certo e também pulei para o mar.