A marca de Avion

9 Descobrindo fatos completamente... anormais


Notas iniciais
Enfim, o site do Nyah deu um leg danado e aqui estamos nós de volta o/ TUTS' TUTS' P.S:Cap escrito pelo IgorLanniste FLW

Igor estava nos levando para algum lugar, eu não sabia aonde. Taylla estava na minha frente deixando que o vento fizesse com que seus cabelos fossem levados diretamente para meus olhos o que atrapalhava um pouco.

Igor para e meio olhava para traz dando pequenos olhares timidos para Taylla, eu percebia que seus olhos se encontravam e eu não estava gostando disso, pois provavelmente ele estava tentando controlar Taylla novamente, mas como não queria ter uma espada varada em meu crânio, não estava tentando impedir dessa vez, até porque nada demais estava rolando.

Depois de alguns metros finalmente havíamos chegado a um vilarejo, aquele era o lugar mais estranho em que havia estado, haviam prédios feitos de pedra por todos os lados, também ao lado dos diversos prédios haviam várias casas pequenas feitas de pedra como nos flinstones, era uma diversidade classial muito grande naquele lugar, via pessoa de terno andando ao lado de pessoas com roupas rasgadas. Percebi que independente da cor, classe, altura e estado mental da pessoa ela é tratada com certo respeito merecido.

Igor tirou de seu bolso um celular com o desenho de uma maçã mordida, ele discou um número , esperou três segundos e começou a falar.

– Olá, gostaria de agendar uma consulta com o rei Eduardo.- Disse Igor usando sua mais perfeita voz de pessoa culta.

– Ah... o motivo? estrangeiros estão nas redondezas e o rei pediu para ver todos e inspecioná-los. — Igor escutou ficou quieto enquanto ouvia alguma coisa. — Claro que não tenho hora marcada, elas acabaram de chegar! — Pausa novamente. — Eu não vou esperar o rei terminar sua importantíssima soneca, ele disse que era dever dos guardas levar os estrangeiros a ele imediatamente. — Pausa. — Você sabe com quem está falando? — Perguntou ele de forma arrogante.- É isso aí eu sou Igor Lenbos, o próprio, 16:30 eu estarei aí. — Disse Igor por fim encerrando a chamada. Ele olhou para a tela do celular e disse: "Bem... agora são 3:48, temos 42 minutos para chegar ao castelo."

– Tudo bem, onde fica esse castelo? — Perguntou Taylla usando sua mais perfeita voz rancorosa.

– Lá! — Igor apontou para o enorme castelo negro no fim do morro.

Igor pegou um fone de ouvido e colou em seu ouvido esquerdo um dos lados, depois conectou no celular e começou a escutar músicas. Aquilo estava me deixando perplexa então perguntei:

– Hum... por que você está usando um celular veleque? — Perguntei de forma timida. Igor pareceu não entender a pergunta, então ele deu uma pequena risadinha.

– Ah... isto? — ele balançou seu celular na minha frente.

– É... "isto"! vocês são do tipo que odeiam veleques, mas usam as coisas que eles inventam... não faz sentido.

– Acho que você está um pouco enganada. — Disse Taylla para mim.

– Realmente... — continuou Igor. — Esses celulares não foram inventados por veleques, na verdade quase nada foi inventado por veleques. As grandes famílias geralmente criam algo e depois de se enjoarem do produto, mandam para os veleques usufruírem da tecnologia inferior, este por exemplo é um Iphone 45. A Apple inclusive é uma empresa da minha família.

– Você está de brincadeira comigo! — Fiz uma cara de espanto, embora nesse ponto da viagem nada mais me espantava.

– Não, geralmente os presidentes das empresas são veleques sendo controlados, eles ficam com parte do lucro enquanto o verdadeiro dono fica com a maior parte, em outros casos o dono está fingindo ser um veleque e fica com toda a sua parte, não é só em empresas que estamos presentes, a banda Avenged Sevenfold, Green Day e Breaking Benjamin por exemplo são compostas inteiramente de membros da familia Lenbos.

– Pera ae... são as familias que controlam o governo? — De certa forma aquilo fazia sentido, por isso certo dinheiro sempre desaparecia, os políticos sempre pegavam parte do dinheiro para entregar a seus superiores.

– Não, as famílias só dão tecnologia inferior aos veleques, essa parte de se ferrarem, eles fazem sozinhos.

Igor passou os minutos restantes da viagem tentando conversar com Taylla, vários assuntos rolavam entre os dois, a maioria sobre o cotidiano do Reino Parcial, as vezes Igor se atrapalhava tentando tocar em outro assunto, mas desistia antes de terminar a primeira frase. Percebi que Igor olhava para Taylla de forma diferente como me olhava, depois de mais alguns minutos de viagem que pareceram durar horas havíamos chegado ao castelo do rei, Igor olhou para seu relógio, ainda eram 4:25.

Quando passamos pelos portões vários guardas estavam segurando lanças ao lado da porta de entrada do castelo.

– Quem vem lá? — Perguntou um dos guardas.

– Igor Lenbos, venho a serviço do rei. — o guarda deixou-nos passar, quando Igor abriu a porta eu esperava encontrar uma sala no maior estilo de idade média, mas na verdade estávamos em uma sala como uma daquelas salas de espera de dentista, até uma música estava tocando, acho que era The Beatles.

Igor foi até a secretária que estava com um fone enorme em seus ouvidos, ela estava dançando sentada ao ritmo de alguma coisa que estava tocando, Igor tossiu duas vezes bem alto e ela se virou para ele.

– Quem vem lá? — Perguntou a secretária em um tom tão rígido quanto o guarda.

– Igor Lenbos, tenho hora marcada.

– Ah... sim, senhor Lenbos, o rei está esperando, entre por favor. — Disse a secretária com uma voz doce.

– Quando entrarmos você deve se ajoelhar o mais rápido possível, não podemos ser desrespeitosos, temos uma missão a cumprir. – Disse Tayla e eu apenas assenti com a cabeça.

Igor abriu a porta e entramos, rapidamente nós três nos ajoelhamos olhando para baixo.

– Venho trazer os turistas, vossa graça. — Disse Igor, ninguém respondeu, então levantei a cabeça e olhei em volta, aquele lugar tinha o mais amplo ambiente de idade média, olhei para frente e lá estava um homem usando roupão branco deitado no trono, ele estava roncando. Igor também levantou a cabeça e tossiu alto, como fez com a secretária, o rei pulou de seu trono, puxou uma espada que estava ao lado e fez pose apontando a espada para frente, aquilo teria ficado muito melhor se não estivesse usando um roupão.

– Quem vem lá? — Ele perguntou. O rei tem brilhantes olhos castanhos, pele morena, altura de cerca de 1,90 e um cabelo preto bem curto.

– Igor Lenbos se apresentando senhor, como senhor se lembra, foi pedido que fossem trazidos os estrangeiros para o senhor, vossa graça.

– Ah sim, me lembro, faz tempo que não temos isso por aqui, bem vindos, quais os nomes de vocês? — Perguntou o rei fazendo sinal para levantar-nos.

– Eu sou Taylla, vossa graça. Não tenho mais o que falar de mim. — Disse Taylla com um olhar severo.

– Bem vinda Taylla e pode me chamar de Eduardo. e Você filha? quem é? — Ele apontou para mim.

– Eu sou Saed, Mi... — Eduardo tossiu. — Eduardo!

– O que desejam Taylla e Saed?

– Estamos aqui como turistas, queremos fazer explorações pelo reino, vossa graça. — Disse Taylla, Eduardo olhou severamente para nós, depois sorriu e disse:

– Claro, podem explorar. — Aquilo me decepcionou, eu esperava que fossemos ter que lutar com alguém para provar nosso valor. Taylla me jogou para baixo fazendo com que nos ajoelhássemos agradecendo e nos viramos para ir embora.

– ESPEREM! — Gritou o rei para nós. Taylla e eu nos viramos assustadas. — Não se esqueçam de visitar a lojinha de lembranças.

– Claro, pode deixar. — Eu disse fazendo sinal de "joia", depois saímos, quando fechamos a porta, Igor saiu de lá.

– Eu vou com vocês. — Disse Igor olhando para nós.

Notas finais
Espero que tenham gostado :>