A mensagem

1 Capítulo único.


Notas iniciais
Bem,gente!É uma one-shot para descontrair da rotina,sabe,escrever um pouco.Caso queiram ouvir uma música enquanto leem,sugiro que ouçam esta:https://www.youtube.com/watch?v=6eVC1WnnLuk Boa leitura!Caso tenha dúvida sobre alguma palavra,consulte o dicionário.

Tinha 16 anos, eu era supostamente uma jovem comum como todas em minha região, porém naquele sábado fiquei com um sentimento no qual nunca tive, uma forte curiosidade, e uma ansiedade ameaçadora acompanhada de um imenso terror.

Estava eu,em minha cama, "falando" com minha amigas, quando chegou outra,uma na qual acabara de chegar com uma urgente notícia.

"Gente, hoje eu vi uma pessoa deixar na minha caixa de mensagens uma mensagem bem esquisita, alguém que sequer conheço! O que vocês acham?Também receberam mensagens estranhas?"

Ela dizia, mas nenhuma de nós havia recebido mensagem alguma de ninguém que não conhecemos, e todas perguntaram a garota qual tipo de mensagem seria.

"Era um link que não levava a coisa alguma, que estranho! E ainda digitou em uma língua que nem o tradutor revelou! Talvez seria algum ser sobrenatural? Estou com medo!"

Minha curiosidade aumentava conforme lia as mensagens, precisava saber do que tal coisa se tratava, ao contrário das outras garotas ali presentes. Todas digitavam que aquilo seria uma mentira ou um engano,até mesmo ilusão. Mas eu não, diferente delas, eu só precisava saber daquilo. Acreditava que poderia ser mais do que apenas um simples trote.

"Qual era o número? O nome? Me fala!"

Comentei na conversa, mas em seguida, a resposta foi que tal pessoa não continha nenhum dado a mostra.

"Poxa amiga, fala! Você está brincando, não tem a menor graça!"

Todas mantinham os dedos quietos, observando minha conversa com a última pessoa que tinha entrado no bate-papo.

"Não, eu não estou brincando, é bem sério!Estou um pouco assustada sobre isso, nem ousaria perguntar quem ele é! Espero que seja só um lunático do que um assassino. "

Eu também estava, são mensagens de pessoas desconhecidas que podem ser qualquer coisa, de qualquer maneira, mas não respondi, passei cerca de cinco minutos pensando sobre isso, quando minha mãe entrou em meu quarto do nada, falando sobre trabalho e roupas. Esperei-a terminar de citar suas novidades, para a contar a minha após, e a contei.

"Ah,filha! Com certeza é um truque ou problema no celular dela! Não acredite em coisas assim tão fácil, você já é quase adulta! Sei que você não é bobinha assim."

Sempre acredito nas palavras de minha mãe, no entanto, continuei com minhas dúvidas e decisões.

Quando almocei, minha mãe e meu pai foram trabalhar, era o último dia,pois o dia seguinte seria um ótimo domingo.

Fazia meu celular o barulho de quando alguém está a me chamar, enquanto terminava meu suco, era supostamente, um número desconhecido.

"Alô?"

Atendi, mas não recebi nenhuma resposta, foram-se dois minutos de espera, mas nenhuma pergunta fora respondida.

Então, decidi digitar as minhas amigas o imprevisto.

"Amiga, não é nada, relaxa! Com certeza era alguém te mandando um trote!"

Não conseguia me relaxar, minha pessoa era uma humana tão curiosa, e tal ansiedade não me fazia bem, foi pela primeira vez que estava tão determinada a algo, mas não podia fazer nada.

E, foram-se meia hora, recebi uma mensagem, era exatamente como minha amiga tinha descrito, mas com letras de cabeça para baixo no lugar de uma língua desconhecida.

"Tenha cuidado."

Era o que a mensagem dizia,não entendi o motivo de escrever algo do nada, assim, eu senti leves arrepios em minha espinha.

Quando já estava de tarde neste mesmo dia, observei certos seres vagarem atrás de minha janela ,meus pais iriam demorar para chegar, estava com medo, uma grande garota com medo de luzes negras ambulantes,que criança eu sou!

E os tais seres parecido com humanos, diziam em uma linguagem embaralhada, de modo com que eu não conseguisse entender. Tinha com medo, fazendo meu sangue borbulhar feito caldeirão, mas de certo modo, estava fria, por conta de calafrios. Meu pé congelava, mas tomei uma decisão e abri a janela, e para minha surpresa: Eles desapareceram! Como eu fiquei aliviada!

Mas, de certo modo, a porta de minha casa recebia batidas repetitivas. Quem poderia estar batendo na porta? Meus pais voltariam apenas uma hora depois, e não marquei nada com ninguém. Novamente, voltei a congelar de medo.

Não poderia apenas ouvir esses sons, e certa de tal ação, desci as escadas e me direcionei a minha cozinha, pegando uma faca longa abrindo a porta que recebia tantos barulhos, mas ninguém estava lá. Me desarmei vendo o quão inútil era acompanhar uma faca para cá e para lá, pensando no assunto, apenas segurei, baixei a guarda. Estava contra a porta, virei-me. Lá estava o ser, a porta se fechou imediatamente. O ataquei com a arma que estava presente em minha mão, mas ele desfez sua forma virando sombras, um vulto. Recebi outra mensagem em meu celular, que estava em meu bolso.Peguei-o.Já exprimida a porta e com minha simples mão tremendo,a li.

"Parece que você perdeu."

Ele sentiu meus pais chegando na porta no outro lado da sala, pensei que eu e meus familiares ficariam ilesos, mas o ser de sombras me fez ficar tonta instantaneamente, com a visão turva, sem força nos músculos. Desmaiei.

Ao acordar, estava intacta, viva, sem nenhum arranhão ou roupa rasgada,em compensação minha casa estava vermelha em acompanhamento de um odor horrendo, procurei respirar o menos possível.

"Pai? Mãe? Onde vocês poderiam estar?"

Sem resposta, gritava e gritava, mas não achava um ser vivo sem ser eu naquela casa.

Então,cheguei a outra porta,e ao primeiro olhar...

"Mãe! Pai! O quê?!"

Sob meus olhos, estavam rios de lágrimas que caminhavam meu rosto, ardendo de infelicidade, e com a inesperada surpresa, me ajoelhei perante os cadáveres, com uma face tristemente vermelha e mãos acima de minha boca.

"O que aquilo fez...Não,claro que não é real, não sou tão bobinha assim..."

Estavam órgãos e sangue explodidos acima do chão,e o teto pingava aquele líquido vermelho.

"Não pode ser...Não, não...É só uma brincadeira de mal–gosto!"

Após,meu celular fez o barulho de notificação. Eu abri para olhar. E novamente, era aquele ser abstrato.

"Você deveria ter mais cuidado com o que faz. Ficar muito tarde no celular te faz mal, neném."

As letras estavam novamente contrárias.Eu não podia me mexer, então me sentei, realmente triste, ainda com lágrimas em meus olhos, gritando desesperadamente. Os insultos do tal não eram importantes no momento.

"Que droga, cretino!"

Eu colocava ódio em minhas palavras, enquanto ficava mais suja e grudenta socando o chão.

Assim passou-se a noite.

A polícia veio, após um relato de gritos suspeitos e altos que os vizinhos fizeram. Até o momento presente, ninguém pode achar o assassino, pois ele nunca mais apareceu. Enquanto eu?

Bem,estou com 17 anos e meio,e apenas agora estou relatando este fato. A amiga que recebeu aquele link tinha se mudou para outra cidade, hoje ela é policial. Vivo com o resto de minha família, e desde o caso, evitei ao máximo qualquer tipo de acesso a bate-papos via celular.

Notas finais
Bem,agora vocês vão ficar menos no celular,né pessoal?~Risos~Sei,vocês não vão desgrudar dele.Até agora,essa é minha melhor fiction de todas!Favor,comente e caso queira apontar um erro,não esqueça de colocar a frase e o erro,espero que tenha feito notas sobre a história!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!