A origem da Fênix
9 Fênix
Notas iniciais
— Falta pouco só mais um minuto – Sarah disse enquanto colocava o ultimo enfeite no meu cabelo – Pronto. – Ela disse tirando a venda do meu rosto ela queria fazer surpresa sobre meu penteado. Ao abri os olhos me vi maravilhada com o que vi diante do espelho o tom da minha pele estava perfeito liso e rosado tão natural que eu mesma acreditei, o sombreado nos olhos ficou perfeito, as cores pareciam dança harmoniosamente pelo meu rosto, cores claras iluminava meu rosto com uma luz que parecia mágica, não me reconheci, não era eu, mas sim a mulher do meu sonho. A boca bem desenhada e preenchida com o apaixonante, discreto e delicado nudi estava boquiaberta, pois ainda não acreditava no que via diante de si. Os cabelos loiros transados desenhando minha cabeça, com pequenas mechas de cachos caídos ao redor pareciam ter saído de um sonho, sendo mais especifica do meu sonho, pequenas presilhas em formato de borboletas o enfeitavam, o sorriso da mulher refletida do espelho chamou minha atenção.
— Criança? – Ouvi a voz dela novamente como se estive ali – Vá não se atrase o destino a chama – Sua voz era serena, calma, doce, mas outra voz me trouxe a realidade, para mim se passaram horas, mas a voz de Sarah me fez percebe que eu só estava ali encarando a mulher no espelho há alguns minutos.
— Ah vamos não se olhe assim me diga o que achou?
— Perfeito – A palavra finalmente saiu dos meus lábios.
— Acho que ele chegou – Ela disse enquanto ia em direção a porta, ela o recepcionou bem ate mesmo para ela isso foi uma coisa que me surpreendeu.
No momento em que o olhei quase não o reconheci estava com uma calça jeans meio social preta, uma blusa social branca solta aberta ate a metade do peito. Inalei seu perfume que invadia o ambiente, ele me estendeu sua mão.
— Cuida bem da minha amiga – Ouvi Sarah dizer com uma voz chorosa parecia que estava com muito orgulhosa da obra que tinha acabado de fazer. Ele foi um perfeito cavalheiro abrindo a porta do carro para eu entra, assim que já estávamos devidamente sentados e com o sinto tomei coragem e perguntei
— Desde quando um garoto da sua idade pode dirigi? – Ele sorriu e com um jeito calmo e descontraído respondeu
— Você vai descobri que eu posso muita coisa – Sorri sem graça com sua resposta algo nele me atraia eu só não sabia o que.
— Para onde vamos é uma surpresa – Ele disse entrando no estacionamento de um restaurante a céu aberto.
— Onde estamos?
—No restaurante da empresa aonde meu pai trabalha. Festa de promoção de um dos funcionários – Acho que ele percebeu o meu ponto de interrogação do por que estávamos ali.
— Ah e que é uma tradição a família esta toda presente nessas ocasiões.
— Eu sou da família?- Com um sorriso gentil ele apenas saiu do carro, abriu a porta para eu descer, segurou minha mão e me conduziu delicadamente a entrada do restaurante. Após as apresentações muito formais nos dirigimos à mesa, ao longe pude ver Ivana radiante entrando no salão, logo em seguida veio Matheus e sua acompanhante que parecia ter saído de um conto de fadas sex, Seu vestido vermelho aberto e trançado nas costas em formato de V deixavam sua cintura bem mais desenhada. A abertura do vestido longo que vinha ate a metade da cocha deixava as coisas muito mais sex juntamente com seu decote discreto mais ainda assim chamativo.
Após as honras pela promoção fomos para um salão para uma festa mais informal, bebida, musica alto, um belo Buffet, não seria nada de mais para mim, mas parece que tudo muda quando eu estava do lado de Cristian.
— Dança comigo?
— Musica lenta. Me desculpa mesmo é que eu não sei dançar. – Ele me olhou fundo nos olhos, segurando minha mão e me conduzindo ao meio do salão.
— Eu te ensino – Ele disse enquanto passava a mão pela minha cintura e colava o seu corpo no meu. Mesmo não sabendo dança, me entreguei ao som da musica e deixei que ele me conduzisse. Senti seu corpo no meu, foi como se fossemos um só, ao final da musica fomos novamente em direção a mesa.
— Para quem não sabe dançar, você dança muito bem
— Não vejo isso, mas vindo de você e um ótimo elogio.
— É HORA DE VOCES OUVIREM MUSICA DE VEEDADE! – Ouvi uma voz empolgada vindo da mesa do DJ junto com um bom e barulhento eletro, nos dois nos voltamos para mesa do DJ e observávamos a cena que para mim deu um tom mais interessante na festa. Ao som do eletro vi Matheus descer da mesa e começa a dançar loucamente, afinal era eletro, junto com ele vieram outras pessoas, homens, mulheres provavelmente os mais jovens, os que estavam no meio do salão abriram espaço para os dançarinos, outros simplesmente se retiraram das proximidades do centro do salão. Ate ali para mim estava divertido, ate que a diversão engraçada ficou sex, á musica mudou de repente foi do eletro para um hip hop sex , Matheus puxou sua acompanhante e começou a dança com ela, vendo que seu vestido não era propício para aquele tipo de dança, ele começou a rasgá-lo de uma forma que o deixa-se de uma forma mais adequada, fazendo o mesmo com si próprio, fez logo questão de se despir da parte de cima do terno azul marinho que usava mostrando seu motivo de orgulho, seus músculos muito bem desenhados e definidos.
— Vem comigo – Cristian chamou minha atenção pegando na minha mão e me conduzindo para fora do salão, assim que entrei no seu carro perguntei:
— Aonde vamos?
—Para um lugar mais calmo, quero te mostra uma coisa. E um lugar especial para mim e gastaria muito que você o visse – Ele me encarou por alguns momentos o que me deixou inquieta
— O que foi?
— Nada, você esta linda nesse vestido
— Obrigada
— Você escolheu?
— Sim, mas ma verdade ele e muito parecido com o do sonho que tive algumas noites antes então não sei se posso dizer que fui eu que escolhi
— Sonho?
— Sim
— Que sonho?
— A um sonho louco não importa muito
— Parece uma historia interessante eu gostaria de saber
Assim que chegamos e saímos do carro fiquei maravilhada com a imagem da lua sobre o mar, como se fossem um só a lua dançava com o mar e suas ondas.
— Não sabia que tinha uma praia aqui
— Ela e pouco conhecida
Andamos pela areia em silencio ouvindo o barulho do mar ate que Cristian quebrou o silencio
— Bom quando gente chegou você ia fala do sonho, como foi?
— Bom eu ando tendo sonhos estranhos a mais ou menos um mês, mas eu sonhei que estava em uma floresta e eu via uma amiga imaginaria que eu criei quando criança, ela apenas me olhava e perguntava o que estava acontecendo comigo, por te esses sonhos estranhos e ela falava para eu ir e acordar, pois logo ela estaria ali comigo.
Enquanto falava Cristian me olhava fundo nos olhos como se pudesse ver meu sonho através deles.
— Promete para mim que você vai tom cuidado?
— Por quê?
— Ela é perigosa
— Como assim? Quem é ela? Você a conhece?
— Quem escolheu o vestido?
— Eu – Era evidente o nervosismo n sua voz e isso me assustavam
— Por quê?
— Eu achei bonito? – Falei em tom de pergunta
— Ou porque era parecido com o dela?
— Também eu acho – Ele tava muito agitado
— Vem comigo – Ele disse me levando pela mão indo em direção ao carro.
— Para onde vamos?
— Pra casa
— Como assim?
— Ela sabia que ia te trazer
— Ela quem?
Ele não respondeu, fomos para casa dele assim que entramos ele me levou para seu quanto antes de entra nos ouvimos uma voz feminina
— Cristian não fuja, eu vou conseguir de um jeito ou de outro, você sabe ela e minha
Senti uma mão no meu pescoço e meu corpo se chocando contra parede, antes de apaga pude ver Cristian lutando com a mulher desconhecida
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