A mansão da morte! Vendo corações!
14 Capítulo 13 - Primeira passagem no México
Notas iniciais
Novo personagem no capitulo!
Continuamos com o projeto trilha sonora! Mandem Reviews se vocês concordam e mandem sugestões!
Diário,
Há quanto tempo não nos vemos hein? Muito tempo não? È... Desculpe, mas esses dias foram muito turbulentos e eu não tive tempo de escrever. O que eu posso dizer é que hoje eu estou em um carro velho no meio do deserto. É sério! Deixa-me contar do começo.
Depois que a velha, o bebê, a Rylla e a Ellen chegaram dizendo que tínhamos de ir para o México salvar um rei todos ficaram boquiabertos sem querer acreditar em nada e depois decidimos que o melhor a fazer era ir. Eu nunca foi em uma missão antes. Fiquem ansioso e com vontade de ir, sem falar que estava morrendo de vontade de sair daquela casa rosa e cheia de rosas que a Rose “concertou”.
Nem todos concordaram, mas mais gente concordou ( a morte e a Rylla) quando a minha avó chegou de viagem. Eu contei que tinha ido lá para estudar mais num tinha conseguido dia nenhum. Ela me deu um abraço e disse que aquela casa era um lugar que não tinha muita tranqüilidade. Minha avó viu o anel no meu dedo e virou para a morte, que virou para o outro lado e saiu andando como quem não sabia de nada.
Depois de arrumar todas as malas nós fomos para o aeroporto, minha avó ficou para cuidar da casa enquanto eu, a Rose, a Yllianna, a morte, a Lira, a Rylla e o bebê fomos para o México. A minha avó ficou com a Ellen, a velha e o Roberto.
Quando chegamos no México nós nos instalamos em um hotel para que no outro dia pudéssemos ir procurar o rei na cidade. Tudo que tínhamos para procurar era uma foto do rei sorrindo e tomando água de coco. Não tínhamos muito dinheiro então lanchamamos na rua e tiramos fotos no meio da cidade, era noite e resolvemos andar um pouco pela cidade e depois voltar, mesmo com poderes, quatro adolescentes, uma criança (a idade mental da Rylla), um bebê e uma adulta doida (a morte) na rua de noite é perigoso.
Quando chegamos no hotel tivemos de economizar nos quartos e eu tive que ficar sozinho com o bebê. A Yllianna, a Lira e a morte ficaram juntas e a Rylla e a Rose no outro quarto. Não gostei de ficar com o bebê. Sabe o que ele fez? Ele me chamou para jogar um jogo. Ele disse que se eu perdesse eu ia ter que fazer algo para ele. Aceitei. Não achei que fosse perder para um bebê, mas me esqueci que ele era um gênio. Ele fez uma pergunta doida de química e física e disse para eu responder de cabeça. Eu num entendi nem a pergunta. Talvez se eu tivesse estudado na casa da minha avó eu soubesse, mas como não soube tive de trocar a frauda dele.
Quando ele pediu para tocar a frauda ele fez aqueles olhinhos de cachorro que caiu da mudança... Eu troquei, mas quando fui pegar a frauda nova ele se sentou, tirou a chupeta e disse:
– Aproveita que está em pé e me traz uma mamadeira de leite morno, um lençolzinho e um livro de trezentas páginas que esta na minha bolsa e sem reclamar porque hoje eu estou sem paciência.
Nunca mais eu passo uma noite com esse bebê tirano. Quando eu voltei com o que ele pediu, ele estava dormindo e eu fiquei com tanta raiva que demorei para dormir.
Depois de uma noite mal dormida, eu me acordei morrendo de sono, mas ele acordou bem. Eu fiquei @#%* de raiva e comecei a gritar e jogar as coisas que não se quebram, como travesseiro na parede. Ele ficou rindo da minha cara e eu sai do quarto com ele no braço para tomar o café da manhã no andar de baixo.
Yllianna me viu e disse:
– Finalmente você está aprendendo a ser sensível. Muito bem! Deveria cuidar dele mais essa noite. Ele parece tão feliz. Queria ter a sorte de ficar com ele.
– Então pega esse troço! Eu num agüento mais ele é um martírio. Pode cuidar dele você! Vai jogar praga para outro!
– Insensível!
– Eu! Então tenta passar uma noite com ele!
– Ok! Essa noite eu fico com ele!
– Você não vai agüentar!
–Vamos ver! – Ela disse e depois saiu segurando e mimando o bebê. Acho que ela já tinha tomado o café da manhã.
Depois de todos tomarem o café fomos alugar um carro. Nunca mais deixo a Rose escolher alguma coisa. Ela escolheu o carro mais velho e barato da loja porque tinha uma mancha enorme em forma de Rosa no banco do carona. Adivinha quem teve de ir sentado no banco? Eu! E adivinha de que era a mancha? Não sei! Era alguma coisa suja e grudenta.
Quando saímos da loja de aluguel fomos andar pela cidade e perguntamos a todos se alguém tinha visto o rei. Ninguém viu ninguém parecido com ele. Somente um homem disse que tinha visto alguém como o rei. Aquele cara, quando viu a Yllianna ficou doídoe começou a dar em cima dela ofericia flores e ela, com toda a educação dela, disse que não estava interessada. Isso parece educado né? Seria se ela não tivesse esmagado as flores, comido os chocolates e dado um tapa na cara dele.
A morte continuou dirifindo quando nós vimos uma estradinha e a Rylla encontrou aquele mesmo cara que disse que tinha visto o rei. Num gosto dauqele cara. A Yllianna viu que eu fiz cara feia para o cara e deu um beijo na bochecha dele. Ele só disse que o nome dele era Clint e a Rylla perguntou onde o homem (o rei) estava. Ele disse que não se lembrava. Yllianna olhou para ele, viu uma verruga e disse:
– Que nojo!
Depois de dizer isso ela empurrou ele do carro. Eu comecei a rir.
Como a morte se distraiu ele acabou pegando um caminho para fora do México e agora estamos nós aqui. Nós que viemos e o Clint que nos seguiu em um carro pequeno e no meio de um deserto. Aproveitei que estamos perdidos para escrever em você. Até outro dia!
Tchau,
Diário!
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