A nova Volturi
6 Capítulo 6 Uma nova ameaça
Acordei sentada em uma mesa, uma humana chamada Bianca, a recepcionista, colocou uma tala em meu braço. Eu estava me perguntando por que tinha uma humana trabalhando em um castelo de vampiros, até que ela sorriu para mim e disse:
-Estão te esperando. — ela viu que eu estava meio perdida ainda e apontou um corredor — É por alí.
-Obrigada.
Quem será que me carregou até lá? Em quanto atravessava o corredor, pensava no que poderia acontecer. Eu estava envergonhada por ter me machucado, seria humilhante ser expulsa da guarda por isso. A luta não começou por minha causa, já sabia que Stefan e Vladimir, os únicos sobreviventes do clã romeno, eram inimigos dos Volturi e buscavam vingança.
Fechei a mão com força, estava irritada. O fogo das tochas que iluminavam a parede aumentou e se movimentou rapidamente. Me assustei, poderia causar um incêndio, então parei e fiz um movimento delicado de "acalmar", assim o fogo diminuiu e quando eu voltei a caminhar, voltou ao normal. Será que estava desenvolvendo um novo poder?
Notei que meu braço não estava mais doendo, tirei a tala e guardei em um bolso da capa que ainda estava vestindo.
Parei na entrada da sala onde os vampiros ficavam, me senti deslocada, odiava aquela formalidade, e queria ser mais iniciativa.
-Entre. — sorriu Aro. Todos olhavam para mim, que saco! — Está tudo bem?
-Sim, meu braço já melhorou.
-Estávamos conversando sobre o que aconteceu. Já sabia sobre o clã romeno, estou correto? — a voz dele era o único som que contrastava com o silêncio absoluto da sala.
-Sim, no livro.
-Você já havia lutado antes?
-Não, foi a primeira vez.
-Pelos relatos que ouvi, se saiu razoavelmente bem. — surpresa! — Mas precisa aprender algumas técnicas para não ser derrubada novamente. Todos os vampiros da guarda terão aulas de luta com Eleazar e Carmen, do clã Denali. Chegarão amanhã. Ah, Katherine, já enviei uma carta à Helena falando de seu posto.
-Jane, mesmo que fique irritada, é uma medida de segurança. Os romenos podem atacar novamente. — falou Caius, sério.
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