A menina perdida

14 O Dragão, a Fada e o Rato


Notas iniciais
Me entreguei a um novo projeto literário, por isso havia parado de postar aqui ...

O caminho que levava a cidadela era em uma caverna no topo do monte quebrado , furúnculo usava um florete que lhe fora dado por Meridel o rato admirava a bela arma parecia ter sido forjada para o próprio Rato ,ao seu encontro ia A Rainha Titânia acompanhada por dois Homens altos um de pele morena com um par de asas rubras que emergiam de suas costa , em sua mão repousava um escudo com a fase de um dragão negro, o outro Homem era meio Pálido mais tão alto quanto outro de suas costas saiam asas purpuras , em suas mãos repousava uma espada ainda dentro da bainha seu cabo era cravejado de Rubis .
–Nos despedimos aqui meus amigos fala a Rainha.
– Os homens se curvaram para rainha , que agora usava uma armadura completa feita de um material negro na cabeça um elmo a protegia ate a altura da nuca ,pegando a espada e o escudo dos dois homens fadas ela própria fez uma reverencia aos dois q sem mais uma palavra deixaram o lugar.
–Vamos Furúnculo brandiu a Rainha .
–A senhora esta formidável fala o rato acompanhando a Fada Guerreira para o interior da caverna.

Enquanto isso uma pequena garota de cabelos dourados se empanturrava na sala da grande mesa No castelo de Meridel .
–Você estava mesmo com fome ? Diz a Náiade sorridente.
–Estava sim !! , correr daqueles pássaros me deu um grande apetite .
–Quando você terminar de comer preciso lhe contar o que aconteceu enquanto você dormia .
A menina parou com um pedaço de pernil a meio caminho da boca.
– Senhora Meridel não se preocupe ! , ja estou sabendo que meus amigos estão em perigo .
–A Náiade olha intrigada para a garota .
–Um lagrima corre pela bochecha da menina ; Meu querido Furúnculo ira tentar salvar o chato do Gilbertix .Sua voz embarga ao se lembrar do anão.
–A Náiade solta um longo suspiro , , e afaga o queixo redondo da menina .
–Helena lhe contou num sonho ?.
– Isabely apenas ascentil com a cabeça .

A caverna começa fina mais logo se transformava em um grande salão abobadado , com uma grande porta de madeira cerrada por um tronco de carvalho.
– Do outro lado esta a cidadela fala a Titânia .
–O rato encara as grandes portas seu coração bate como um tambor .
–O rato e a rainha caminha ate a grande porta , uma serie de caracteres estão gravados na madeira.
–Tape os ouvidos meu caro Furúnculo .
–Sem pestanejar o rato tapa suas orelhas o máximo possível .
–A rainha retira o Elmo seus cabelos caem sobre a armadura respirando fundo a rainha começa a entoar um cantico antigo .
" Azin Meriz Zato Pol
Zitrabe Callun Baco
Miratri ia No Zitrabe
Ia cob Titânia"
Um grande estalo seguido pelo o tronco que servia de tranca começar a se mover , Furúnculo permanece com as orelhas tapadas ate que a grande porta esteja aberta .
A Rainha encara os raios de sol que entram pela porta que se abre adiante deles , furúnculo destapa os ouvidos e ergue o florete dado por Meridel A Rainha recoloca o Elmo.
–Antes de irmos murmura o Rato porque a majestade mandou eu tapar os ouvidos.
–Aquelas palavras estavam em língua de fada , qualquer não fada que as ousa acaba amaldiçoado .
Furúnculo apenas assente com a cabeça agora as portas estão totalmente abertas o sol inunda a caverna .

A cidadela estava silenciosa, apenas o som do vento rosando nos arbustos de rosas silvestres que cobriam as ruas ruídas da cidadela era ouvido .
–Não se esqueça ! fala a rainha, sua missão são as mandrágoras o dragão é meu !.
–Como senhora quiser majestade fala o rato q caminha alerta ao lado da Rainha .
Eles adentraram cada vez mais pela cidadela destruída escombros de casas restos de armaduras faziam o coração de Furúnculo palpitar , em 10 minutos de caminhada já estavam a três ruas do castelo quando ouviram o primeiro som do Dragão, era um som que faria o mil bravo cavaleiro querer voltar correndo para a mamãe .
–É ele ! murmurou Titânia.
Atravessando as três ruas restantes , estavam em frente ao palácio incinerado torres caídas jorravam uma espessa fumaça e ali pertinho do outro lado de um murro caído e chamuscado estava o jardim tostado , a única coisa que ali cresciam eram estranhas plantas com folhas violetas .
–Mandrágoras falou o rato sua voz saiu mais alta do que ele esperava .
–Psiiiiii Falou a Rainha .
No entanto já era tarde demais , um jato de fogo subiu no céu vindo do interior das ruinas .
–Ele ouviu !!!! fala a rainha .
– Serei rápido majestade fala o rato partido para os jardins .
Do interior do castelo saem um par de longas asas amarronzadas repletas de cicatrizes falhas .
O imenso dragão emerge das Ruinas cruzando o céu azul turquesa , seus olhos parecem um par de esmeraldas brilham maldosos ao ver a fada parada empunhando a espada e o escudo .
–Draco Pervese !!!! Branda a rainha levantando voo em direção ao monstro alado que atira uma onda de fogo escaldante .
–Nos jardins , Furúnculo observa a Rainha utilizar o escudo com uma rapidez tremenda bloqueando as chamas do dragão.
–Muito bem rainha !!! fala o rato colhendo as Mandrágoras que são as raízes das estranhas plantas violetas pequenos gominhos avermelhados .

No céu a fada desfere um longo golpe com a lamina em um dos olhos verdes do dragão , seu rugido faz a terra tremer .
Mas num golpe astuto a fera golpeia a rainha com a calda levando a se chocar com a única torre do castelo que permanecia incólume , pedaços de laje atingem o pátio interno do castelo o ruído pode ser ouvido por toda a cidadela.
–Majestade !!!! brande o rato pousando mão sob o florete em sua cintura . Minha missão são as mandrágoras murmura ele para si mesmo.

A pancada fora tão violenta que um talho se abriu logo acima da sobrancelha direita de Titânia , o sangue azul corre pelo rosto da rainha o dragão ainda urra de dor no céu .
Antes que a fera consiga se recompor por completo , a fada voa rápido dando sucessivas evasivas das chamas do dragão que agora enlouquecido dispara para todos os lados .
–Besta imunda !!! grita a Rainha investindo contra o dragão com a espada erguida mirando na garganta da fera alada .
Mesmo sem um dos olhos o dragao ainda consegue escapar do golpe no pescoço . No entanto a lâmina da fada acerta uma das asas a besta .
Nem a fada pode deixar de se impactar com a cena da fera com uma das asas decepadas caindo rugidos , labaredas e um impacto dentro das ruinas . Sucessivas paredes desmoronam por toda a cidadela , os urros da besta alada fazem o coração do rato acelerar a rainha voa acima do palácio devastado seus olhos encontram os do rato ela mergulha para dentro das ruinas .

Pilastras caídas , fogo e moedas de ouro , diamantes e muitas joias , a fera caída sob um tesouro milenar a rainha ergue a espada o sangue do ferimento do dragao mancha o velho piso de rocha de adrimar a besta fraca suspira pequenas baforadas de chama .
A espada com seu cabo cravejado de rubis cintila no ar e assim morre o dragao das fadas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.