A nova garota

15 Sem conseguir dormir a noite


Notas iniciais
Oieeeeee gente! Dessa vez eu nem demorei tanto! :3 Ps: As Shippers Kanammy vão pirar (no bom sentido) com esse capitulo PPS: O Kanato ficou sem o Teddy durante esse capitulo

Mika ia dormir no quarto ao lado do meu, eu marquei mentalmente para não me preocupar com o que Kanato possa fazer, mas parece que não deu muito certo, afinal, passei a noite toda acordada.

Agora já é uma da manhã, e estou tentando dormir em concentrado no céu estrelado que posso ver na janela. Estou á um fio de me impedir de pegar uma faca e ficar de guarda na frente da porta do quarto de Mika.

Calma Thammy, calma... Está tudo bem... Ele estava somente brincando... Afinal, tudo que o Kanato diz parece ser brincadeira. Ele estava somente querendo lhe irritar.

Repreendi-me mentalmente. Senti meus olhos ficarem pesados, e não contive meu bocejo.

– Melhor eu dormir – sussurrei para ninguém além de mim – Okay... Estou ficando louca falando sozinha... E eu continuo fazendo isso – Murmurei – Okay, agora eu vou dormir – Falei em um bocejo – Não é como se algo ruim fosse acontecer... – Sussurrei deitando-me. Aconcheguei minha cabeça entre os travesseiros, e deixei o sono me levar.

Bem, eu estava quase dormindo quando o filho da p#t@ do barulho de uma porta brindo, me despertou! VALEU AUTORA! SÈRIO! E PARA CONSTAR, EU TE ODEIO! (N/A: Eu sei que você me ama, pois sem mim você nem existiria) (N/Thammy: Pior que você tem razão T-T).

Enfim... Eu abri os olhos instantaneamente. Sentei-me em um pulo. Agora me fizeram entrar em estado alerta. Eu fui andando nas pontas dos pés até a porta e a abri. Eu não queria provocar uma algazarra, afinal, ainda podia ter sido nada.

Tentei me guiar no corredor escuro, mas eu mal conseguia enxergar uma maldita palma de mão na minha frente. Tentei me guiar apoiando-me nas paredes. Por uma ironia terrível do destino, eu acabo esbarrando em alguém.

Caí de bunda no chão. Quem estaria andando pela casa á essa hora? Bem, na minha mente só consegui pensar em um maldito maluco que faria isso.

– Kanato, é você? – Sussurrei. Ouvi-o bufar.

– Garotas... –Ele murmurou confirmando minha afirmação.

– M-me ajuda a levantar – Falei. Eu não queria parecer fraca, mas se levantar sozinha no escuro sem enxergar um palmo da mão na a frente é o cúmulo!

– Humanos... – Eu o ouvi sussurrar – São tão frágeis... – Ele falou encontrando meu pulso e o puxando para si bruscamente. Eu me levantei um tanto surpresa com a brutalidade. Kanato continuou a falar.

– Vocês, humanas... São tão frágeis... Tão delicadas... Seria tão fácil machuca-las – Ele falou, e pelo seu tom de voz ele parecia um psicopata. Eu arregalei os olhos, e engoli um seco.

– V-você não vai encostar nenhum dedo na Mika, ouviu bem? – Sussurrei.

– humana estupida... – Ele sussurrou me colocando contra a parede – Tão bobinha... Como se pudesse fazer algo contra mim – Ele disse pressionado o corpo contra o meu. Eu engoli um seco.

– K-Kanato... O-oque estava f-fazendo aqui? – Falei gaguejando. Senti minha língua ficar seca. Ele riu, apoiando a cabeça em meu ombro.

– Eu estava indo lanchar... – Ele sussurrou. Eu já estava acostumando minha visão ao escuro, e percebi que ele olhava para a porta do quarto de Mika.

– Não... – Murmurei perplexa.

– Se quer saber... Ainda não me alimentei... Pois você me atrapalhou – Ele disse em um tom de acusação.

– P-por f-favor Kanato... N-não se alimente d-da Mika... – Falei perplexa.

– Mas eu estou com sede... — Ele disse como se fosse uma criancinha.

– Por favor... – Eu sussurrei encarando-o, olhando-o nos olhos – Por favor... Não faça isso com ela – Eu sussurrei – Ela pode parecer forte, mas é frágil... Ela não estaria preparada mentalmente para isso... Por favor, Kanato... – eu sussurrei. Minha visão ficou meio embraçada. Eu pisquei tentado afastar lagrimas.

– Tão frágeis... – ele sussurro acariciando meu rosto, como se eu fosse alguma boneca de porcelana – Porque acha que eu aceitaria algo de você? – Ele diz em um tom teimoso. Eu engoli um seco e respirei fundo.

– Por favor, Kanato... Não faça nada com a Mika... – Eu murmurei enterrando meu rosto em seu ombro, eu sei que eu chorava, senti algo molhado escorrendo em meus olhos. Uma ideia se passou pela minha cabeça. Eu nem pensei duas vezes antes de dizes:

– O que você tiver que fazer com ela... Faça comigo... – Eu murmurei surpresa com minhas palavras.

Por um momento pensei que ele iria recusar meu pedido, ou fazer alguma piadinha, mas não. Senti sua mão afastar a gola de meu pijama revelando minha clavícula. Eu fechei os olhos, e esperei.

Senti duas pontadas gélidas perfurando meu pescoço. Eu mordi o lábio comprimindo um gemido de dor. Apertei o tecido da blusa de Kanato, em uma tentativa de amenizar a dor que senti em meu pescoço. Depois de alguns minutos que me pareceram horas, comecei a me sentir fraca, minha visão começou a ficar turva.

– Kanato... – Eu sussurrei – E-eu acho que está na hora de para... – Eu sussurrei, mas ele me ignorou. Tentei me esforçar para me manter acordada.

Passou um tempo, e ele finalmente tirou as presas de meu pescoço. Eu estava fraca, mal conseguia me manter em pé. Eu cambaleei, e ele me segurou.

– Está com sono? – Ele perguntou um tanto irônico – Que pena... Logo quando a brincadeira estava divertida – Ele disse com um sorriso psicótico nos lábios. Meu sangue escorria entre seus dentes dando-lhe uma aparência assustadora.

– I-idiota... – Consegui murmurar. Ele riu.

– Está tão frágil... – Ele observou acariciando meu cabelo – Precisa de ajuda?

– Não – Falei me afastando dele – Eu posso me virar sozinha – Falei indo em direção ao meu quarto. Pena que a autora vive querendo sacanear com minha cara, pois eu tropecei a caí de cara no chão. (N/A: Já falei que adoro quando você sofre um acidente? Pois aí você fica mais vulnerável e frágil, aí você precisa de ajuda de certo alguém para se manter-se em pé...) (N/Thammy: Só para constar, eu te odeio!).

Bem... Continuando, eu tropecei e quase que caia de cara no chão se Kanato não tivesse me segurado.

– O-obrigada – Sussurrei. Minha voz saiu rouca por conta de minha falta de sangue.

Ele deu uma risada.

– Humanos... Tão frágeis... Como se fossem bonecas de porcelana... Que mal conseguem ficar em pé sozinhos... – Ele falou de uma maneira assustadora me fazendo estremecer.

– Eu consigo me manter em pé– sussurrei roucamente me afastando dele. Claro que quando fiz isso eu cambaleei, e tive que me apoiar nele novamente.

– Tão fraquinha... – Ele sussurrou como se tivesse pena, mas ao mesmo tempo seu tom era de deboche. Antes mesmo que eu pudesse argumentar ele me colocou no colo.

– Kanato! – Eu sussurrei com minha voz rouca, ainda bem que estava escuro, para ele não notar que eu corei – O que...? – Murmurei perplexa.

– humana estupida... – Ele murmurou – Nem se quer aceita minha ajuda – Ele murmurou andando em direção a porta de meu quarto.

– E-eu não preciso de ajuda – Murmurei cruzando os braços. Ele me ignorou, e abriu a porta do quarto, e em seguida me deitou na cama, sem nem falar nada.

Quando ele estava se dirigindo a porta do quarto, eu o chamei.

– Kanato... – Eu murmurei, ele se virou para me encarar – Por favor, não incomode a Mika... – Eu sussurrei. Ele inclinou a cabeça para o lado e fez um sorriso fofo.

– Bem... Eu não estou mais com sede – Ele disse depositando um beijo em minha testa.

Eu corei enquanto o observava se retirar do quarto.

Eu fiquei encarando a porta até o sono conseguir me levar, e então, eu adormeci.

Notas finais
Shippers: Cadê o beijo? Eu: Que beijo? Shippers: Do Kanato e da Thammy... Eu: Minha gente, nem procurem isso nos primeiros capitulos, saibam que ainda vai demorar... Shippers: Porque? Eu: Ainda tem muita coisa para acontecer antes... Shippers: Porque? Eu: Porque adoro provocar vocês HUEHUEHUEHUE