A marca de Avion

13 Bruxas dos reinos, Avaloque's


Notas iniciais
Caralho, quanto tempo em... Bem eu só tenho uma coisa a dizer sobre todo o tempo que eu estava fora, eu tava sem pc e fudeu meus planos :> Desculpem o atraso e boa leitura!

"A muito tempo atrás, quando o mundo era governado por apenas dois reino e cinco famílias, existia nos quatro cantos do mundo uma Avaloque, elas era conhecidas por seu poder e ira, o povo as denominavam como bruxas, mas elas eram boas à certo ponto, elas eram justas. Alguns anos mais tarde, quando elas estavam praticamente esquecidas, algum Veleque as comparou as Tres Parcas, da mitologia grega, dizem que elas tecem os fios da vida e decidem quando alguém ira morrer ou ao o que elas eram destinadas, e esse Veleque tinha razão.As Avaloque's juraram desgraçar a humanidade por seu ato de esquecimento e assim fora feito, elas nunca se esqueceram da promessa, e elas foram castigadas... 'Um dia o sacrifício será feito e vocês... HAHA serão esquecidas'..."

Ouvimos algumas explosões vindas do hotel de robôs assassinos na nossa súbita saída dele.Estávamos cansados de tanto correr quando percebemos que os Veleques haviam chegado, e sem mais condições de correr, Igor disse arfando e quase sem voz:

–Venham, por aqui – Conclui que era melhor seguir ele do que ser seguida até a morte por caras que pareciam a versão monstruosa de My Little Poney.

Em menos de 1 minuto dobramos a esquina para uma rua sem saída.Ótimo! esse será o fim, seremos pegos e estará tudo acaba, todo o esforço que passamos será par nada, concluindo o meu pensamento fui puxada por Taylla para uma porta –que não estava ali à dois segundos– e vi uma grande escadaria que descia para a escuridão sem fim, como aquela que nós trouxe para o encontro com fantasmas e nos trouxe para o reino parcial e nos meteu em furada, ó eu essa versão tinha uma escada.

Com lanternas que apareceram do nada –isso me lembrava as mochilas que Taylla havia “tirado do bolso” quando chegamos à pousada, ah... como eu sentia falta do mundo mortal, ou mundo veleque de acordo com a minha nova vida que a cada esquina você pode ser morta “Joinha”, eu me recordo de lembrança boas, que por mais que fossem raras, eram especiais, foram à essas lembranças que eu me agarrei toda a minha vida me mantive viva até agora, meu pensamento de felicidade foi interrompido quando eu senti um toque frio na minha marca, a marca de Avion.

Um visão me invadiu.

Eu estava como um fantasma em um sala, com o que parecia gelo seco no chão, um bebe em cima de uma cápsula de vidro aberta, dois adolescentes em pé a frente de uma lareira com um deles (um garoto nem tão magro, mas nem tão musculoso, branco como papel, loiro, com um olho verde e outro azul e estampado sobre o seu pescoço a marca dos Di Lima) segurando uma peça de ferro, que quando fora retirada do fogo pude ver que a ponta que estava dentro do fogo exibia a marca de Avion e o outro, bem a outra, estava virada, eu só conseguia ver suas costas e seus cabelos.O garoto loiro caminhou até o bebe que estava em uma espécie de mesinha e forçou sobre a pele da criança o lado quente da peça de ferro – O que exibia a marca de Avion– a criança chorou, e muito, mas o choro logo foi silenciado por uma voz metálica que eu não pude ouvir, pois eu estava sendo sacudida por Igor no chão daquela “caverna”/entrada para a escuridão sem fim, eu estava escorada na parede e quando abri os olhos Igor deu um sorriso.

–O que aconteceu? – Minha cabeça estava girando, e eu não sabia se aquilo que vi fora real o não.

–Você desmaiou– Disse Igor como se aquilo fosse obvio e eu me senti a garota mais idiota do mundo com a pergunta mais idiota do mundo.

Eu estava pensando de deveria dividir a minha visão com ele, mas eu pensei melhor.

Decidi guardar pra mim.

Passado algum tempo eu me toquei de que Taylla não estava lá, eu me controlei para não perguntar mais nada à Igor, mas o meu senso de curiosidade e meu senso de perguntas idiotas estavam em uma montanha russa, que só subia.

–Onde está Taylla? – Ouvi passos ao meu lado direito e virei subitamente e vi Taylla com uma cara desesperada e ao mesmo tempo senti o ódio dentro de seus olhos, agora eu não sabia se era de mim ou se era de algo, tava mais pra ódio de mim.

–Não à encontrei. – Taylla respirou fundo como se estive-se decepcionada consigo mesma – A adaga sumiu.

Até eu que não era tão focada nessas paradas de adaga, missões, historia, etc. Entendi que aquilo não era bom, fui alertada para que não a perde-se, mas no momento em que Aleufrin disse “Não à perca” eu entendi: “Proteja com as vida, se perder você será pendurada pelos cabelos e será torturada no fogo eterno”.Afastando esse pensamento eu consegui me concentrar na conversa de Igor e Taylla, que tava mais parecendo uma briga.

Taylla queria que fossemos atrás da adaga, Igor que esquecêssemos dele a seguíssemos nosso caminho. Após 15 minutos de pura discussão, um fazendo cara de desafio para o outro, Taylla ganhou.

Ah... o amor ganha tudo!

–Como vamos achá-la se nem sabemos onde ela está? E o pior a cidade está repleta de Veleques nos caçando, pra matar . O que vamos fazer? Colocar disfarces e sair pelas ruas chamando a adaga como se ela fosse uma cadela? – Protestou Igor como se tenta-se mudar a ideia de Taylla e se pôs a imitar – Adaguinha aqui – assovio – Adaguinha aqui – Assovio

Então ele foi interrompido por uma voz que dizia:

–Exatamente – Disse uma voz meio metálica, meio humana. A voz vinha da escuridão sem fim.

Ouvimos passos, então soubemos que a criatura – seja lá o que ela fora – estava subindo à nosso encontro.

Igor se muniu com a espada que carregava presa ao cinto e Taylla fez posição de luta, imagino que ela ia dar muitos golpes de Karate ou alguma arte marcial que eu não conheço, e eu, bem eu fiquei de pé, prontinha pra correr se algo assustador aparece-se de lá. Ao invés disso, apareceu uma garota de uns 14 anos com um lampião na mão esquerda, eu torcia pra que ela fosse tão boa quanto a rainha Patrícia.

Ela tinha cabelos medianos e castanhos, pele clara, usava um coturno de couro e calça jeans surrada, uma blusa que me parecia uma regata com a estampa “Team Lana Del Rey”, por cima da regata ela usava uma jaqueta do tipo americana que os alunos que participavam das atividades esportivas da escola ganhavam.As feições no seu rosto eram bonitas, ela tinha bochechas rosadas, orelhas e nariz pequenos, sobrancelhas bem alinhadas e olhos ... espera os olhos dela eram vermelhos, melhor dizendo, a Iris de seus olhos eram avermelhadas. E seu rosto estava marcado por uma maquiagem fraca, lápis de olho e batom vermelho. Por um momento eu senti uma leve inveja, pois eu estava com uma calça jeans azul, uma blusa preta lisa e um all star – Algumas pessoas considerariam essa roupa bem legal, eu também apoio essa ideia, mas eu estava com essa roupa por pelo menos 3 dias.

– Você só pode estar zuando – Disse Taylla virando pra mim com um olhar de: “vamos, essa menina é doida”.

–Receio que não estejam compreendendo – a garota com a blusa “Team Lana Del Rey” fez uma pausa e prosseguiu – Eu sou Lorrani Dely Avaloque.

Com o fim da pronuncia, seu nome ecoou na “caverna” em que estávamos e em um súbito espanto, Taylla e Igor engoliram o seco como se suas vidas estivessem sendo ceifadas e se ajoelharam a uma garota de 14 anos.

Notas finais
Espero que tenham gostado e comentários ajudam.