Notas iniciais
Esse cap não é um dos meus melhores... Tem muitas palavras!!!
Espero que gostem.

Quero agradecer por suas reviews. OBRIGADA!!!!!!

BJS minhas joias.

***

O mês se arrastava pensava Nico. Ele sentia muita falta dela. Sentia saudade do seu ciúmes bobo. Sentia saudade de ver seu sorriso. Sentia saudade de sentir a mão dela na dele. Sentia saudade dos lábios dela. Sentia saudade do sorriso dela enquanto a beijava. Sentia saudade de cada pequeno detalhe dela.

Por que ele fizera aquilo? O que o levara a fazer aquilo? Burro, babaca, idiota, imbecil. Mas, Nico sabia de uma coisa ia reconquistar ela de qualquer jeito. Ele sabia que na primeira vez não havia a conquistado era uma atração que fazia os dois querer ficar juntos. Era uma necessidade de ele cuidar dela.

Dois meses. Três meses e um dia.

Lavínia voltou ao acampamento um pouco melhor mentalmente por que fisicamente ela estava horrível. Cabelos desgrenhada, mais pálida que o normal, dava para ver os ossos do rosto dela, as roupas estavam rasgadas e tinha um rasgão em sua cocha que não sarava, o que era estranho já que ela era uma vampira.

Quando ela estava chegando perto do pinheiro de Thalia ou quase se arrastando todos já estavam dormindo. Ela não conseguia gritar por socorro então fechou os olhos e fez a primeira coisa que veio a cabeça. Sintonizou o sonho de Nico e entrou nele.

Tudo estava escuro e Lavínia estava no chão do mesmo jeito que ela estava na vida real então começou a gritar o nome dele.

- Nico!!

Ela tossiu sangue.

- Nico! Por favor!

Ele apareceu na frente dela com um pijama listrado preto e branco, o preferido dela. Ele correu ate ela.

- O que houve? – Pergunta ele não tocando nela para não causar mais dor.

- Não a tempo. Estou perto do pinheiro de Thalia, por favor me ajuda.

Ela desapareceu.

Nico a achou caída no chão sangrando olhando para o céu.

- O que houve?

- Depois explico. Pode... – Tosse com sangue.

- Não precisa terminar.

Ele ia pegar ela no colo, mas ela disse:

- Só deixa eu me... Apoiar em... Você.

- Você não esta em posição de mandar em alguém.

Ele pega no colo a fazendo relaxar um pouco. Eles estavam quase chegando a casa grande quando ela começou a fechar os olhos.

- Ei, não feche os olhos, não durma.

- Fácil falar, difícil fazer.

Na casa grande Quíron a leva para a enfermaria cuida dos seus fermentos e depois deu uma coisa para ela tomar.

- Agora ela vai dormir um pouco para descansar e amanha você leva ela para se alimentar. – Diz Quíron para Nico. – Agora pode ir para seu chalé.

- Se o senhor não se importa vou ficar aqui com ela.

Nico olha para Vivi deitada na maca.

- Tudo bem. Só de néctar para ela quando acordar.

Ele saiu da enfermaria.

ALGUMAS HORAS DEPOIS...

Ele acordou com um barulho mínimo de um gemido. Lavínia estava tentando começando a levantar-se da maca, mas parecia que todo movimento doía. Ele caminhou ate a frente dela e estendeu uma mão para ela.

- Deixa eu consigo. – Falou fria e prestando atenção no chão.

- Preciso falar com Quíron urgente! Sai da frente! – Ela parecia a beira do pânico. – Aih!!! – Ela gemeu esfregando sua perna.

- Você fala com ele depois.

Eles discutiram uns dez minutos os pros e os contras, mas ela acabou cedendo.

- Ok eu fico.

Ela ajeitou os travesseiros atrás dela para poder sentar-se.

- Agora... – Ele estendeu o copo com o Néctar com um canudinho vermelho, a cor preferida dela.

- Obrigada.

Os olhos dela ficaram vermelhos e as presas desceram. Ela virou o rosto para que ele não visse. Ao terminar devolveu o copo para ele, instantaneamente sentindo-se melhor.

- Agora posso ir? – Pergunta ela.

- Deixa que eu o chamo.

Ele caminha ate a porta quando sentiu algo fofo bater em seu rosto.

- Podia ter dito isso desde começo Di Angelo. Assim não precisaríamos brigar. – Ela parece com raiva, mas com um pingo de diversão.

Ele joga o travesseiro de volta. Ela o pega e vê que a capa é do Morfeu, esse é o Morfeu.

- Esse é o Morfeu? – Pergunta ela abraçada no travesseiro.

- Sim, eu trouxe durante a noite. Você sempre me dizia que se não dormisse com ele tinha pesadelo não queria que ficasse mais atordoada ainda.

Ele saiu deixando uma garota atordoada para trás, mas ela logo tirou ideias demais da sua cabeça. Ela havia esquecido Nico quando viu as pessoas no muro das lamentações em Jerusalém e quando foi ver uma fonte dos desejos no Amsterdã.

Quíron chegou e Nico logo atrás com aquela cara de curioso.

- Está melhor criança? – Perguntou Quíron dando uma olhada no arranhão na perna dela que já estava cicatrizado.

- Sim, e obrigada por cuidar de mim.

- É meu trabalho. – Diz Quíron sorrindo.

- Ok, mas não é isso que quero falar. Houve coisas estr... – Ela olha para Nico que estava sentado na poltrona.

- É uma conversa... Meia que particular.

Ela olha para Nico e depois para Quíron indicando o intruso.

- Nico pode dar licença? – Pergunta Quíron para Nico.

- Claro.

Nico ficou do lado de fora da enfermaria batendo o pé na madeira quando ouviu aquela voz melosa. Ele olhou para o lado e viu aquela garota que tinha cabelos lisos escorridos, pele cor de chocolate e olhos incrivelmente pretos.

- Soube que a vampirinha voltou. Também soube que ela voltou quase morta, verdade? – Alisha pergunta sentando do lado dele.

Nico levanta-se e olha para aquela perfeita, metida e ignorante filha de Afrodite.

- Não, ela não esta morta. E sim, ela voltou.

- Pena, a gente podia se divertir juntos. – Diz insinuando-se para Nico.

- Nem que o céu caia sobre minha cabeça. – Ele fala isso se abaixando para olhar bem nos olhos dela. Olhando de um ângulo certo parecia que ele ia beijar ela.

Bem nesse momento Lavínia e Quíron saíram da enfermaria. Lavínia sorria, mas quando viu a cena seu sorriso fraquejou, mas voltou logo para seu rosto.

- Nico, Vivi vai para cidade. Pode acompanha-la? – Quíron pergunta. Alisha já havia desaparecido.

- Não precisa. Eu vou sozinha.

- Me sinto melhor sabendo que tenha alguém com você.

- Duvida de mim?

- Não, mas pelo que me contou e pelo jeito que chegou ao acampamento acredito que seja melhor você ter alguém lhe acompanhando.

Ele saiu galopando para atender suas tarefas e investigar.

Eles ficaram sozinhos. Lavínia ainda estava com as roupas rasgadas então falou:

- Vou dar um oi para meus irmãos me trocar. Volto em 10 minutos.

Ela falava sem jeito como ele fosse um desconhecido. Mexia na barra da blusa olhava para baixo, retorcia o pé e mordia os lábios sinais de que esta sem jeito.

Ela voltou rapidinho com as roupas trocadas. Ela estava usando uma calça preta apertada, uma blusa preta soltinha, tinha colares longos tilintando em seu pescoço, um par de botas pretas de cano longo e seus olhos estavam muito delineados com preto bem forte.

- Vamos? – Perguntou ela apertando um pentagrama no seu colar.

- Hummm. – Ele não conseguiu falar mais nada alem disso, pois estava babando pela garota na sua frente.

Ela soltou uma risada gostosa de ouvir.

Notas finais
Reviews?? Please!!