A maldição

19 Segredos.


Notas iniciais
CHEGUEEEEEEEI! Com algumas noticias nem tão legais assim :/ MAS PRIMEIRO!

Segredos.

Pov. Aisha.

Um mês depois.

Estamos chegando ao ápice de nossa historia. Agora em diante tudo pode acontecer, lhe aconselho ter cuidado com o que ler e interpreta.

Por que você deve saber, as coisas iram mudar. Nossos persongens iram enfrentar o perigo?

O que é uma historia sem perigo?

Eles terão amor?

O que é uma historia sem um amor impossível?

Eles saberam sobre uma maldição?

O que é um amor sem uma maldição?

Me lembro bem. Minha amiga Hela já tinha me contado uma historia, de um casal com um amor impossível.

Para eles as coisas não saíram como o planejado, mas terminaram bem. No mínimo possível.

Eu não sei dizer como eles terminaram. Eu não posso dizer. Como sabe, venha comigo e você saberá o destino deles.

Você saberá quem morrera e quem sobrevivera.

***

Hana estava sentada na frente da casa. Olhando para o nada. Esperando Kentin. Ele logo estaria lá, para pega-la e juntos eles iriam à casa da tia de Hana.

Hana se lembrava vagamente de seus pais, ao passa do tempo foi mais complicado se lembrar dos rostos deles.

Um carro parou na frente de Hana. Era o carro de Kentin ela entrou e lhe deu um selinho. Suspirou.

–Vamos?

–Vamos.

***

Débora estava sentada olhando o lago. Imaginanado o que aconteceria dali para frente. O que aconteceria com ela e Nathaniel?

Ela saiu da sala e fora embora. Nem se quer falara com as amigas. Ela não falara com ele esse tempo todo .Não tinha cabeça para aquilo. Se Nathaniel queria a deixar louca, estava conseguindo.

Ela sentiu alguém se sentando ao seu lado, olhou. E deu de cara com o loiro.

–Oi. –Ela murmurou.

–Oi.

O que ela falaria? E por que diabos ele tinha que aparecer? Justo agora?

–Você está me tentando deixar louca? –Perguntou em um fio de voz.

–Como?

–Primeiro, você me beija. Depois fala que não gosta de mim. Mais tarde me beija de novo...- Suspira – E agora eu não sei mais o que achar disso tudo.

Nathaniel fitou Débora, está que mantinha os olhos no lago. O que ele deveria fazer? Ele já tinha decidido.

Não poderia viver sem ela, não mais. Ele tentara de todas as maneiras manter ela longe. O perigo de alguma forma estava o rondando. Assim como rondava sua família a anos.

–A muito mais, por trás disso. Do que você possa imaginar. –Sussurrou.

Débora ainda não o entendia, o que mais ela poderia imaginar? Ela deveria ter seguido sua própria intuição.

–Você poderia me falar.

–Poderia. Mas eu não sei se é o certo.

–Por que você fez tudo isso? Por que me afastou?

–Meu pai.

Era essa a resposta. Seu pai. Nathaniel deveria ter falado? Ele não sabia, mas naquela altura do campeonato não ligava para nada.

–Seu pai? Você quer dizer...As marcas tem a ver com isso?

Débora sabia de marcas roxas nas costas de Nathaniel. Ambre tinha lhe falado pouquíssimo. Mas seus colegas deduziram que era o pai de Nathaniel. Ele nunca confirmara nada.

–Tem. Meu pai é muito rígido. Desde de pequeno ele me batia, se algo dava errado eu era seu saco de pancadas.

Débora olhou nos olhos azuis de Nathaniel. Aquilo se encaixava. Agora ela entendia tudo, ele não precisava explicar mais. Ele fez aquilo, talvez pelo fato de que ele seria punido se soubesse que ele a namorava ou até mesmo ela.

Nathaniel se aproximou de Débora e sem esperar mais selou os lábios de ambos. Um choque percorreu o corpo de Débora, ela correspondeu ao beijo.

***

Kelsey andava pela rua, desinteressadamente. Nos últimos dias ela sentia que alguém estava vigiando a de longe. Ela não sabia dizer quem.

Sentiu a brisa gelada. A rua estava calma, pouquíssimas pessoas andavam pelo local. Ela agora entraria em um caminho, onde averia um estilo de floresta.

Ela continuou sem hesitar. Sentiu ser seguida. Olhou para trás, nada. Continuou seu caminho.

Estava na metade do mesmo, quando escutou um rosnado. Um calafrio percorreu sua espinha.

Continuou seu caminho. Algo a fez desviar o olhar da frente, para um arbusto. Ela olhou bem, e viu olhos no meio do arbusto. Ela deveria estar ficando louca.

Ela pode identificar a cor dos olhos. Um era dourado e o outro...Azul-Cobalto.

Ela olhou para trás, uma figura toda de preto ia em sua direção. Logo o reconheceu sorriu.

–Olá Kelsey.

–Olá Kishan.

Voltou a olhar para o arbusto, seja o que for estava lá tinha ido embora com a presença de Kishan.

Balançou a cabeça. E Kishan a acompanhou o resto do trajeto.

***

Emma estava sentada em baixo de uma árvore, ela mantinha seus fones de ouvido no último. Se exilando do mundo real.

–Escutando o que, pequena?

Castiel se sentou ao seu lado. Emma sorriu e tirou os fones de ouvido.

–Nada que te interesse. E o que você está fazendo aqui?

–O que? Eu não posso nem ao menos ver minha namorada?

O Sorriso de Emma aumentou ainda mais. Castiel passou o polegar na bochecha de Emma. Ele ainda não sabia como contar. Porem sabia que não conseguiria viver sem aquele sorriso.

Estranho não é? Você mal conhecer alguém, e ela já significar tanto.

–Nos precisamos conversar. –Murmurou desanimado.

–O que houve?

Castiel fez uma careta e se levantou, Emma fez o mesmo.

Por onde ele começava? Ah sim: Eu estou te usando.

–Eu quero...

–Você quer?

–Eu quero terminar.

Seus olhos negros estavam frios, sem emoção. Ele tinha que fazer aquilo, se seu avô soubesse com quem estava o mínimo o mataria.

Emma o olhou espantada. Ela sabia que isso iria acontecer, sedo ou tarde. Ele era igual a todos os outros.

–Está bem. –Sussurrou pegando suas coisas.

–Está bem?

–Eu sabia que isso iria acontecer. Eu disse a mim mesma: Não se apegue. Mas eu não me dei ouvidos. Eu cheguei a pensar que você fosse diferente, mas na verdade eu estava errada.

Ela deu as costas ao ruivo. E iria embora, se não fosse ele ter segurado no braço dela.

–Eu não sou igual a todos. –Murmurou pirigosamente perto.

–Não? Se você não fosse igual aos outros, nos estaríamos juntos agora. E não tendo essa briga! –Exclamou.

O desejo de dizer que aquilo fora uma brincadeira de muito – muito -, mal gosto queria dominar Castiel. No entanto, ele não podia seder.

Ele queria, beija-já. Sentir mais uma vez seus lábios nos dela. Ele sabia que era errado. No entanto, o que poderia fazer? O amor é algo incontrolável, ele vai e voltar quando quer.

–Nada é o que parece.

Disto isso ele a beijou. Emma passou os braços pela nunca de Castiel, aprofundando o beijo. Ele mantinha suas mãos na cintura da ruiva. As línguas de ambos exploravam cada mínimo lugar.

Castiel encostou Emma na árvore, a fim de tela mais para si. Emma não tinha pessamentos coerentes no momento, ela apenas precisava dele.

Infelizmente para ambos, eles precisavam de ar. Eles se separaram ofegantes. Castiel olhou nos olhos azuis de Emma. Aqueles olhos. Os olhos mais lindos que o ruivo já vira em toda sua vida. Perfeitos.

Ele sabia que nada era perfeito. Mas você já parou para pensar, que o que você gosta é perfeito para você?

Emma procurou algo nos olhos negros de Castiel. Algo que a disse-se que ele não queria aquilo. Mas os olhos dele estavam negros, frios. Ela suspirou e balançou a cabeça.

Ela saiu dos braços de Castiel. Ela não acreditava que aquilo ainda estava acontecendo. Ele era dos garotos que te usava e depois te jogava fora.

O garoto que Emma sempre detestou e ficou longe. Emma deu as costas a Castiel e foi embora. Por que ela dependia tanto dele? Justo ele.

Antes de ir embora totalmente. Ela se virou e o encontrou olhando-a de longe. Castiel fez uma promessa muda com aquele olhar, ele daria um jeito de trazê-la de volta para seus braços.

***

Natsumi tocava um piano. Sua melodia era triste. Enquanto lágrimas desciam por seu rosto. Seu pai tinha piorado. Estava no hospital, enternado. Ela não sabia se ele sobreviveria a aquela.

E eu já sabia o final da história do pai de Natsumi.

Hela estava indo busca-lo.

Natsumi parou de tocar a Lysandre entrou no local e se ajoelhou a sua frente.

–O que houve amor?

–Ele piorou. Está internado.

Lysandre a abraçou. Aqueles abraços apertados e quase sufocantes, os quais todos nós nos sentimos seguros de tudo. Era aquele abraço de Natsumi mais precisava no momento.

Depois de longos minutos abraçados Natsumi se distanciou e pegou o celular, ele vibrava. Ela sentiu medo. Muito medo. Engoliu em seco e atendeu.

–Alô?

–Filha?

–M-Mâe? O que houve?

–Seu pai. –Ela suspirou e soluçou – Ele...Piorou...

–Ele não...?

Um minuto de silencio se fez, o coração de Natsumi batia de pressa. E a mãe de Natsumi não respondeu. E a garota entendeu. Ele estava morto. Morto.

Morto. Morto. Ele. Morto.

Ela desligou o celular. E olhou para Lysandre. Seus olhos deixavam as lagrimas caírem. Mas ela não pronunciava nenhuma palavra, estava em choque.

Seu pai estava morto.

–Nat? O que houve? Fala comigo, amor.

–Ele...Ele...Meu pai Lys...Ele está morto.

Lysandre acreditou desde o inicio que o pai de Natsumi iria passar daquela. Mas é assim não é? Todos nós nos engamos.

Lysandre a puxou para seu peito.

Natsumi sentia que seu mundo estava desmoronando. Seu pai estava morto, e as lagrimas não paravam de cair. A dor era terrível se suportar.

Eu posso lhe dizer, se não fosse eu ela estaria sozinha agora. E acredite, não saira coisa boa daí.

Mais uma perda. Por isso que eu lhe digo, aproveite cada segundo por que pode ser o último.

***

Hana bateu na porta da casa de sua tia. Kentin a deixa-la lá. Falou que tinha que resolver algumas coisas com Ren. E afinal Hana e sua tia tinham que conversar sozinhas.

A porta logo fora aberta, revelando uma mulher de meia idade, seus cabelos ainda eram castanhos. Mas alguns estavam ficando grisalhos. Seus olhos eram cor de avelã e ela sorria docemente.

–Hana! Querida entre!

–Obrigada tia.

Ela entrou e a mulher a abraçou apertado. A tia de Hana a guiou até uma sala de estar. Hana se sentou no sofá e sorriu. Sua tia se sentou a sua frente.

–Então o que levo a visita da minha querida sobrinha?

–Tia, bem eu fiquei devendo a anos uma visita. Então...

–E sua vô?

–Na mesma.

A tia de Hana suspirou. Hana podia ver, que ela ainda sentia falta da mãe. Afinal quem não sentia falta da própria mãe?

–Bem. Você sabe que tem um lugar aqui na minha casa. Mas me conte, e os namoradinhos?

Tias. Sempre a mesma coisa.

–Eu estou namorando sim. Um aluno da minha escola.

A tia de Hana sorriu. –Eu quero conhece-lo.

–Ah sim claro.

–Bem. Já que você está aqui, me fale como anda sua vida com aquela velha maluca?

–Indo. Mas a senhora sabe, continua a mesma coisa.

–Bebendo?

–Sim.

Um silencio constrangedor se fez. Hana nunca fora tão chegada na tia, mas sempre a amara. Elas apenas não conversavam muito.

–Já que eu estou aqui. A senhora pode me falar um pouco dos meus pais? Sabe eu acabei de esquecendo boa parte sobre eles.

–Mas é claro que sim. Eu já volto.

Hana assentiu e sua tia foi para um corredor, logo depois voltando com um Álbum em mãos.

–Esse aqui é um álbum dela e de seu pai.

Hana o pegou com todo o cuidado e o abriu. Lá continha varias fotos deles juntos, o casamento, com Hana, um de seu pai sozinho e o outro de sua mãe sozinha.

–Eles se davam bem?

–Ah sim. Muito bem. Não duvidara nada que eram almas gêmeas.

Hana sorriu e um pensamento lhe ocorreu. – No dia do acidente, tinha mais alguém com eles?

–Tinha. Mais duas pessoas, eu não sabia quem era elas. Mas depois reconheceram eles.

Ela parou em uma foto. Lá ela se encontrava sorrindo no colo do papai Noel. Uma lembrança a dominou.

–Venha cá querida. –Um senhor de idade falava.

–Mas eu não quero.

–Venha logo! –Ele gritou.

Ela engoliu em seco e olhos nos olhos negros do homem. Ele era assustador, e algo a dizia para ficar longe dele.

–Sai de perto dela.

Hana olhou em direção da voz, e não pode ver mais do que um vulto branco. Mas quando foi se dar conta, seu pai estava a sua frente.

–Hana corra. –Ele falou. –Ache a sua mãe.

Hana não sabia de onde era aquela lembrança, nunca se lembrara de algo assim antes. No entanto consiguira se lembrar de seu pai. Isso trouxe a tona os rosto deles, e seus olhos marejaram.

–Eles trabalhavam no que mesmo? –Ela perguntou.

–Sua mãe era escritora. Mas seu pai eu não me lembro muito bem.

O celular de Hana vibrou e ela atendeu. Lysandre lhe contou sobre Natsumi. Ela desligou.

–Eu tenho que ir tia. Minha amiga precisa de mim.

–Claro querida, mas se quiser eu sempre terei um cantinho aqui.

–Obrigada.

Hana ligou para Kentin já na rua.

***

Eu lhe perguntou se já conseguiu acemelhar algo? Não? Pense bem.

Ah muitas coisas nessa história, e nossos persongens podem não saber mais estão ligados de alguma maneira.

Vou lhe fazer uma pergunta agora, me responda com sinceridade:

Está pronto? Prointo para enfrentar e ver o destino de nossos personagens? De ver o passado deles? Os segredos? O medo? O Amor? A tristeza? A maldição?

Prepare-se A maldição está chegando. E com ela os segredos, intrigas e amor.

Bem vindo ao meu mundo.

Notas finais
Agora sim e.e Bem estamos em reta final. Minhas ferias estão acabando. Eu to virando Directioner '-' To cheia de fanfics para escrever. E acho que vou ter que excluir algumas por um tempo ;/ Comentários? Não recebi nenhum no outro u.u