Na manhã de segunda, João limpava o balcão quando encontrou um anel guardado num pano escuro. Uma peça que ele não lembrava de ter visto antes. O metal parecia pulsar, quente, como se reagisse ao toque. Subitamente, sentiu uma pontada na cabeça, flashes de uma vida que não era dele o tomaram. Largou o anel, assustado.

“Eu avisei para não tocardes o que não compreendes” disse Vladimir, parado à porta, a voz calma demais. João engoliu seco.

“Desculpe, senhor. Achei que era só um anel.”

Vladimir sorriu.

“Nada aqui é só um objeto, meu caro. Alguns ainda lembram quem foram.”

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.