Notas iniciais
Desculpa a demora! Sorry. Estou na época de prova e estou ralando para conseguir tirar boas notas. Então se eu demorar não se desesperem por que eu não abandonarei a fic, só estou estudando.
Estamos chegando no fim da fic. Acho que mais dois ou três caps e a fic acaba.
Editei uns caps e gostaria que lessem.

Boa Leitura

Ele arregalou os olhos e pulou no buraco escuro. Ele pegou a lanterna dela e acendeu. Espalhou a luz pelos lados, mas não viu ela e seu pior temor se confirmou, ela foi sequestrada e ele sabia por quem.

- NA CÂMARA DE TORTURA.

Lavínia estava deitada em um caixão de ferro com apenas duas fendas para respirar, ela estava bem machucada. Ela achava que umas duas costelas estavam quebradas, e sua clavícula também, mas o mais ruim era que parecia que no caixão de ferro tinha tubulação por dentro e nesses canos tinha água benta que pingava na sua barriga, nos seus olhos, nas suas pernas e a cada minuto um litro era despejado em cima dela.

Ela ouvia vozes.

- Obrigada por trazer ela aqui, mas agora deixa que eu a mato pessoalmente. – Disse uma voz melosa.

- Certo, minha senhora. – Ouviu o caçador se distanciando.

- Agora que eu vou fazer com você? Já te espanquei, já estou te torturando, falta o que? – Os olhos da pessoa apareceu na fenda.

- Por quê? – Foi a única coisa que ela consegui falar.

- Por que você acabou com minha vida. – Disse andando para lá e para cá com seu saltos.

- Nem te conheço.

- Você me conheço, só não se lembra. Mas, vou refrescar sua memória. Também moro no acampamento e você já tentou me matar.

Quando Vivi se deu conta de quem era quase teve um ataque cardíaco.

- Alisha?! – Ela tentou quebrar o teto do caixão de ferro, mas a única coisa que consegui fou queimadura nas pernas.

- Nunca vai conseguir sair da ai. Posso ser filha de Afrodite, mas sou inteligente.

- Cadê Macária?! – Perguntou Vivi braba batendo no teto.

- Está aqui, mas, acho que esta pior que você. – Ela gargalhou.

- NOS TUNEIS SUBTERRÂNEOS

Nico havia andado muito, mas agora ouvia vozes. Ele parou em um canto e viu que no meio de um túnel subterrâneo tinha uma sala e na porta da sala aquele caçador maldito. Alisha estava lá, parecia falar sozinha e tinha um caixa que mais parecia um caixão de ferro e no fundo da sala havia uma jaula. Ele viu que não era uma jaula qualquer, as barras tinham um brilho diferente para barras que estavam ali a anos.

Ele queria entrar, mas não sabia como passar por Danny. O cara era forte conseguira nocautear ele e pelo jeito Vivi também tivera dificuldade de acabar com ele. Então ele se lembrou dos dardos envenenados na sua mochila. Ele pegou os dardos, que eram seis. Ele olhou para o homem na sua frente e tentou calcular quantos quilos tinha o homem, por que se acertasse mais dardos do que o necessário o homem morreria. Ele pegou três dardo e acertou nas costas dele. O homem caiu no chão e Nico entrou na sala.

- Oi Nico, quanto tempo. – Fala Alisha com aquela voz melosa.

A caixa de ferro sacudiu.

- O que esta havendo? – Perguntou ele pensando o que Alisha fazia ali.

- Esta havendo que eu vou matar sua namorada e sua meia irmã. – Disse ela sorrindo maleficamente.

Ele ficou meio desnorteado. Tudo bem, ele não gostava de Alisha, mas nunca pensou que foi ela que sequestrou Macária, mandara o caçador e sabe mais lá o que. Ele manteu distancia dela e voltou a falar.

- Por que esta fazendo isso?

- Por que estou cansada de todos acharem que as filhas de Afrodite são ignorantes e só pensam na beleza. Nunca fizemos nada de importante, sempre fomos subestimadas. Está na hora de mostrar que não é assim! E vou fazer isso matando a vampirinha e Macária.

- Não vai não! – Ele desembainhou a espada e ela fez o mesmo. – Não quero te machucar Alisha.

- Digo mesmo, meu caro.

Eles começaram com golpes básicos, mas logo Alisha perdeu a paciência. Ela fez um corte nas costelas dele, depois fez uma finta para a perna esquerda dele, mas ele sacou e fez um corte na perna direita dela. Ele tentou golpear de novo a perna, mas ela deu um pulo e deu um chute na barriga dele que o fez cair no chão e a espada dele vôo longe. Alisha foi ate ele, mas quando ela chegou perto dele ele chutou a mão que ela segurava a espada que caiu longe, mas ela pegou o pescoço dele e o tirou do chão.

- Que pena, não queria te matar.

- Digo o mesmo. – Ele tirou uma adaga do cuturno e cravou na barriga dela.

Ela caiu sangrando pela boca e pelo ferimento na barriga dela. Nico foi ate a caixa de ferro e tentou abrir, mas não consegui.

- Você esta bem?

- Sim. – A voz dela era ofegante.

- Se minha adaga encostar em você grita. – Diz ele tendo uma ideia.

- O que?!

Ele cravou a adaga na tampa da caixa de ferro e abriu a caixa. Quando ele tirou Vivi de dentro da caixa viu que ela estava muito machucada. Ele encostou ela na parede e a sentou.

- Me deixa. Vai ver Macária.

Ele foi ate a sela e viu a Deusa deitada no chão sujo e frio muito debilitada.

- Srta Macária? Macária? Você está ai? – Perguntava Nico preocupado.

Ela gemeu e se escorou na parede. Ela suspirou e começou a falar:

- Deuses, estou me sentindo horrível. – Ela ofegava.

Ele tentou abrir a sela, mas ela produziu um brilho intenso e jogou ele para longe.

- Está ligada minha força vital. Não vai abrir se eu não morrer.

- Isso é problema.

Ele foi ate Vivi que ainda estava muito mal. Ela estava quase dormindo, mas ele a acordou.

- Temos um problema.

- Mais?

- Sim, parece que Alisha aprendeu uns truquesinhos novos. – Ele contou o que tinha na sela de Macária.

- Só tem um jeito. Vamos ajudar Alisha. Me passa o néctar.

Notas finais
Espero que estejam gostando. Adoro vocês.