A ordem negra
5 Josh- O inicio das aulas.
Josh foi acordado por Jason, que com sua varinha, causou uma pequena explosão.
Ao acordar, Josh notou aos pés de sua cama, uma pilha de presentes.
— Feliz aniversario cara – disse Jason que estava praticando um feitiço em sua cama. – Encontrei os presentes la embaixo, e trouxe-os para cá. O vermelho é o meu.
Josh notou um presente um pouco maior que os outros, que estava na base da “pirâmide”
— Valeu cara – agradeceu Josh muito feliz. Por um momento havia esquecido seu próprio aniversario. – Cade os outros?
Josh se referia a Isaac e Thomas.
— La embaixo, testando alguns feitiços.
Ele voltou a sua atenção aos presentes.
O primeiro a ser aberto, foi o de Jason.
Eram um par de bastões de quadribol, mas não dos comuns. A madeira era pintada em um belo tom de verde, e haviam detalhes na cor prata. Na base, onde iria sua mão, havia em prata o desenho, em meio relevo de uma pata de urso. E mais para o meio as letras J.A, suas iniciais.
Com certeza ele não poderia usar em um jogo, mas dariam uma ótima decoração.
— Genial – disse ele agradecendo ao amigo, que apenas sorriu.
Em seguida, olhou para o menor embrulho, nele havia um bilhete.
Com certeza será muito útil nesse ano tão importante.
Espero que não tente se livrar dele, pois não conseguira e eu saberei.
PS: Feliz aniversario.
Mamãe.
Ele desembrulhou, dentro havia uma pequena caixa de metal escuro muito detalhado com algumas runas, a parte de cima era de vidro e dentro havia uma pequena bolinha de metal prateado.
— Ah não cara – disse Jason com cara de pânico. – Você tá ferrado!
Para Josh, não parecia nada assustador.
— Por que? – perguntou ele – O que é isso?
Jason se levantou e foi para o lado da cama de Josh.
— Isso, é um Lembrette— viu que o amigo não havia entendido e continuou. – Isso é a pior coisa que você poderia receber esse ano!
“ Os pais mandam isso no ano de exames. – continuou a explicação. – Meu primo disse que recebeu alguns anos atrás. Quando você recebe uma lição de casa e não faz em menos de 12 horas essa bolinha começa a vibrar e se debater, faz um barulho infernal. E só para, quando você acaba de fazer os deveres por inteiro.”
Josh achou que era piada, e simplesmente jogou o objeto no chão. Mas alguns segundos depois sentiu um volume em seu bolso, e em seguida um barulho muito alto e irritante.
Tirou o objeto do bolso, e na parte de video, onde apenas tinha a visão para a bolinha, que se jogava de um lado ao outro da caixa, havia algo escrito.
Não me jogue fora, preguiçoso.
E então ele entendeu ao que o amigo se referia.
— Você tá ferrado!.
E Josh se sentiu meio mal, mas voltou a atenção para os outros presentes.
De Thomas, recebeu uma caixa cheia de doces de todos os tipos.
De Isaac, uma bela camisa azul dos Falmouth Falcons e alguns artigos das Gemialidades Weasley.
De sua irmã, recebeu o livro A bíblia do batedor de Bruto Scrimgeour.
Entre outros presentes.
O dia foi como qualquer outro final de semana, exceto que quase todos que passavam o desejavam feliz aniversario.
Ele passou quase o dia todo na companhia dos amigos, conversando, treinando alguns feitiços. E teve um bom duelo contra Jason, que no final, acabou ficando com orelhas de duende. Problema que foi resolvido em alguns segundos por Madame Pomfrey.
O dia passou rapidamente, e logo veio a noite. Seus amigos foram dormir cedo. Então Josh se juntou a Chloe no salão comunal, que estava sentada em um pequeno sofá.
— Chega pra la pirralha – brincou Josh que se sentou ao seu lado.
— Pirralha? Sou mais velha que você! – reclamou ela.
— Só dois dias – argumentou Josh. Todd tinha acabado de se aninhar em seu colo, e ele começou a acariciar os seus pelos. – E eu sou mais alto que você, então…
— Tanto faz – reclamou a irmã.– Gostou do presente?
— Ah, claro – confirmou Josh sorrindo para a irmã. – Com certeza tem várias dicas para conseguir derrubar os Leõezinhos da vassoura. Apesar de eu já ser muito bom nisso.
Ela concordou.
— É, tenho que admitir que é verdade.
A sala comunal estava começando a esvaziar.
— Você vai ter que me ajudar com a lição de casa esse ano! – disse Josh com ar de liderança. – Se não fosse seus nove NOM’s mamão não iria ter inventado tantas expectativas sobre mim. Ela me mandou isso.
Ele entregou o objeto que recebeu de sua mãe para Chloe.
— Então é minha culpa ter tirado notas boas?
— Tecnicamente é – os dois riram muito. – Imagina se você não tira nenhum. Qualquer coisa que eu conseguisse já seria grande coisa.
Ela olhou para o teto sem paciência.
— Eu posso até te ajudar – disse ela. E Josh já percebeu que algo ruim viria da frase seguinte. – Mas você tem que sair com a Diana de novo, uma vez. Ela me pediu.
— Por que? – admirou-se ele. – Já não deu certo da primeira vez.
— Não deu certo por que você não dava atenção pra ela. – reclamou Chloe. Ela ficou chateada.
— Eu tinha mas coisas pra fazer sabe. – Josh tentou se justificar. Mas logo notou o olhar penetrante da irmã, e desistiu. – Ta bom. No primeiro fim de semana de Hogsmead, um dia. E nada de ir naquele café dos namoradinhos.
— Fechado. – vou dizer a ela.
Josh pegou seu novo Lembrette, se despediu de sua irmã com um abraço demorado. E saiu.
Josh folheou seu novo livro por algumas horas, e nem reparou quando adormeceu.
Ele acordou tranquilamente, o que foi realmente estranho. Geralmente o primeiro acordar, acordava os outros, na maioria das vezes, indelicadamente.
Mas o dormitório estava vazio, o que o fez presumir que já era muito tarde. E realmente era. Quando olhou no seu relógio, viu que já se passavam das duas da tarde. Não se surpreendeu que todos já tivessem levantado.
Desceu até a sala comunal, que estava quase vazia. Alguns estudantes conversavam em um lado ou em outro. Mas eram poucos.
Então Josh presumiu: Os jardins.
E foi direto para la.
E la estavam, na sombra de uma grande árvore, que ficava a beira do lago negro.
Isaac estava deitado, acompanhado de uma estudante, que Josh sabia que era do quarto ano.
Ela era loira, e era realmente bonita.
Os dois usavam roupas casuais. Isaac, calça jeans azul, e uma camiseta simples e branca. E ela usava uma calça de moletom cinza, e um suéter preto, que era muito maior do que ela, Josh reconheceu como sendo um antigo pertence seu, emprestado a tempos por Isaac. E que aparentemente, nunca devolveria.
Ele preferiu não quebrar o clima, e seguiu em direção ao outro lado da árvore, onde estavam os outros dois amigos.
Ambos vestindo-se bem parecido. Calça jeans, que se diferenciava pelo tom de azul. E a cor de seus suéteres eram diferentes. Preto no caso de Thomas, e Jason usava um laranja, com a estampa dos Chudley Cannons.
Eles estavam em uma pequena disputa. Thomas, repetida vezes, atirava uma goles em direção a Jason, que por mais longe que a bola fosse, sempre a apanhava. Era realmente um bom goleiro.
Josh e juntou a missão de tentar fazer alguns “gols” em Jason, mas não conseguiu nenhum. Nem tanto pela habilidade do amigo, mas pela falta da sua.
Depois de quase meia hora de repetições foram chamados de algum lugar a suas costas.
— Hey, Allen, Gross. – gritou uma garota em algum lugar a suas costas.
Era Holly, Holly Follmann. Que vinha em direção á eles.
— Eai – cumprimentou Jason.
Holly era realmente bonita, tinha cabelos castanhos que lhe caiam até o meio das costas. Seus rosto, era de pele clara e muito limpa. Os olhos eram verde brilhante, que atraia toda a atenção. E usava jeans e camiseta. Ela era neta do lendário artilheiro da seleção inglesa, Kendrick Follmann.
— Vim aqui só pra avisar – começou ela com severidade. – Os testes para o time de quadribol vão acontecer no dia 14, quarta-feira, ao pôr do sol – esse ano, com a saída do antigo capitão do time de quadribol da Sonserina, ela tinha lido eleita ao posto. – Preciso dos dois lá, principalmente de você Josh.
“Vai ser muito difícil achar um novo batedor para jogar ao seu lado, com a saída do Mark. Então se puder dar uma olhada na sua agenda e ser se pode comparecer no treino, eu agradeceria.”
Tinha muito sarcasmo em sua voz.
— Tudo bem se você aceitar sair comigo – retrucou Josh com cautela.
Ela apenas o lançou um falso sorriso e foi embora.
— Ela ainda não te da bola? – perguntou Jason após ela ir embora. Josh apenas negou com a cabeça. – Já fazem três anos cara, achei que uma hora ela ia ceder.
— Eu também.
O resto do dia correu tranquilamente, assim como o domingo que o seguiu. E na segunda-feira de manha, Josh foi acordado com um jato de água, que saia diretamente da ponta da varinha de Isaac.
— Oh, eu te acordei? – ele fazia uma péssima voz de inocência. – Sabe, se você estiver afim, posso perguntar ao Prof. Binns se ele se interessaria em vir dar aulas enquanto você continua deitado na cama.
— HA-HA.
Josh não poderia estar mais mal-humorado. Levantou e se vestiu esmurrando tudo que via pela frente.
A preguiça era tanta, que nem fez questão de pegar um uniforme limpo, apenas pegou o que usará na noite da chegada ao castelo. Apenas o lançou um feitiço para acabar com o cheiro e o vestiu.
Ao se olhar no espelho, apenas a perspectiva de ter que arrumar os cabelos o desanimou, então decidiu descer assim mesmo. Como de costume.
Foi ao salão principal acompanhado de alguns primeiranistas atrasados, e quando chegou, encontrou-o lotado.
Localizou seus amigos sentados mais para o meio da mesa, Isaac fez sinal o chamando. Ele estava novamente acompanhado da garota loira.
— Essa é Sarah Ollivander – Isaac a apresentou. – Sabe? Neta do fabricante de varinhas.
Ela apenas o cumprimentou com um “ola” o voltou sua atenção a comida.
Josh serviu-se de bacon e ovos fritos, e entrou em uma conversa nada animadora com Jason e Thomas.
— Cara, Prof. Binns não vai pegar leve – contava Thomas. – Meu irmão, Robbie, contou que no ano dos NOM’s, ele no mínima dobra o dever de casa. Vai ser uma tortura.
— Você ainda tem sorte – disse Jason. – Holly está realmente determinada a ganhar a taça esse ano, eu não duvidaria que marcasse treinos diários. E tem mais esse torneio.
— Esse vai ser um longo ano. – concordou Josh.
Quando faltavam menos de cinco minutos para o sinal tocar, foram em direção a sala de Historia da magia. E a encontraram praticamente cheia, e quando sentaram em seus lugares, Prof. Binns, o fantasma, entrou atravessando o quadro-negro.
— Bom dia a todos – disse ele. Alguns responderam, outros não. – Bem, como quintanistas, devem estar cientes do que o aguarda ao final desse ano.
“Os NOM’s são realmente muito importantes, e são os primeiros grandes exame que enfrentarão, e com base neles, escolherão as matérias que cursarão até o sétimo ano, onde prestarão os NIEM’s. Bom, mais isso é assunto para outra hora.”
Essa conversa durou por todo o primeiro tempo, e só foi interrompida no segundo tempo, onde receberam uma pequena (muito grande e tediosa) introdução a revolta dos duendes, que era um assunto muito importante.
Josh, por sua vez, adormeceu poucos minutos depois que o professor começou a falar, e só foi despertado pelo sinal.
— Cara – Isaac começou a reclamar. – trinta centímetros de lição de casa? No primeiro dia.
— Acho que meu irmão não exagerou – disse Thomas.
Já estava praticamente na hora do almoço, então decidiram ir direto para o salão principal, que estava praticamente vazio.
Sentaram-se e começaram a conversar.
— Algum de vocês vai fazer o teste? – Perguntou Jason para Thomas e Isaac.
— Eu não vou – disse Isaac, tenho alguns outros plano para meu tempo livro nesse ano.
— É, eu também – concordou o outro.
Logo o salão se encheu, e a comida começou a aparecer.
Josh se alimentou apenas de alguns pedaços de torta, que estava muito boa.
— E o tal Clivernmore? – começou Josh. – Acham que é dos bons?
— Bem, ele era auror – respondeu Thomas. – Acho que, pelo menos, deve saber das coisas, os aurores geralmente dão bons professores.
— Vamos descobrir daqui a pouco – continuou Josh. – Temos dois tempos com ele também.
Logo após o almoço, foram direto para o terceiro andar. Onde todos pareciam muito apreensivos.
— Guardem as varinhas – disse o professor ao chegar.
O primeiro tempo de aula, foi tomado, assim como na aula anterior, por informações sobre os NOM’s. E depois, no segundo tempo, uma grande revisão, sobre tudo que haviam aprendido até ali.
E logo todos tinham uma opinião sobre ele.
Com certeza, ele sabia o que estava lidando. E Apesar da aparência gentil, todos perceberam que não quereriam entrar em um duelo contra ele.
Os últimos minutos de aula foram tomados por um debate sobre os Barretes Vermelhos. E quando o sinal tocou, foram dispensados. Exceto Isaac, o professor pediu para que ele ficasse para um chá.
O dia logo anoiteceu, o que estragou os planos dos garotos de passarem um tempo nos jardins. Então decidiram ir para a sala comunal, e com a ajuda de Jason, Josh conseguiu completar o dever de Historia da magia. Que ficou particularmente idêntico ao do amigo.
Josh foi dormir cedo, queria guardar energia para o novo dia de aula.
Ele foi o primeiro no dormitório a acordar, e teve grande prazer de devolver o favor a Isaac, que assim como ele no dia anterior, não gostou muito.
A manha correu razoavelmente rápido. As aulas de Estudo e convivência com os trouxas teve o mesmo assunto das do dia anterior os NOM’s. A aula de feitiços foi igual.
Após o almoço, foram em direção a floresta proibida. Onde esperando eles, estava o Prof. Hagrid. Com uma caixa razoavelmente grande a suas costas.
— Se aproximem – disse o ele. – Alguém arriscaria um palpite sobre o que tenho aqui?.
Silêncio.
Todos se aproximaram da caixa, e quando o professor abriu la estavam, criaturas que eram extremamente parecidas com ratos, exatos que eram muito maiores, quase do tamanho de um gato. Tinham pelos mais curtos e um pescoço muito mais longo.
— Esses – anunciou Prof.Hagrid. – São Furãozões.
Josh percebeu, que dentre alguns grunhidos, eram reconhecidos vários palavrões e insultos saindo de suas bocas. O que deixou algumas garotas realmente fendidas.
Ele gostou dos animais.
— Esses, é um animal que provavelmente estará na avaliação dos NOM’s. E seguiu com um discurso parecido com o dos outros professores.
E no segundo tempo, começaram a realmente a estudar os animais, que Josh já conhecia um pouco.
— Os Furãozões se alimentam basicamente de caça, gnomos e pequenos mamíferos. – explicava o professor com grande entusiasmo. Mas Josh sabia, que ele teria muito mais prazer em ensinar, se no lugar daqueles animais, estivesses dragões. – São usados por alguns bruxos para desgnomizar os jardins. Mas pode ser um problema, se o bruxo não souber como lidar, pode acabar nunca mais conseguindo se livrar dele. Eles aprendem a falar com os humanos, mas só algumas palavras, como vocês podem perceber.
Ele falou por mais alguns minutos. E então mandou os alunos formarem duplas, para estudar o vocabulário dos animais, ver quais palavras sabiam, se sabiam o que significavam, e que tentassem ensiná-los algumas.
Josh se juntou com Isaac para a tarefa, e pegaram um dos animais para estudar. Esse, curiosamente lembrava também uma raposa, e eles logo viram o que ele sabia falar. Seu vocabulário incluam as palavras, bosta de dragão, pegue esses gnomos, e alguns belos palavrões. E em poucos minutos tiveram sucesso em ensinar o animal a dizer, Grifinoria fede, Sonserina manda, e alguns insultos que perceberam, ele ainda não conhecia.
E pelo bom trabalho, foram isentos da lição de casa.
Voltaram ao castelo, novamente tentando convencer Isaac a compartilhar o assunto da conversa com o professor no dia anterior.
— Já disse – ele se defendeu. – Ele pediu pra não falar com ninguém, não quero que ele desista de me incluir no que está fazendo. E agora se me dão licença, tenho mais o que fazer.
E deixou os amigos sozinhos.
— Que é que tá havendo com ele? – admirou-se Jason – Ele não era assim antes. Estranho.
— Muito – concordou Josh enquanto atravessavam a entrada do castelo e seguiam em direção as masmorras. – Será que é aquela garota?, ela não parece muito simpática.
— Não é ela – disse Thomas no momento em que desciam as escadas. – Ele já disse que não gosta dela. Só tá passando um tempo.
O tempo pareceu voar. E logo já estava na hora de dormir.
O dia seguinte amanheceu com cara de segunda-feira, nos últimos dias Isaac simplesmente abandonou a rotina de jogar água nos amigos de manha, e simplesmente acordava e ia para o salão principal.
Apenas a perspectiva da aula de transfiguração já deixava Josh cansado.
— Não entendo essa da Prof.McGonagall de querer ensinar os alunos pessoalmente no quinto ano. – disse Jason. Que era o único companheiro de Josh naquele café da manha. Agora que Thomas passava a maior parte do tempo livre conversando com Isaac e Sarah.
Josh concordou.
— Acho que não confia no Hartwell. – disse ele pausadamente enquanto mastigava algumas fatias de bacon. – Deve achar que não vai ensinar direito.
A aula foi extremamente chata. Foram formadas duplas, que deveriam revisar todos os feitiços apreendidos no ano anterior. E quem falhasse em algum, ganharia dever de casa. Por sorte Josh e Jason não ganharam.
A segunda aula do dia foi poções.
— Muito bom dia – cumprimentou o animado Prof. Slughorn entrando na sala. – Na última aula, fizemos pequenas revisões, mas essa aula iremos realmente entrar em um novo assunto. Abram na página vinte.
E la estava, a poção nauseante.
Aparentemente não era muito complicada.
— Juntem-se em duplas – pediu educadamente o professor enquanto aparentemente começava a preparar o antídoto.
Novamente Josh e Jason fizeram dupla.
— Você pega os ingredientes enquanto eu começo a preparar o fogo. – disse Josh.
E assim fizeram, e depois de no máximo meia hora de aula todas as poções estavam prontas.
A Josh estava sentindo uma enorme vontade de vomitas, seu estômago parecia tentar fugir de dentro de si.
E logo foi reconhecido o pior trabalho. Feito por dois alunos Grifinorios, que haviam feito seu caldeirão virar fumaça. E assim, foram escolhidos para serem os provadores.
No fim, dois alunos da Grifinoria haviam feito a melhor poção, e por consequencia conquistaram vinte pontos, dados de mal grado pelo professor, para sua casa.
O resto do dia foi razoavelmente normais.
As aulas de Trato das criaturas mágicas correram bem. E eles aprenderam sobre animais chamados Pelúcios, que procuravam coisas brilhantes.
E lentamente o dia acabou.
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