A mansão da morte! Vendo corações!
18 Capítulo 16 - Dia no parque (parte 1)
Notas iniciais
Lira: Você esqueceu da gente foi?
Não! E...Eu...Eu estava ocupado.
Lira: Mentiroso!
Curtam o capitulo!
Yllianna: Enquanto eu mato ele
Como você apareceu aqui?
Yllianna: Não sei, mas já que estou aqui... Você ta morto!
Socorro!
Espero que gostem do capitulo!
Diário,
Hoje foi um dia muito estranho para mim, mas acho que foi o melhor também! Não sei, mas acho que muitas questões não terminadas se resolveram hoja, mas vou começar falando do dia no parque.
Assim que chegamos lá, um homem vestido de Drácula nos deu sorvetes de morango, eram pequenas amostras grátis, mas, mesmo assim, eram muito gostosos. Yllianna estava do meu lado. Ela comia muito rápido. Eu tentei dizer para ela que ela poderia “congelar o cérebro”, mas acho que ela não me ouviu, pois alguns segundos depois ela colocou a mão na cabeça, fechou olho direito e ficou pulando. Ela olhou para mim como quem pergunta “você não tá sentindo nada” e eu comecei a rir. Ela derramou meu sorvete na minha cara. Essa não foi a melhor parte do meu dia.
Lira nos seguia vestida de preto. Como eu descobri que era ela? Ela deu um murro no cara vestido de Drácula e perguntou:
– Você ta frescando com a minha cara? Nunca mais me ofenda assim!
Acho que o rapaz se demitiu.
Yllianna pediu para ir à montanha russa. Gosto de montanhas russas, mas nunca mais vou lá com ela. Ela entrou no carrinho e ficou dizendo que não tinha medo, que era corajosa e outras coisas do tipo, mas quando o carrinho começou a andar (ele ainda estava reto) ela começou a gritar e se espernear e dizer coisas como: Vamos morrer! Socorro! É muito rápido. Se ela fez isso com o carrinho lento, imagina o que ela fez quando começou a descer. Da para imaginar né? Pois, é! Ela se agarrou na barra de ferro e começou a gritar, a endoidar, xingar a velocidade e a vomitar. Sim. Ela vomitou duas vezes. Não queria ser o cara lá de trás. Foi nojento. E... Quem estava lá atrás era a Lira. Coitada.
Descemos da montanha russa e ela deu um “Ufa!”, depois ela perguntou se eu queria ir de novo. Todos que estavam na fila gritaram não e colocaram uma placa com a foto dela dizendo que ela não poderia mais voltar lá. Acho que foi maldade o que fizeram com ela, mas eu mesmo não voltarei lá com ela, então a levei para o jogo de acertar as argolas nas garrafas. Tínhamos três chances cada. Ela errou a primeira e a segunda. A terceira ela... Acertou com força... a cara do homem da barraca. Pedimos desculpas. Foi a minha vez. Acertei duas. Ganhei um anel de aranha. Que ótimo. Sempre quis um!
Quando saímos da barraquinha das argolas fomos para as xícaras. Se você não sabe o que é, é um brinquedo que você se senta e gira uma roda, que gira a sua xícara, enquanto todas as xícaras giram em um prato gigante. Yllianna até que reagiu bem. Ela ficou calada durante todo o tempo do brinquedo. Vi Lira em uma xícara usando um binóculo e espionando agente. Yllianna estava ficando verde.
Quando saímos do brinquedo. Yllianna correu para o banheiro para vomitar. Tudo bem, as vezes ficar tonto não é bom, mas estar tão desesperado que vai no primeiro banheiro que encontra.... é estranho. Ela entrou no banheiro dos funcionários. “Isso não é problema”. Você deve estar pensando, mas ela foi ao dos funcionáriOS. No masculino. Vi uns três homens saírem gritando e dizendo “louca, louca”
Estava anoitecendo. Estava em pleno por do sol. Fomos comer. Ela pediu um “MEGA BURGUER TAMANHO TORRE EIFFEL” maior que esse só o tamanho Empire State e o tamanho monte Fuji. Eu pedi um hambúrguer comum com batata-frita e refrigerante de 700ml. Gosto muito de refrigerante. Eu perguntei a ela se ela não ia querer refrigerante. Ela deu um sorriso cheio de comida e disse:
– Eu bebo do seu. – Dei um sorriso disse que ela fosse para uma mesa. Eu ia ficar esperando o pedido. Depois que o pedido ficou pronto. Vi Lira se levantando da mesa e dando um sorriso para mim. Eu balancei a mão como quem diz olá. Depois Lira foi embora.
– O que ela queria – Perguntei a Yllianna.
– Nada demais. Esquece.
Depois que agente terminou de comer. Resolvemos ir para a roda gigante. Entramos no brinquedo e ficamos os dois em uma cadeira. Estávamos olhando para o céu e conversando sobre as loucuras da Rylla, da velha, dos acontecimentos da mansão. Estávamos na segunda volta quase no topo quando a roda parou. As pessoas embaixo não sabiam o que fazer, mas eu e Yllianna estávamos despreocupados. Ficamos olhando o céu e falando sobre as estrelas, quando ela encostou a cabeça no meu ombro. Corei. Perguntei como os olhos e o cabelo dela mudou tanto desde a promessa. Ela disse que foram mudando com o tempo. Olhei para a lua e ela fechou os olhos. Ela colocou a mão no meu bolso e peou o anel de aranha.
– Até que ele fica bonito se você olhar ele na lua. – Ela disse.
– Eu também acho...
Continua...
Notas finais
Lira: Se não eu mato vocês!
Doida!
Lira: Você é que é!
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