A menina do cabelo Lilás
1 Capítulo 1 : "Fim a Summy Camp"
Fim á Summy Camp
Summy é uma garota de longos cabelos louros tão amarelos como girassóis, e olhos esverdeados como esmeraldas, estatura baixa, pele branca como a nevoa.
Summy morava com seu pai e visitava sua mãe freqüentemente. Acabará de ganhar uma bolsa na universidade mais requisitada de uma cidade próxima. A conquista foi dura, mas bem desfrutada. Tinha uma família como a maioria das pessoas, uma irmã, cunhado e dois sobrinhos sendo par de gêmeos, uma menina e um menino.
Cajayol é o nome da cidade em que nasceu Summy e passou maior parte de sua vida até então, um município um tanto desconhecido por grandes cidades vizinhas.
Cajayol é uma cidade simples, e não muito popular por ter surgido recentemente no estado comparando-se a cidades maiores.
Em uma tarde de Domingo, a garota estava deitada em uma rede na varanda de sua casa lendo um livro de suspense, enquanto seu pai estaciona o carro na garagem, logo após seu pai anuncia a sua chegada ao abrir a porta.
Seu pai chama-se Celso, cabelo curto e grisalho, barba rala, usa óculos e já há algumas marcas da idade pelo rosto não são intensas.
—Su! Corre aqui! De pressa!- Grita Celso, intensificando a voz.
Summy fecha o livro e marca a página da onde parou, da um pulo para fora da rede, já um tanto desperta pela curiosidade, se direciona para a porta de entrada que dá acesso a rua e se depara com o muro do vizinho da frente pixado com um letreiro enorme da cor vermelha que se destacava em:
“DIAS CONTADOS PARA S.C”
— O que é isso ? – Indaga Summy receosa.
—São suas iniciais Su. — Responde seu pai.
— Deve ser só uma mera coincidência e... Diz Summy
— E uma brincadeira de mau gosto, haha – Interrompe Celso, completando a frase se esforçando para descontrair.
De repende uma voz sinistra invade o local.
—Ou não!- Uma voz aguda e grossa.
Tentam procurar da onde veio àquela voz olhando para os lados rapidamente e cuidadosamente.
A rua estava deserta naquele momento, começou ofuscar um traço de luz do céu da cor verde brilhosa, ainda está de dia, mas está chegando o fim da tarde, encaram o raio com estranheza, uma ventania imensa intervém ali, e ruídos de trovoadas também.
— Quem disse isso?- Pergunta Summy desesperada.
Quando então só se vê Summy ser arremessada para longe por aquele raio verde peculiar que estava no céu, se distanciando a metros de distancia da onde se encontrará.
A visão de Su se embaça e símbolos em um formato retangular se repetem sucessivamente pelo ar e ouve-se a voz Sinistra dizendo várias vezes.
“Fim á Summy Camp” ... “Fim á Summy Camp” “Fim á Summy Camp”...
— Quem está ai?! — Tentativa falha de ser correspondida de Summy, ao perguntar intrigada.
Summy está tremendo dos pés as cabeça, o ambiente que repousou após incidente é totalmente divergente da sua casa, seu pai já havia sumido, afinal estava tudo escuro, um breu absoluto. Pelo o impulso do seu arremesso garantiu-lhe seqüelas pelo corpo, uma enorme ferida em seu braço direito, ardia muito, luzes brancas contaminam a escuridão piscando a todo instante onde Summy consegue enxergar
seu braço marcado em sangue em um formato retangular.
— Ah! O que significa isso?! – Summy já está impaciente.
“Fim á Summy Camp” ... “Fim á Summy Camp” “Fim á Summy Camp”...
Há uma pausa, e uma voz suave contamina o lugar.
Summy Camp, tão fraca que aparenta ser uma humana, também vive no meio deles a tanto tempo que nem sei como sobreviveu até aqui. FIM Á SUMMY CAMP!
Dessa vez é uma voz feminina que lança esse comentário como um tabefe em Summy, tomada pela surpresa ao absorver o que acabará de ouvir, a voz era mansa e fina entretanto a parte: “Aparenta ser uma humana” martela em sua mente sem parar.
A luzes brancas param de piscar, e os símbolos retangulares também
desapareceram, no meio da escuridão raios verdes se disparam para o alto e colorem o céu formando o letreiro:
“DIAS CONTADOS PARA S.C”
—Su.. Summy, Summy! Summy! — Celso eleva a voz
— Oi.. Oi! — Summy disperta e fala em um tom alto engasgando-se para soltar as palavras, um tanto ofegante.
— Estou tentando te acordar faz uns cinco minutos, você está empedrada, nunca vi isso na minha vida – Diz o pai da menina espantado.
Summy se ajeita ao levantar da rede com dores nas costas, pois dormiu de mau jeito, o livro ainda está aberto em cima dela.
— Dormindo? Como assim? – Summy não acredita que aquilo tudo tenha sido só um sonho, pois foi real de mais.
Celso enruga a sobrancelha e olha para filha sem entender... Prossegue Summy falando..
—Pai, eu tenho que parar de ler livros de suspense. – Sem conter o olhar de tensão, mas abre um pequeno sorriso.
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