A menina do cabelo lilás
1 Capítulo 1 - A menina do cabelo lilás
Notas iniciais
A menina do cabelo lilás
Summy era uma garota jovem tinha a silhueta da cintura bem curvada como de um violão, estava em forma. Seu corpo era atraente, um pouco baixa o que a deixará uma graça para alguns olhares alheios, Os olhos são esverdeados como as esmeraldas, cilios volumosos e cabelos longos, macios como seda que ia de encontro ao fim das suas costas., lisos e a cor dele era um tanto chamativa pois tinha um leve tom de roxo com algumas mechas destacadas em lilás. Suas unhas eram bem cuidadas e grandes, No seu rosto havia algumas sardas espalhadas que até causará um charme, a pele bem branca como a nevoa.
Os mais intimos chamavam-lhe de Su normalmente pois é abreviação de seu nome... Era uma menina sonhadora até de mais. Tanto que já chegaram a debochar da pobre iludida.
Summy vagava pelas ruas já judiadas pelo tempo, com o pensamento longe... Sempre procurando respostas em perguntas impossiveis, dificieis de ser decifradas; A garota escondia medos dentro de si, trancafiados a sete chaves, não compartilhava com ninguém para não preocupar aqueles que amava. Quem a via passear pelas estradas nem poderia imaginar o que passava pelos pensamentos confusos da menina. Afinal só mais uma garota comum, ninguém importante... Era só mais um individuo dentre vários milhões da população da terra, era só um pontinho dentre mais de bilhões na galáxias a fora.
Sua mente estava uma verdadeira bagunça devido ao fato dela sofrer algo pertubador todos os dias com sua consciencia doentia.
Pensamentos crueis só a fazia sofrer constantemente. que a deixava enlouquecida, dispertava um enorme desejo muito forte de querer acabar logo com tudo aquilo de uma vez. Pois ela não estava aguentando mais tanta pressão que seu cerebro criava.
Filosofava tanto que acabava perdendo o senso comum das coisas as vezes. Questionava de mais, ela já não sabia quem era ela? Não sabia diferenciar o que era real e o que era imaginário... Se sentia culpada por simplesmente nao reconhecer as coisas produtivas que faz, só enxergava trevas dentro de si mesma. Tinha aflição ao olhar-se diante ao seu proprio reflexo, Ela temia ela porque não sabia se estava se tornando uma pessoa maquiavélica. A noite chorava diariamente, ás lágrimas já eram comum por nao querer se tornar o fruto de uma mente impiedosa e egoista.
Summy valorizava as coisas mais simples da vida tranfigurando-as para algo importante. Que faça falta. Valorizava tudo e todos a seu redor, tentando conservar-los eternamente. Em seu conceito era uma da suas raras ou até mesmo única qualidade. Pena que nem todos agem dessa forma com a garota, não a colocando-a em um pendestal assim como ela fazia com os demais.
Ela adorava cultivar flores tais como, Rosas vermelhas, Rosas brancas, Violetas, Tulipas... Seu jardim era robusto, o plantil era bem vivo e reluzente.
Amava os animais em geral, principalmente os mais fofinhos. Contemplava os cantos dos passáros igual uma divindade pois era belo como o por do sol, a natureza em sintonia com os canários e seus cantos simplórios, tudo está ligado a tudo para o ciclo continuar é por isso que se transforma em tão linda formuzura.
Gostava de pintar quadros e sentir as vibrações positivas no ar que lhe cercava... Apesar dos problemas infernais que sua mente insana vem causado. Admirava avista do mar... As ondas suaves do final da tarde ao observar, pareciam ondas da solidão que estranhamente traziam até um certo sossego. Mas também poderia ser interpretadas como ondas sombrias carregadas pelos ventos furiosos da poderosa brisa pesada de mais um dia se acabando sem conquistas.
A agressividade em Su geralmente era nitida, por se irritar com facilidade e perder a paciência velozmente. Isso a corroia, não sabia lhe dar bem com isto.
Certo dia Summy estava sentada em um balanço do parque, a movimentação estava normal naquele dia, a praça tinha um gramado extenso. As vestimentas da garota eram bonitas, usava um vestido rendado preto e a cor dele por baixo era purpuro, também vestia meia calça de renda na perna toda e uma bota preta de couro, seus cabelos estavam soltos. Escrevia em seu diário e esfoleando algumas páginas vê uma foto que colocará ali mesês atrás; Na foto estava seus pais em um sofá e ela ainda bebê no colo de sua mãe Ivone, Celso seu pai estivera do lado, e Su sorria alegremente na imagem.
Ivone era baixa, olhos verdes, pele branquinha e cabelos lisos e castanhos escuros que ultrapassava seus ombros, Summy puxou bastante ela nas caracteristicas fisicas.
Celso era branco mas bronzeado, nunca deixa sua barba crescer muito, Cabelos curtos pra cima da orelha, lisos e pretos com algumas mechas já grisalhas, Usava óculos não era nem alto e nem baixo e seu peso era normal.
Se deparando com a foto Su começa até um ataque de desespero pensando:
"Desculpe-me! Desculpe-me pais! Por ser assim, tão insensivel e arrogante, eu sei que não sou a filha que queriam, hoje em dia sou um monstro, nessa imagem todos estavam felizes com esperanças que eu seria algo bom no futuro, eu sou um desastre só trago desgosto e decepção"
Em seguida a menina se desfaz em uma grande quantidade de gotas de lágrimas
Guarda a foto no meio do diário novamente, coloca-o na bolsa preta e detalhes bordados cinzas e abotoa...Fechando-a. Se levanta do balanço em que estava repousada e tenta disfarçar suas lágrimas já que estava em publico. Escondendo seu rosto com as mãos diante da humilhação de estar chorando, por ser fraca e sensivel ao extremo.
Quando está se levantando lentamente do balanço em que estava, ouve-se uma voz familiar e parecia ser diretamente pra ela.
- Hm? Su? Venha cá me dá um abraço bem apertado- Disse Tayla amiga de Summy com estranhesa em ver sua quase irmã se debrulhando em lágrimas, mesmo atrás dela pode perceber o rosto de Su amargurado cheio de rancores.
-Tay-yla?! Vo-cê por aqui? Não posso acreditar!- Respondeu Summy com as pupilas dilatadas pela surpresa de poder ver sua amiga novamente depois de anos.-As duas dão um abraço apertado de tirar o folego.
Tayla é uma garota com a mesma altura de Summy, pele negra, olhos castanhos bem impactantes, cabelos encaracolados bem cachiados e com um grande volume, cor dele era preto bem escuro o tamanho ultrapassava seu pescoço, estava magra atualmente.
Seus trajes que usara eram simples um vestido cor de rosa claro que batia até os joelhos e usava uma sandalia prateada sem salto.
Tayla e Summy sempre brincavam juntas na infância, a amizade realmente era bem duradoura entre ambas... A distancia nunca permitiu que a separassem... No ano de Dois mil e doze Tayla foi viajar para terra natal de seus pais em Rondopolis um estado do Norte do País para matar a saudades. Decidiu passar lá por três longos anos. Para Summy era uma eternidade longe de sua melhor amiga. Passou anos vendo gravações e imagens das duas juntas, caindo na risada por releembrar os velhos dias e ao mesmo tempo se instristecia por não poder mais agarrar aquele momento épico de volta. No segundo ano em Rondopolis em dois mil e treze Tayla conheceu um jovem chamado Tadeu e acabou apaixonando-se o que gerou uma história de amor incrivel. Tanto que se casaram no ano seguinte em dois mil e quatorze. Uma noticia que abalou Summy achando que tinha perdido sua amiga para o resto da vida. O Abandono temporario causou vigorosas emoções em Su. Mas para a novidade e inovação de dois mil e dezesseis Tayla reaparece em Son Ponliu (Estado em que vive Summy e sua familia, e alguns colegas no Sudeste), naquele fim de tarde no parque.
-Eu mesma! Em carne e osso haha, — Diz Tayla caindo na gargalhada pelo o espanto de Summy vendo ela, achando que teria visto um fantasma.
-Ma-mas como? Achei que iria morar em Rondopolis todavia- Respondeu Summy não acreditando em que seus olhos poderiam ver.
-Meu marido conseguiu um bom emprego, eu também fazia uns bicos em costura e juntamos para se mudar pra cá, compramos uma casa e trouxemos meus pais e irmãos juntos.- Disse Tayla toda alegre compartilhando a novidade.
-Mas que ótima noticia Tay!- O sorriso estampado no rosto de Su dava pra se notar a metros, nada enchia mais sua alma de alegria.
O reencontro foi fenomenal, Summy até se esqueceu do porque de estar chorando anteriormente e Tayla a chamou para uma visita em sua casa; A casa era era bem apreciavel de se ver e espaçosa, um jardim que cobria a frente cercado de flores, muros altos e tudo mais... Passaram o fim da tarde até o começo da noite colando todas as noticias em dia. Nada mudou, o jeito de ser em cada uma continua intacto pois quando uma amizade é verdadeira nada muda. Não importa o tempo que for que passem distante uma da outra que quando voltar contuara sendo a mesma coisa.
Um pouco antes de Summy se despedir Tayla conta uma coisa inda mais inesperada.
-Bom não foi só meu marido e familia que trouxe comigo á Son Ponliu- Ao dizer isso Tayla mira os olhos para sua barriga sorridente e passa a mão acariciando suavemente.
-Não! ... Não pode ser! Sério?- Summy responde completamente admirada e super contente.
Tayla estava grávida, terminando de tomar um refresco na varanda de Tayla e Tadeu, Summy se despede rindo como jamais havia feito antes depois de uns anos que não demostrava simpatia diante das pessoas por vergonha e ser uma pessoa acanhada. Mas com tudo isso ocorrendo em um dia só não haveria como se conter.
Beirando ás oito e meia da noite Summy caminhava pela estrada de seu Bairro chamado Park Paradise... Pensando que tudo que acabara de viver foi uma tremenda alucinação foi um choque de realidade emocional.
Chegando em sua casa pelas nove horas avista sua mãe vendo o Jornal Beisk que era transmitido toda a noite a partir das oito horas, Já estava subindo os créditos do programa estava chegando ao fim. Nem faz muito contato visual com sua mãe e escuta a musiquinha do Jornal sinalizando que ele acabou. Pega suas chaves e vai trancafiar as portas... Sobe as escadas, vai se lavar e se trocar. Não se contem de ansiedade para pegar logo seu diário e relatar o que vivera até ali naquele dia e se debate com a foto de seus pais de novo. E se lembra que a situação estava um pouco critica como de costume principalmente com sua querida mãe. Ambas pareciam até rivais ás vezes pelas brigas inderminaveis que ocerriam ao contidiano delas. Seu pai acabara de comprar uma casa nova e já havia reformado. Era a semana de Summy passar com sua mãe. O lema de passar uma semana com seu pai e outra com sua mãe era pra ver se aminizava o relacionamento de mãe e filha, pelo menos esse era o intuito de Su. Não tinha como evitar ás lágrimas vendo aquela foto vendo o bebê que era e no que se transformou nos dias atuais era constrangedor para Summy. Tudo que ela queria era dar orgulho para Ivone sua mãe e estabelecer o respeito e a harmonia pra elas e não ter mais remorços e nem nada do tipo. Ela via naquela foto que ela bebê e todos sorrindo era um sinal de esperança para todos, por que não voltar a ser agora?
Ivone e Summy tomavam remédios controlados. Ivone porque tinha problemas de esquizofrenia e Summy porque tinha Toc e depressão o que se resultava em pensamentos bizarros e assustadores que não faziam nexo nenhum. Seus pais já eram separados desde dois mil e dez... Mais um trauma que Su teve que passar. Summy escreve e já vai dormir pois amanhã cedo teria que ir a univerdade. Ao acordar pela manhã de neblina vê sua irmã na rua colando seus filhos no carro pela janela de seu quarto.
Summy também tinha uma irmã chamada Alice que já era casada desde dois mil e sete com um homem chamado Rob e em dois mil e onze tiveram um casal de gemeos chamados Zoen e Lohe. Ou seja eram sobrinhos da Su. Já estavam frequentando a escola.
Alice era branca, olhos cor de mel, cabelos lisos e louros como girassois, Rob era alto, magro, Barbas e cabelos pretos, Fios black power, dentes bem brancos, Zoen o menino ainda uma criança assim como Lohe, tinha os cabelos enrolados curtos e um tom mais claro que o castanho, olhos marrons e era pequeno. Lohe tinha os olhos lindos combinavam com seu rostinho juvenil, era cor de terra, cabelos marrons lisos com caracois na ponta, era um pouco maior que Zoen na altura e mais magra também.
O que deixava Su bem animada era poder brincar com os dois, ela via ali a sua infancia recuperada e a inocencia das duas crianças restaurava seu lado dócil dentro de si. Ver o mundo com olhos de dois bebês não há nada melhor, desfrutar a vida sem pensar em problemas que possam atrapalhar e sim só fantasiar, viver a fantasia e não ligar pra vida real feia e a ignora-la. Era admiravel e encantador ver a inocencia de duas crianças cheia de alegrias em seus peitos, não sabendo o que a vida lhe espera quando mais velho. Aproveitar agora era o que deveria, antes que as responsabilidades batam na porta e acordem pra enfrentar a realidade devastadora.
Ao sentar-se na mesa para tomar seu café da manhã se depara com sua mãe usando um óculos de grau fazendo palavras cruzadas em uma revista, reparando que a mesa estaria um tanto desorganizada e que Ivone já havia comido sua torrada matinal e tomado sua xicará de café.
-Bo-bom dia mãe!- Diz Summy sem graça com os olhos fixados em Ivone.
-Bom dia...!- Responde Ivone com muita timidez quase gaguejando.-Arrumou sua cama?-Continua-Diz com fimeza, mudando o tom da voz.
A mãe dela era obececada por ordem, diciplina e limpeza. Complexada em estar tudo no seu devido lugar se não era uma guerra, teimosa que só quem convive para saber mas isso não fazia dela uma má pessoa, seu lado bom não era desconhecido pois a humildade, simplescidade, sinceridade, inocencia e ser modesta era o que mais chamava atenção de Summy em sua mãe. A beleza interior que contia era mais resistente que os males. Se é que o que era irritante contasse como male.
-Arrumei sim, Já achou muitas palavras cruzadas? Disse Summy e pela primeira vez depois de tantos meses as duas estavam se socializando melhor.
-Que nada! Por enquanto só três, porque voltou meio tarde ontem?- Responde Ivone em um tom de preocupação, elevando a voz.
-Adivinha? A Tayla voltou e não só ela!- Summy diz com um ar de satisfação e suas bochechas ficam rosadas.
Summy pega a caixa de cereal e coloca uma certa quantia em seu prato com leite. Contando para sua mãe como foi o retorno de sua melhor amiga e as novidades que ela trazia.
A garota estava usando seu uniforme da Universidade de Haiston onde ela estudara Filosofia, era bolsista. Ouve-se o som de uma buzina que aparentemente era do ônibus "escolar" que passava nas casas buscar os estudantes.
-Até mais mamãe!- Diz Summy pegando sua mochila pendurada cadeira com pressa e correndo as escadas a baixo.
-Boa aula! e cuidado com essa escada menina!- Responde Ivone direcionando os olhos para a filha que saia com velozcidade dali.
No ônibus para ir até a Univerdade, Summy sentava sempre nos bancos solos sem companhia geralmente no fundo no canto direito, olhando para janela ou concentrada lendo um livro como se estivesse só, ninguém se importava com ela ali se não fosse para tirar sarro da esquisita. Uma garota chamada Vânnia sempre implicava com a pobre por ser a excluida da turma, pela sua aparencia não normal e por ser bolsista, o preconceito era bem visivel.
-Odeio passar por esse Bairro de classe média baixa, não é nada seguro! anda logo motorista!...Mas fazer o que tem que passar por aqui para pegar esses mendicantes- Disse Vânnia com despreso de Summy, as amigas dela rindo junto para apavorar.
Su normalmente não respondia se privava mais no seu mundo da leitura tentando esnobar aqueles que a rebaixavam todos os dias por não seguir o padão, e ser chamada de pobre não era sinônimo de insulto pra ela.
Chegando a Haiston ao descer do ônibus Su foi empurrada bruscamente da saída do bus por Vânnia.
-Anda logo, não temos o dia todo, ainda fica ai parada babando pela faculdade,igual fez no primeiro dia, também deve ser muito pra você né haha, Pra vir de onde veio e parar aqui.--Disse Vânnia mais uma vez contra ela.
Summy deixa seus livros cairem no chão devido ao tropeço que deu após o empurro, mas também deixa cair outra coisa e um descuido os seus remédios , as pilulas sairam do frasco e se esparramaram pelo o piso de marmore, para infelicidade de Su, Vânnia percebe e antes mesmo que Summy pudesse capturar seu frasco Vânnia o segura e lê em voz alta:
-Clomipramina! Olha pessoal! Temos uma maluca na nossa Universidade! Como deixam pessoas doentes mentais estudarem aqui? Acaba com nossa repultação.- Todos olham com pena para Summy e até mesmo enojados.
-Poderia por gentileza devolver o meu remédio eu preciso dele.-Disse Summy quase como um susurro.
-Ela fala! Achei que fosse muda hahaha! Você quer o seu remedio?? Vai comprar!- Responde Vânnia rindo.
-Já chega Vânnia! Me devolve eles, eu preciso! É sério! Disse Summy com cara de choro.
-Maneira no tom pra falar comigo! Você não vai ter esse seu refugio de volta, sua mente fraca! E agora vai ser motivo de piada pro resto do ano letivo sua débil mental.- Diz Vânnia irritada por Summy querer se impor.
Vânnia era a garota mais linda da escola, era a imagem perfeita do que um homem queria, claro fisicamente, suas vestes eram caras, comia do bom e do melhor e andava com o grupo mais famoso de lá, E claro ela era a líder. Quem a desrespeitava nunca ganhava nada, só mais humilhação e até mesmo algum castigo inapropriado. Ninguém desafiava Vânnia por medo de ser esnobado por Haiston todo.
Nesse dia Summy até tentou resgatar os seu remedio de volta, mas falhou no plano.
Após o término da aula já ao entardecer Su chega indignada na casa de seu pai segurando sua angustia no últmo para fazer passar despercebido o furto que cometeram com ela. Engulindo o choro Summy entra em seu quarto correndo. Mas é interrompida pelo Celso.
-Ow! Ow! Que correria é essa aí?- Diz Celso alarmado pela cena que via e também segurava uma maça em sua mão que já estava mordida.
-É...Nada Papai...Eu...- Summy diz impossibilitada de inventar uma desculpa esparrapada.
-Vamos Su! Eu te conheço muito bem o que houve?- Celso responde impaciênte e agoniado.
-É que eu... Tirei nota baixa, he só isso- Summy encontra uma solução para uma resposta conviniciente.
Havia aula de Astronomia como um bonus a mais que Haiston oferecia para os alunos pagarem a parte, nessa matéria é preciso alugar um Telescópio se quiser usufluir mais sobre o estudo, e só poderiam usar a noite e como Summy não tinha dinheiro disponivel como já era de se esperar por impulso ela acaba entrando na sala que era lecionada Astronomia, invadindo o local sem ao menos bater na porta por tanta curiosidade que seu corpo consumia e depois de três dias que Su estava sem se medicar...
O professor que estava com um giz na mão direita fica paralizado vendo uma qualquer entrando sem pedir licença na aula dele, os olhos dos alunos vão de encontro para Su, e ela fica sendo centro das atenções.
-Eu digo que ela é doente, que falta de respeito! Esses alunos deveriam ser expulsos de Haiston- Diz Vânnia de pernas cruzadas tentando ser formal.
-Cala-se senhorita Grendher! Eu dou as ordens aqui não se intrometa!-Volta os olhos para Summy — Sr...? Qual é seu sobrenome mesmo? É um cumulo o que fez. Entrar aqui sem pedir vindo de uma bolsista é muita ousadia sua em!- Retruca o Professor Robert.
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