Notas iniciais
Hello people! Desculpa ficar esse tempo sem postar, minha net está uma merda e estou sem tempo!

Enquanto Gibbs pilotava o navio, eu estava na minha sala, e a filha daquele riquinho estava dormindo. Fiquei varias horas analisando mapas e testando varias rotas e possíveis locais para encontrar o Santo Graal. Bebi tanto rum que não conseguia ficar em pé. — Rum... Acabou o rum... Atirei a garrafa no chão, fazendo a garota acordar. — Ei! O que está fazendo seu imundo? — Calada Julieta. Fui cambaleando até ela e me sentei na cama. — Você não tem *bocejo* o direito de me dizer isso. Ela me deu dois tapas na cara. — Seu pirata nojento, está bêbado e tem um hálito fedorento. — Escuta aqui bonequinha *bocejo* eu sou o pirata mais bonito *bocejo* e desonesto que você já viu. Ela me empurrou da cama e se deitou. — Me deixe dormir, seu ridículo. Que idéia idiota que meu pai foi ter. Aproveitei que ela estava olhando para a parede e me deitei ao lado dela. — Boa noite mamãe. Ela olhou para mim e disse: — Seu bêbado, saia da minha cama! Eu me levantei, olhei para ela e disse: — Que tal bonequinha, eu paro de te irritar e essa noite somos só nós dois? — SAIA! Sai de minha sala e fui até o convés, que mulher estressada. Fiquei observando o mar até que alguém toca no meu ombro. — Olá Jack. — Barbossa? Como você veio parar aqui? — Não importa, o que importa é pra onde vamos. Olhei minha bússola, que apontava para o leste. — É pra lá. Disse, apontando para o leste. — E se é para o leste o que estamos fazendo indo pro oeste? — Ver uns velhos amigos. *** Um tempo se passou, e não me lembro de nada daquela noite, só sei que acordei caído no chão do quarto de Julieta. — Que dor de cabeça do inferno! Olhei ao redor e não encontrei ninguém, mas já estávamos em Port Royal. Corri até a cidade e fui na casa que supostamente era dos Turner. Dei 3 toques de leve na porta, e Elizabeth abriu. — Jack! O que faz aqui? — Me dê licença bonequinha, preciso falar com o Turner, ele está? Disse, entrando na casa. — Will foi trabalhar, e claro, você pode entrar. Ela respondeu, virando os olhos. — Então quer dizer que você está sozinha? Me aproximei de Elizabeth e puxei ela pra perto e roubei um beijo dela. E mais uma vez, levei um tapa na cara. — Jack! O que você quer aqui? Se for pra ficar dando em cima de mim pode ir embora! Dei um sorriso amarelo pra ela e disse: — Não foi pra isso não bonequinha, vim aqui porque preciso de tripulação para uma nova aventura, e como descobri que Will está livre da maldição, resolvi passar aqui. Elizabeth olhou pela janela, suspirou e disse: — Não estamos mais interessados em aventuras Jack, queremos uma vida quieta e tranqüila. — E se for por uma vida longa e cheia de felicidade? Perguntei. — O que quer dizer? — Bom, o que eu quero é o Santo Graal, o cálice que Jesus utilizou na última ceia, e quem bebe nele vive para sempre. — Jack, você não percebe? Ninguém quer ter vida eterna! Viver para sempre e ver pessoas a quem ama morrerem não vale a pena. — Então eu deixo vocês venderem ele pelo preço que for. — Não queremos dinheiro Jack, agora por favor vá embora. Respirei fundo, tirei meu chapéu e disse: — Então me ajudem, por favor? Ela ficou instantes em silencio e respondeu: — Vamos falar com Will primeiro. — Quando ele chega? — Daqui 2 horas. — Que bom, vou me divertir em quanto isso. — Jack! — Diga. — Sentimos sua falta. Abri um pequeno sorriso e disse: — Quem não sentiria? Will's POV — Muito bem, só mais 2 horas até eu ir pra casa. — Ei, Turner. — O que foi Dennis? — Você sabe quem é aquele cara, vestido feito um pirata? Fui até o vidro e dei uma olhada, mas não pode ser! — Claro que sim! — Mas antes de falar com ele preciso terminar o trabalho. Jack's POV Ainda estou me perguntando onde todos estão, quando acordei o navio parecia deserto, nem mesmo Gibbs estava lá. Passei em frente a uma loja de roupas e vi Julieta. Me aproximei dela e disse: — Olá boneca, o que faz aqui sozinha? — Quando você vai aprender a chamar os outros pelo nome? — Nunca. Respondi — Chamo como quiser. Ela revirou os olhos e continuou olhando algumas peças de roupa. — Assim que terminar isso, volte para o navio. Disse a ela Fui até a taverna, o único onde a tripulação poderia estar, e eu estava certo. Estava a maior barulheira, não conseguia ouvir meus próprios pensamentos. Barbossa estava sentado tomando uma garrafa de rum, numa mesa isolada, me juntei a ele. — Acordou finalmente Jack. Disse ele com um sorriso no rosto. Peguei a garrafa da mão dele e coloquei os pés na mesa. — Belo dia hoje, não é mesmo Barbossa? Disse, com um sorriso de ponta a ponta. Ele deu um sorriso amarelo pra mim e perguntou: — Então Jack, o que estamos procurando? — O Santo Graal. Respondi — Ahhh, o perdido cálice de Cristo. — E você sabe onde está, Jack? — Não faço a mínima idéia. Respondi, dando um gole na garrafa de rum. Coloquei a bússola na mesa. — Mas isso aqui sabe. Julieta veio correndo me chamar. — Jack... Venha... Rápido! — Calma boneca, respire. — Cale a boca e vem! Eu e ela corremos, ela me levou até o navio, havia alguns bandidos desancorando-o. — Ei! O que pensam que estão fazendo com o meu navio? Perguntei — Cale a boca pirata, o navio agora é nosso. Saquei minha arma e dei 2 tiros, acertando dois deles, ficaram feridos mas não morreram. O terceiro saiu correndo de medo. Me aproximei deles e disse: — De quem é o navio? — Seu! — E quem sou eu? Ficaram em silencio — Eu sou o capitão Jack Sparrow! — Isso, isso! Eles disseram — Agora corram, se quiserem suas vidas. Eu disse rindo. Os ladrões de navio correram para longe e eu fui para minha sala, Julieta me seguiu. Me sentei e comecei a mapear novamente. Ela ficou me olhando. — O que foi princesa? Ela não respondeu. Quando deram as duas horas, fui na casa dos Turner novamente. Bate na porta e Elizabeth abriu de novo. — William está aqui? Ela aponta para a esquerda. — Olha ele ali. William chegou e olhou para mim, surpreso. — Jack, o que faz aqui? Fui direto e respondi: — Preciso de tripulação para uma nova aventura. Ele suspirou — O que você quer dessa vez? — O Santo Graal — Bom... Se Elizabeth concordar, nós vamos. — Mas Will, com quem vamos deixar Olivia? — Nós podemos deixar com a vizinha, ela ama nossa filha. — Então tá, nós vamos Jack. — Ótimo, vejo vocês no navio, o primeiro, logo ali. Fui na taverna, chamei todos e fui para o navio. Quando todos estavam lá, inclusive Will e Elizabeth, partimos para leste, estávamos indo para uma ilha chamada Crandor. A viagem no mar duraria cerca de 2 meses, sem nenhum contra-tempo é claro. William e Elizabeth ficaram cuidando dos mapas e eu fiquei no leme. Os outros estavam cuidando da âncora e das velas. -Gibbs! Grite — Venha aqui! — O que foi capitão? — Cuide do leme, quero ver uma coisa. Gibbs tomou conta do navio e eu fui ao porão, onde guardava algo que somente eu havia descoberto naquele navio. La embaixo, havia uma porta, e atrás dela havia uma chave, que abria uma coisa que eu não sabia o que era, peguei aquela chave e guardei. Quando subi o tempo estava normal, e a água estava calma. Will veio falar comigo. — Jack, descobrimos varias passagens para entrar em Crandor, temos 2 aqui por trás e uma pela frente, a da frente é uma entrada mais difícil de ser vista, mas podemos encontrar. — Bom trabalho Turner, pelo visto não perdeu o senso de pirata. Eu disse sorrindo. Ele voltou para minha sala, e eu peguei minha bússola, que apontava para o leste. O dia se foi rapidamente, e nós estávamos todos na sala do capitão, bebendo muito rum, pra variar. — E foi ai, que minha mãe respondeu que me odiava. Disse Marty. Todos nós caímos na gargalhada. Will que estava no controle gritou lá de cima: — Jack, sereias! Os homens começaram a tremer. Me levantei e comecei a guiar os homens — Lá pra baixo, rápido homens, RÁPIDO! Todos os homens desceram, menos eu e William. Subi até junto de Will. — Cuidado Jack, não escute a canção delas. — Sereias não me afetam, já descobri como ignora-las. Aquelas criaturas ficaram nos observando, e derrepente começaram a cantar. A principio William resistiu, mas depois ele saiu de si e começou a lentamente seguir o canto. — Resista William! Ele parecia um morto-vivo, andando sem responder. Eu tirei minha camiseta, derrubei ele no chão e amarrei as pernas dele. — Pronto. Para minha surpresa, uma sereia subiu no navio e veio em minha direção, ficou a centímetros de distancia. — Olá boneca. Sem mais nem menos, cravei minha espada em seu peito, alguns segundos depois ela sumiu como pó. Não faço a mínima idéia do por que, mas as outras sereias fugiram, e Will ficou livre do canto. Coloquei minha camiseta novamente. — Obrigado Jack, salvou minha vida. Depois que tudo se acalmou, a maioria da tripulação foi dormir, menos eu, Elizabeth e Julieta. A filha do riquinho estava deitada, lendo um livro, e Elizabeth, bebendo. Elizabeth estava bêbada, e estava ridiculamente engraçado. Me sentei no chão para descansar, Julieta dormiu, e Elizabeth parou de beber, mas ainda estava alcoolizada. — Jaaaaaack... — O que foi? — Eu quero vocêeeee... Ignorei-a, ela veio e começou a me beijar Tentei afasta-la, mas ela estava incrivelmente mais forte do que eu. Me levantei e retribui o beijo, colocando-a contra a parede. Paramos de nos beijar quando faltou ar, ela queria continuar, mas eu não. Normalmente eu me aproveitaria da situação, mas dessa vez foi diferente, meu corpo se recusou a fazer aquilo. Separei nossos corpos, impedindo-a de continuar me beijando. — O que foi Jack, não diga que não quer... — Olha bonequinha, não vou fazer isso com você, porque você é casada, normalmente eu faria, mas espero que isso passe logo. Saí daquela sala, e me deitei em uma rede, que estava perto do leme. Dormi observando as estrelas. ***

Notas finais
Não sei se esse capitulo ficou bom, se puderem dizer o que acharam , ficarei feliz!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.