A menina perdida
12 Náide do Rio
Capitulo 13 Meridel
Aos poucos a menina foi acordando , suas roupas estavam secas e um par de pequeninos olhos pretos a observavam com certa preocupação.–Furunculo ? Sussurou a menina.–Psiu !! balbulciou o roedor , fazendo um carinho nos caracois dourados da pequena.A menina voltou a cair num sono profundo . Os dia foram se passando e a menina continuava a dormir .Furrunculo ainda observava garota deitada em uma grande caverna dourada , ao seu lado velando a recuperão da menina uma bela mulher de longos cabelos prateados e gentis olhos cinzentos , era Meridel Náiade do rio que salvara a menina e o rato quando a pequena saltara do penhasco fugindo dos pássaros tormentosos.–Calma meu querido diz a Náiade .Ela esta apenas se recuperando, como ja lhe falei esta pequena é protegida por uma magia forte.–Mas ja fazem três dias Senhora Meridel . –Se você fosse perseguido por um bando de corvos assassinos iria querer dormir o maximo possível nao é verdade?. A Náide abriu um largo sorriso.–Acho que sim murmurou o rato .–Agora tenho noticias de seu amigo anão.–O que senhora? , onde ele esta ?.–Vamos a outra sala diz gentilmente a mulher erguendo o rato ate seu ombro.Ela precisa descançar . O rato e a Náiade deixam o quarto dourado .A sala seguinte e tão magnífica quanto a que a menina descansa , só que nesta havia uma enorme mesa de pedra branca no centro repleta de quitutes candelabros de bronze iluminavam o lugar com compridas velas de cera perfumada , ao se aproximar da mesa o rato salta do ombro da Náiade e se põe de pé sob a mesa entre um maçã e uma taça dourada como tudo mais na sala.–E então o que aconteceu a Gilbertix ? pergunta o rato .–A mulher o olha com tristeza , segundo Titania minha irmã eles o encontraram .O rato quase cai da mesa de tanta a alegria .–Mas a expresão de Meridel logo o fez voltar a seriedade anterior .–Há algo mais ? Minha senhora.–Ele esta muito mal falou a dama , uma lágrima prateada corria pelo seu rosto.–Mal ?, Como assim Mal ? –Ele foi acometido pela loucura Furunculo .–Pelo o que ? Diz o rato encarando seu reflexo na taça dourada.–É uma doença mágica causada por uma toxina de uma arma de um ogro.– E o que isso quer dizer ? Senhora sua atenção volta para a dama de prata .–Isso quer dizer que ele foi ferido por uma arma de um servo do Rei caido.Um silêncio enche a sala lágrimas correm pelo nariz rosado do rato .– A alguma cura para isso diz o rato , segurando um soluço.–Ha mais é muito dificil de ser encontrado .–Me diga onde , que eu irei encontra — la nem que para isso eu tenha de ir para os confins deste mundo .– Não acho que seja sensato você ir atrás é muito perigoso.–Senhora eu não tive sensatez quando fui aquela cabana onde fomos atacados a culpa dele esta doente é minha Senhora a voz do rato ecoa pelo teto abobodado da sala . –E de ela estar assim dormindo exausta também ele aponta a sala onde a menina dorme .–Me diga senhora por favor o rato se ajoelha diante da Náiade.–Se levante meu caro Rato. Eu ireu lhe dizer .–O Rato ergue seus olhinhos , a Mulher chorara tanto quanto o pequeno , ninguém mais que ela podia sentir a dor dele ja que ela sendo uma Náiade tinha a capaciade de sentir as emoções dos outros seres .–Mandragoras !! diz ela apenas o suco da mandragora pode salva lo , e elas so crescem em solo que foi queimado por fogo de dragão.– Mas só existem dragões na Terra do fogo , e fica muito longe daqui fala o rato .–Na verdade existe um dragão aqui no vale fala a Náiade com frieza .–Mas como ?.balbucia o rato eu andei por este vale mil vezes e nunca o encontrei ou ouvie algém falar sobre ele .–É um dragão mitico diz ela , vive em uma cidadela em ruinas as fadas o esconderam a milenios para salva guardar o seu tesouro , mas o dragão se tornou mal e extremamente perigoso , e elas o abandonaram assim como o tesouro devido o poder do dragão.– E onde fica essa cidadela .–Eu não sei meu amigo , antes você vai ter de ir a corte de minha irmã e convence la a lhe contar .O rato fita seu reflexo na taça dourada da um longo suspiro e fala — Entao eu irei até a rainha Titânia .
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