A outra face- Surgindo das cinzas

16 Capítulo 16- Prisão desejada... O desejo.


Notas iniciais
Oi pessoal lindo que eu que eu estou amando conhecer. Primeiramente quero passar um recado da Jhey para uma pessoa especial Patricia Sophia Cruz : Essa maravilhosa pessoa recomendou a primeira temporada da fic e a Jhey ficou dando mortais... Ou ao menos por dentro. Ela agradeceu imensamente a ela pelas lindas palavras e pelo carinho. Ela agradece a todos e eu também. Aviso: Proibido para menores de dezoito anos, pois contêm partes pequenas que podem ser engolidas. Enjoy.

–San- Quinn gemia com a voz entrecortada arranhando o ombro de Santana, enquanto a latina lhe dava prazer com suas hábeis mãos a penetrando suavemente- Mais rápido amor- pediu. Santana acatou intensificando seus movimentos. Quinn pesou a respiração nesse momento encaixando seus dentes no ombro caramelado da latina, que gemeu com a dor mais que necessária do ato. Ela capturou os lábios da morena para si, o mordendo a cada passada de suas bocas entre si de uma forma um tanto sensual que só fazia Santana intensificar mais seus movimentos, encaixando-se ainda mais entre as pernas de Quinn. Ela foi descendo seus lábios pelo maxilar de sua esposa, em seguida dando pequenas sugadas em seu pescoço claro e de cheiro embriagante.

Beijou seu abdômen alvo, parando ao lado do quadril, o acariciando com sua língua e lábios carnudos. O coração de Quinn parecia querer pular de seu peito a cada gesto de Santana e da forma que ela fazia que o sexo se transformasse em algo a mais que isso... Êxtase. O que suplica, o que sente, o que implora... O que faz o corpo se acender com apenas uma palavra... Sinta-me. A latina fazia com que a loura se retorcesse agarrada aos lençóis quando lhe agraciava com sua língua acariciando seu clitóris e escorregava para seu ponto pulsante e sedento pelo prazer que só ela sabia lhe proporcionar. Podiam tentar, mas nunca a alcançariam no quesito dar prazer aquela loura que gemia seu nome e para ela soava como uma canção entoada por anjos... Até sua voz lhe dava prazer.

Santana saiu de sua posição, guiando suas mãos pelas coxas de Quinn até sua boca lhe beijando longamente, acariciando toda a extensão de seu corpo como se tocasse em algo inestimável e totalmente sensível a ponto de quebrar. A loura virou-se agilmente, sentando-se sobre as coxas de Santana voltando a beijá-la intensamente. Deixou que a latina beija-se seu pescoço, enquanto suas mãos iam para os seios da mesma os apertando possessivamente, arrancando um gemido da outra. Quinn desceu suas mãos para as coxas de Santana, as apertando e parando em seguida em sua virilha.

–Faz- Santana pediu encarando a loura- Sou sua, faça de mim o que quiser- anunciou e loura a olhou de forma tenra, mas com desejo fugaz. Escorregou seus dedos pela intimidade de sua tão amada esposa, fazendo-a arquear a cabeça para trás sentindo-a em si. Ela começou seus movimentos ritmados e fortes, dando até o último fio do prazer que poderia compartilhar com Santana. A latina pegou a loura pelos cabelos, a forçando um beijo ardente e desesperado- Isso amor, estou quase- aumentou suas estocas e a latina sentiu seu orgasmo como uma bomba explodida em seu peito, que subia e descia com sua respiração descompassada.

–Eu amo você- Quinn disse sendo puxada mais uma vez para um beijo de quem queria mais e mais ter seu desejo aturdido.

–Também, meu amor- Santana falou ao ouvido de Quinn e os seus pelos por todo pescoço se ouriçavam, mostrando-a ainda mais entregue ao momento. Suas barrigas unidas, braços entrelaçados, corpos suados, amor sendo exalado pelos quatro cantos do quarto, trazendo à tona o desejo que com o passar dos anos só aumentava uma pela outra.

Quando parecia ser mais uma rodada de sexo entre as duas, a campainha toca insistentemente:

–Caramba... Deixa tocar. Deve ser esses vendedores de porta em porta- Santana disse voltando a beijar o pescoço de Quinn.

–Vamos ver... Deve ser importante- a loura pediu tentando se desvencilhar dos braços de Santana, mas a mesma não retrocedia- Amor, me solta. Assim não vou conseguir atender a porta.

–Não, Quinn. Você não sai daqui. Não é toda vez que temos tempo para ficar juntas dessa forma. Então, quem estiver lá fora que se exploda ou vá embora, caso contrário não deixarei que vá.

–San... Você não sabe o quanto é sexy esse seu jeito possessivo, mas e se for alguém da nossa família?- a loura argumentou. Santana bufou, revirou os olhos e se jogou no travesseiro- Ok... Deixa-me ir ver- deu um selinho em Santana e desceu de seu colo, em seguida colocando seu hobby.

–Espera... Eu vou lá... Aproveito e mato logo quem estiver tocando a campainha- Santana pediu e Quinn sorriu consentindo.

A latina colocou seu hobby e foi até a porta a passos pesados. Quando abriu deu de cara com um sorridente Puck, que entrou arrastando Finn pelo braço se sentado no sofá:

–Santana... Eu descobri uma forma da lourinha me querer- ele disse animado. Santana o olhava com se quisesse matá-lo ali mesmo- O que foi Santana?

–Escolhe- ela disse e ele arqueou a sobrancelha confuso.

–O que?

–A forma que eu vou te matar por ter me interrompido por um motivo besta- Santana disse emburrada e Finn sorriu.

–Interromper o que?- Puck perguntou intrigado, depois mudou sua expressão para maliciosa- Ah já entendi... Vocês estavam transando?

–Primeiramente, Puck. Não é da sua conta se eu transo ou deixo de transar com a Quinn e segundo... Nós somos casadas e isso é mais que normal- respondeu sentando-se no sofá de braços cruzados.

–Eu disse a ele para esperar ou ligar para você antes, mas ele não me escuta- Finn disse ainda rindo- Ele já fez isso comigo também.

–Escuta, vocês dois- Puck pediu sinalizando com as mãos- Vocês já são casados, podem transar quando quiserem com as suas respectivas esposas ou amantes. Então vamos nos concentrar em mim que estou solteiro e desesperado para ter aquela loura gostosa, de pernas maravilhosas que fica saltitando nos meus sonhos e que eu quero pra mim e...

–Puck respira- Finn pediu tocando no ombro de seu primo.

–Eu pensei que você tinha desistido dela desde aquele dia do jantar fiasco que você e Quinn prepararam.

–E eu tinha Santana, mas aí quando fui dormir, fechei meus olhos e ela se materializou na minha cabeça. Aqueles olhinhos da cor do oceano brilhando na minha direção e aquele sorriso fez meu peito inflar e perder o ar- argumentou com o olhar perdido em um canto qualquer da sala. Santana e Finn se entreolharam sérios e em poucos segundos caíram na gargalhada. Puck os olhou sério.

–Sério, cara... Isso foi muito, mas muito gay- Finn comentou quase roxo de tanto dar risada.

–Então o negócio é sério? Nossa... Isso me assusta- Santana disse acompanhando Finn na gargalhada.

–Do que vocês tanto riem?- Quinn perguntou entrando na sala.

–Eu estou aqui, abrindo meu coração para esses dois retardados e eles estão rindo da minha cara- Puck explicou emburrado arrancando mais risadas dos outros dois.

–Hey, vocês dois, deixem meu irmãozinho em paz- Quinn brigou dando um beijo na testa de Puck, sentando-se ao seu lado- Ele estar apaixonado não é motivo de piada.

–Desculpa, amor, mas é hilário a cara de cachorrinho pidão dele. Vou tirar uma foto e emoldurar- Santana caçoou recebendo um olhar de reprovação de sua esposa.

–San, para- ela pediu- Então, Puck, alguma novidade?

–Eu estava tentando dizer, mas esses dois não deixaram- respondeu relaxando-se no sofá.

–Então fala, bebê- Santana brincou cruzando os braços.

–O que eu dizia era que encontrei um jeito de ficar mais perto da Brittany.

–E como você faria isso já que ela parece que não foi muito com a sua cara?- a latina perguntou irônica.

–Se vocês se recordam, eu tenho uma academia que dá aula para crianças.

–Mas ela não luta, gênio.

–Eu sei Santana, mas na academia tem salas que não estão sendo utilizadas e eu fiz umas pesquisas e descobri que as crianças amam danças. Então eu pensei seriamente e englobar dança a academia e chamar Brittany para dar aulas lá.

– Mas você não entende de dança- Finn comentou e Puck sorriu.

–Eu sei, mas a Brittany sim- disse com um sorriso sapeca.

–Então, você vai usar as crianças só para transar com a Brittany?- Santana perguntou com os olhos semicerrados encarando Puck.

–Eu não quero só transar com ela Santana, mas conhecer melhor e quem sabe namora. Simples assim- deu de ombros.

–Simples assim? E como você acha que ela vai aceitar?

–Ela ama crianças... É fato- Puck disse calmamente.

–Puck, toma cuidado. Essas coisas nem sempre dão certo e sempre sai alguém machucado, amo demais você e Britt para vê-los machucados- Quinn advertiu tocando a mãos de seu irmão.

–Eu vou tomar maninha, mas por ela é necessário. Gosto de verdade da lourinha.

–Então eu apoio você- a loura anunciou sorrindo- Vale a pena lutar por quem se ama, eu sei disso perfeitamente- disse olhando para Santana, que lhe enviou um sorriso.

–Se a Quinn apoia isso... Eu também apoio. Você também me apoiou com a ela e eu seria uma péssima irmã se fizesse o contrário.

–Eu também... Você me ajudou com Rachel e devo muito a você- Finn disse dando de ombros- E eu quero muito te ver com alguém por que não aguento mais você me atrapalhando quando estou namorando minha esposa- os demais riram.

–Eu concordo plenamente Finn- concordou Santana levantando-se e indo na direção de Quinn- Eu amo muito você, mas te odeio por isso.

–Obrigada, de verdade, a todos. Vocês são demais.

–Eu sei, agora se manda- Santana disse apontando para a porta e Quinn sorriu- Se voltar a me incomodar arranco isso que você chama de cabelo da sua cabeça.

–Fique longe do Puck Junior- ele brincou levantando-se- Vem Finn... Vamos sair antes que a Santana nos jogue pela janela.

–Olha que eu faço- ela brincou.

–Eu adoro esses dois... São malucos, mas legais- Quinn comentou quando os dois saíram.

–E eu adoro você- Santana disse abraçando a cintura de sua esposa, beijando seu pescoço.

–Caramba San... Você não cansa?- brincou em quase um sussurro.

–Mas é claro que não... Você me dá a força para seguir- respondeu subindo para a orelha- Esse seu cheiro me embriaga, sua pele me alucina, seus olhos... Me dão o ar que preciso para viver. O meu desejo por você é o meu combustível... Você mexe comigo, até a sua forma de respirar- disse mordendo a orelha de Quinn. A loura já estava ficando entregue as ações de Santana quando a porta abre rapidamente:

–Desculpe... Esqueci minha carteira- Puck disse segurando a risada pela expressão furiosa que Santana o olhava.

–Puck, seu idiota- pegou uma almofada e foi na direção de seu irmão, que saiu correndo morrendo de ri.

–Fui- ele gritou lá de fora.

–Eu vou matar você Puck- Santana gritou e Quinn dava risada da situação- Quinn!

–Desculpa, amor, mas você são hilários.

–Ah é? Vamos ver o quanto eu sou engraçada- foi na direção de Quinn, a colocou no colo e foi na direção do quarto.

–Socorro!- Quinn brincou agarrada ao pescoço de Santana.

–Ninguém pode escutar você- a latina devolveu a brincadeira deitando Quinn na cama.

–E nem eu quero que escutem... Só você- beijou Santana intensamente- Apenas você, meu amor.

Notas finais
Gostaram? Se não desculpem por isso, mas é a primeira vez que escrevo sexo lésbico. Então peguem levekk Eu dei meu melhor e acho que ficou legal, mesmo eu não sendo gay kkk Beijão. PS: Se der problema na leitura é culpa do Nyah, eu escrevi norma e está aparecendo normal.