Notas iniciais
Primeiro capitulo Vamos lá.

Narrador: Percy

É fim de tarde e eu estou no acampamento e Annabeth aparece.

—Percy Quiron quer ver você.

—Esta bem.

Dou um selinho nela e vou atrás de Quiron que está treinado arco e flecha chegando perto dele ele percebe minha presença e se vira para mim.

—Percy sua mãe quer ver você aparentemente ela tem uma noticia para você.

—Que noticia?

—Não sei, mas ela parecia estar animada.

—OK vou pedir para o Blackjack me levar e ir até lá ok?

—Tudo bem.

Quando chego no estábulo Blackjack está comendo mas quando ele me vê ele para na hora e vem em minha direção animado.

—Amigão você pode me levar para minha casa?

Nem precisa pedir duas vezes. Ele responde com entusiasmo.

Durante o nosso voou fico pensando como tudo esta tão pacifico claro pacifico no nível de um semideus. E ainda tenho um irmão novo que nunca cheguei a conhecer por causa das guerras mas depois de amanhã ele vai voltar e eu poderei conhecer ele seu nome é Rafael, e por ultimo Nico está fazendo varias amizades tanto gregos quanto romanos ele é como uma ponte entre os dois lados, claro não que isso seja necessário pois os dois lados estão em paz.

Cuidado Chef. Diz Blackjack me tirando dos meus pensamentos tentando desviar de todos os projetis que vinham em nossa direçã mas ele não vai aguentar por muito tempo porem consigo ver um lago abaixo e decido pular lá.

—Volte para o acampamento AGORA.

Depois disso pulo no lago. Quando caio na agua sinto com se tivesse caído em um colchão depois de sair da agua olho para o céu e não vejo Blackjack tomara que ele esteja bem , porem sinto um golpe na minha cabeça e acabo caindo no chão, uso o resto da minha força para olha para frente e a única coisa que eu vejo é uma sombra que esta rindo.

—E não é que ele pulou mesmo. É tudo que consigo ouvir depois só vejo a solo do seu pé vindo em minha direção e eu desmaio.

Quando acordo minha visão está embaçada e minha cabeça dói e por esses motivos não percebo que estou acorrentado e tento sair da parede onde estou preso sem sucesso, ouço um barulho e vejo que uma porta de ferro maciço está abrindo e um cara que parece ter uns 25 anos aparece na minha frente ele sorri para mim e fala:

—Eai como vocês está? Confortável? olha eu espero que não.

—Olha já estive pior.

Tento fazer graça mas não devia ter feito isso pois recebo um belo soco na cara que me faz desejar ter calado a boca.

—E agora?

—Fica em segundo lugar ainda.

Dessa vez ele pega uma espada e faz um corte no meu peito é oficial devo calar a minha boca.

—Então?

—É oficial agora é a pior situação que já estive.

Ele abre um sorriso e começa a falar.

—Bom agora é a hora em que eu conto a minha motivação não é?

Ele olha para mim.

—Não é?

Ele diz apontando a espada para mim e como minha boca é mais rápida do que meu cérebro.

—Me chupa.

Depois disso ele olha para mim e sorri e me faz outro corte no corpo agora tenho um X no peito.

—Olha Percy assim nós não vamos nos entender.

—E porque você iria querer se dar bem comigo?

—Olha eu particularmente te odeio, mas meu chef disse que quer você do lado dele e eu pensei que com o tempo certo e a motivação certa nós poderíamos ser não amigos mas sim uma relação de dono e animal entende?

—Quem é seu chef?

—Aaaa ele é o grandessíssimo não te interessa, olha não sou imbecil a esse ponto.

—Mas quem é você?

—Eu sou um filho de Hermes qualquer devo ser o filho dele que mais viveu, mas os deuses não ligam para nós que não ligamos para suas profecias e não fazemos oque eles mandam eles ligam apenas para seus peões e não quaisquer peões, mas sim os maiores e mais forte em outras palavras os que são mais uteis para eles, mas nós, ou melhor, vocês são uteis a curto prazo não a longo. Ele diz andando de um lado para outro enquanto eu escuto tudo olhando para a espado como se apenas o meu olhar faria a espada não me acertar.

—Olha Percy tenho certeza que metade daqueles deuses gostaria que você estivesse morto isso se deve ao fato de que eles temem nós por que mesmo a maioria não ter poder para enfrentar eles nós temos meios diferentes para derrota-los como rituais, artefatos e até ajuda de outro seres divinos. Ele diz apontando para si mesmo.

—Por isso estou te dando a chance de se juntar a nós porque se tivermos um meio sangue tão poderoso como você nós...

Eu cuspo o sangue do soco que levei, na cara dele que limpa os olhos com calma e olha para mim.

—Obrigado eu torcia para que você disse-se isso agora podemos nos divertir por mais tempo até eu quebrar o seu espirito.

Notas finais
Eai como ficou?