A maldição de Macária
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Obrigada pelas reviews.
bjs fofos e fofas
- Isso existi?
- Você é filho do Deus do Mundo Inferior.
- Ok.
A porta saiu dos trinques e eles foram jogados para longe. O homem entrou, olhou em volta. Eles levantaram-se, Nico desembainhou sua espada, mas quando ele tentou acertar o homem ele apenas tremeluziu como um holograma.
- Ele é um mortal! –Gritou Vivi para Nico como se fosse obvio.
O homem deu soco em Nico deixando desacordado e foi ate Lavínia.
- Pensei ter te matado no Canadá. – Disse ela ofegante.
- Quase, mas sou mais forte do que pareço. – Ele a pegou pelo pescoço tirou-a do chão e apontou uma arma para seu coração. – Ultimas palavras?
- Cuidado.
Nico veio por trás e bateu na cabeça dele com um taco de beisebol. Ele caiu no chão desacordado. Lavínia voltou a ficar de pé e deu um chute na barriga dele.
- Vamos sair daqui. – Disse ela correndo para cima e pegando três mochilas.
Ela desceu pegou o pulso de Nico e saiu correndo para dentro da floresta. Na floresta ela sentiu um cheiro de fumaça, virou-se, olhou para cima e viu fumaça.
- Desgraçado. – Ela soltou as mochilas no chão para ir atrás de Danny, mas Nico segurou sua mão.
- Ta louca! Viu como ele me nocauteou? Ele vai acabar com você.
- Já acabei com ele uma vez, posso fazer de novo. – Seus olhos dilataram e ficaram vermelhos o olhar, aquele olhar de um ano atrás estava voltando.
— Não vale a pena. – Ela voltou a ficar com seus olhos normais.
- Tudo bem, mas vamos logo ele é ótimo rastreador.
- Como você conheceu ele? – Perguntou Nico.
- Na Transilvânia. Eu estava em um bar e daí ele chegou, sentou no meu lado. Eu vi que ele tinha símbolos estranhos na mão, o observei melhor vi que ele estava armado e fiquei atenta. Ele se ofereceu para pagar uma bebida, eu aceitei quando ele me alcançou a bebida com a outra mão ele apertou uma cruz na minha mão, o que queimou então ele apontou uma arma para minha cabeça.
- Bela historia. Você tem problemas com cruz?
- Tenho problema com qualquer tipo de coisa da igreja. – Responde. Ela olhou em volta pensativa. – Melhor sairmos daqui rápido... Ele sente meu cheiro e se bobear o seu.
Ela olhou para Nico.
- Quê? – Perguntou ele já sabendo o que ela estava pensando.
- Você não pode levar a gente pelas sombras?
- Pode posso, mas me cansa.
- Então leva a gente só ate a frente de um hotel. — Ela fez a melhor carinha fofinha.
- Ta.
Ele deu a mão a ela fechou os olhos e pulou em uma sombra. Viajar nas sombras é como se estivesse em uma montanha russa, caindo, virando repentinamente para direita e frio na barriga. Quando Lavínia abriu os olhos estava na frente de um hotel pequeno, mas bem bonitinho e fofo. Eles entraram no hotel.
- Boa noite. – Falou uma senhora de meia idade.
- Boa noite, dois quartos, por favor. – Pediu Vivi sorrindo para senhora.
- Me desculpa filha. Só temos um quarto com uma cama de casal.
- Aceitamos. – Falou Nico sorridente.
- Certo. – Disse a senhora estendendo a chave do quarto dez.
Lavínia ficou sem reação.
Subimos a escadas ate o quarto. Quando entram no quarto só olharam para a cama de casal no meio. Olharam-se com aquela cara de desafio, para ver quem ficaria com a cama. Vivi correu para a cama deixando Nico na soleira da porta.
- É minha. – Sorriu ela.
Já era muito tarde então Nico nem se deu o trabalho de responder e ele estava muito cansado. Ele deu uns três passos ate a cama e caiu no chão, tipo, meio desmaiado e meio acordado. Lavínia foi ate ele e o ajudou a se levantar.
- Isso devia ser ao contrario. – Diz ela para Nico que esta grogue.
Ela o coloca na cama o cobre e senta na poltrona que tem na frente da cama. Ela olhava para Nico que esta com os olhos semicerrados.
- Desculpa. – Sussurrou ela baixando a cabeça.
- Por? – Falou ele fracamente.
- Você disse que não fazia bem para você viajar pelas sombras.
- Só estou cansado, só isso. – Diz ele dando um pequeno sorriso. – Mas, se quer me ajudar mesmo deita aqui comigo. – Ele tentou sorri mais um pouco.
Ela olhou para ele mordeu os lábios.
- Tá.
Ela foi no banheiro e voltou vestida para dormir. Uma calça larga e uma blusa mais larga ainda por cima. Ela deitou do lado dele se tapou e olhou para ele.
- Me sinto melhor. – Diz ele passando o braço por cima dela.
O queixo dele encostava na cabeça dela, e ela estava encostada no seu peito assim podendo ouvir seu coração. Cada um expirava o cheiro que mais gostava um do outro. Cada um tinha nos braços o que mais queriam. Cada um tinha o que precisava bem ali. Um ao outro.
***
Ao amanhecer Lavínia levantou-se primeiro que Nico e foi tomar café no salão principal. A TV estava ligada no National Geographic que estava mostrando uma reportagem sobre o que havia no subterrâneo.
- Além das tubulações de esgoto ser no subterrâneo há também um labirinto.
Mostra o mapa do subterrâneo.
-Afirmasse que na década de 80 um Serial Killer levava suas vitimas para esse labirinto e as torturavam em câmeras ou simplesmente as matavam.
Uma foto de uma câmera de tortura aparece. Era tipo, uma sela de prisão. Tinha barras de ferro enferrujado.
A repórter continuou falando enquanto uma luz acendia-se no fim do túnel na sua cabeça. Ela correu escada acima com sua super velocidade. Abriu a porta do seu quarto, abriu sua mochila e pegou um livro sobre Manhattan e abriu na pagina 57.
- Meus Deuses!Descobri! – Ela dava pulinhos com o livro na mão.
Nico saiu do banheiro só de calça jeans (n/a = OMG! Só de imaginar da um calor.). Ela continuou pulando e quando o viu pulou nele, entrelaçou suas pernas envolta da cintura dele e segurou no seu pescoço.
Ela sorria para ele e ele para ela. Sabe aquele momento, aquele momento que muda tudo? Muda seu jeito de pensar e de agir? Aquele momento que tudo fica lento e só existi as duas pessoas apaixonadas sob a chuva. Bem, se você sabe é assim que eles estavam.
Eles se olhavam. Olho no olho. Respirações juntas. Bocas muito perto uma da outra. Coração acelerado. Olhos brilhando.
- Descobri. – Sussurrou muito baixo, praticamente inaudível.
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