A origem da Fênix

15 O impossível acontece


Nossa! Como o tempo passa rápido. Bom, você deve está se perguntando: Como assim?

Já se passaram 2 Messes que Cristian me pediu em namoro, de la para cá eu tenho descoberto muita coisa sobre quem verdadeiramente sou. Ainda sou tecnicamente humana, parece que para meus poderes sobrenaturais serem ativos eu preciso morrer. Eu achei isso muito estranho mais preferir não rebater.

Nesses dois messes Cristian praticamente me sequestrou, e não me deixa ir mais para minha casa.

Voces devem também está se perguntando pela Sasa. Bom ela passa todo dia depois da escola e as vezes dorme aqui na casa dele, ela assim como eu esta tentando entender o que está acontecendo. Acho que ela está de rolo com o irmão dele só acho mas, ela não confirma nada.

Bom, eu agora estou novamente em uma cama em uma hala hospitalar. E eu sei isso e muito chato, mas de uns tempos para cá tenho passado muito mal. Não gosto de ser hospitalizada enrolei ate aonde eu pude mas, esses últimos dias têm piorado muito e não pude mais esconder. Cristian acha que a tal Fênix ainda quer tomar meu corpo e que isso poderia ser efeito dela, mas para ter certeza ele quer me fazer alguns exames.

Ele também comentou que eu teria que começa um tipo de treinamento que só acabaria quando tivesse total controle de meus poderes e assumisse meu lugar de direito no mundo sobrenatural ao lado de minha família, Os Bennetts. Aos poucos ele ia me apresentar minha família por parte de mae e alguns descendentes do meu pai, Sasa pira ouvindo essas historias parece uma criança.

— No que está pensando? — Cristian falou me tirando de meus pensamentos.

— Em tudo que está acontecendo

— Sei que parece complicado mais logo tudo vai para seu devido lugar – Ele disse enquanto tirava uma amostra de sangue.

— Não gosto de agulhas – Disse assim que senti ele espeta meu braço

— E só um pouco não vou demorar, preciso fazer um exame de sangue geral.

Ele coletou o sangue colocando ele em um frasco e logo em seguida me entregou um pote para exame de urina.

— Ta brincando né?

— Não – Ele sorriu

— Isso e muito constrangedor – Disse me levantando de cara feia e batendo pé. Não precisava ser sobrenatural para ouvir seus risinhos. Eu não estava achando aquilo engraçado

Assim que sai com o potinho cheio na mão, não quis nem olhar para ele entreguei e voltei para minha cama .

— Te amo Marretinha — Ele disse depositando um beijo em minha testa e saindo do quarto.

Ficar la sozinha me dava sono, não que isso fosse meu normal mas sentia que alguém estava manipulando meu estado de humor para calmo o suficiente para me fazer dormi.

— Jaqueline meu amor você precisa se acalmar

— Me acalmar você acha que meu filho tem idade para ser pai?

— Jaqueline seu filho tem idade para ser tata tara- avo e não pai

— Isso não é hora para brincadeiras idiotas Ivan

— Amor mas, foi isso que fez você se apaixonar por mim lembra

— Essa garota não tem responsabilidade nem com ela imagina com meu neto?

— Viu já esta ate se acostumando com a ideia de ser vovó

— Vem eu quero está com ele quando ele conta a ela

— Mamãe – Uma pequena criança sentada em um pequeno gramado chamava e estendia os bracinhos para mim. Andei em direçao a ela, ela era tao pequena parecia te uns 8 messes parecia uma boneca, seus cabelos pretos escuros, ralos mas longos, suas bochechas rosadas e gostosas davam vontade de apertar, sua boquinha pequena e rosada, sua pele branca e macia, seus olhos eram azuis-claros me lembrava alguém mas no momento não sabia quem era. Assim que a peguei no colo, ela deitou sua pequena cabeça em meu ombro.

O seu que estava azul e limpo se fechou em uma tempestade, ventos muito fortes começaram a sopra e o lugar caiu em uma repleta escuridão. A abracei forte, em segundos estávamos cercadas por homem encapuzados. Fui tomada por um estímulo de tirá-la dali e protegê-la mantê-la viva.

— Confio em você mamãe – Ela disse e deitou novamente. Naquele momento eu soube que precisava mesmo protegê-la mas não sabia por que, naquele momento o medo me invadia cada vez mais.

— Pai ela está dormindo não podemos fazer isso depois?

— Não estou mais – Disse assustada e com a voz sonolenta

Eu sinto muito tê-la acordado filha, mas precisamos conversa

Não disse nada apenas o encarei.

— Aqui esta os resultados dos seus exames – Ele disse me entregando alguns papéis.

— Eu vou morrer?

— Não sei dizer minha filha mas a uma possível chance

— O que eu tenho? — Não tive coragem para abri os papéis

— Você está grávida.

Por um extinto altomatico coloquei minha mão na barriga que estava dura como se quisesse confirma. A criança do sonho me veio a memória. Será que minha filha tentou se comunicar comigo? Será que ela correr perigo? Por isso quer a minha ajuda? O sonho começava a fazer sentido, mas quem eram aqueles homens? O que aconteceria daqui para frente? Ela ficaria bem?

— Ela ficara bem? — Perguntei ainda olhando para o nada com a mão na mesma posição. O mesmo medo que me invadiu no sonho me invadia naquele momento. O mesmo extinto de protegê-la

— Não sei só vou poder saber com uma ultra

Não demorou para mim esta novamente deitada só que agora em uma mesa de ultrassonografia.