Notas iniciais
Bem, amores e amoras.
Essa é minha primeira fanfic aqui no Nyah e nas outras redes sociais, e estou muito animada.
Tomarem que vocês gostem c:
~ Mars

A porta ao abrir, reproduz um som monótono.

Assim como a vida que estava levando.

— Cate! Venha. — Monique, uma das minhas companheiras me levou a sorrir. — Você não vai ir sem despedir de mim, não é? — Riu baixo, abrindo os braços.

— Claro que não. — murmurei, indo abraça-la.

Assim que desfiz o abraço, Monique sorriu indo para a casa Verde água, com a porta marrom.

Volto a minha, subo os degraus claros e entro.

O cheiro de álcool de Joseph me causa tontura eminente.

Canela, um dos gatos, brincava com uma garrafa vazia de vodka.

— Saia daí, garoto. — sussurro, fechando a porta.

A bolsa que carregava, deixo em cima da mobília, indo para o quarto me trocar.

* * *

Ao Caminho até a Lanchonete Zirelli, encontro uma velha conhecida,Madeleine.

Uma senhorita no qual não era tão agradável em rever.

Porém, a companhia era necessária para deixar a mente levar.

— Então, está iniciando uma nova vida? Na lanchonete? — Questionou a garota dos cachos escuros, puxando assunto.

— Algo assim. — murmurei, endiretando a postura. — Falando nisto, terei que virar esta esquina... — A alerto, virando-me.

— Ah sim, querida. — Sorriu, se despedindo rapidamente com um curto beijo na bochecha.

Sorrio, indo para a esquina.

* * *

— Um Hambúrguer e duas limonadas. — digo, para Adrien.

— Ok, doçura. — Sorriu, indo para a cozinha.

— Ei, Cater. — Oprah riu, apontando para o horizonte.

De longe, conseguia ver Joseph, com sua bebida em mãos, encarando um sujeito maior que este.

— Melhor você afasta-lo, senhorita Caterine. — Meu chefe, Pierre me alertou, com um olhar mortal.

— Sim, Senhor. — sussurro, cabisbaixa.

Vou até Joseph, com passos lentos e tímidos.

— Senhor, tenho que pedir que você se retire. — Digo, me direcionando à um Joseph descontrolado.

— Olhe se não é minha Cat-Café. — riu, me puxando pela cintura

— Me solte. — peço, virando o rosto.

— Não diga não, para mim. — rosnou, forçando um sorriso cínico.

— Digo. — resmungo, me soltando com força.

Joseph se desequilibra da cadeira, deixando a garrafa cair.

— Sua... — sussurrou, se levantando.

Vou para trás, o salto me atrapalhando para ir mais adiante.

Respiro fundo, o homem que me enoja a minha frente.

Ergo o rosto.

— Vou pedir que o Senhor sair. — Repito.

— Você não pode fazer isso. — ele resmungou, e apoiando na mesa.

Limpo a garganta.

— Eu ordeno que o Senhor se retire. — Mando, com mais autoridade.

O silêncio dominante na lanchonete, todos olhando.

Joseph riu baixo, limpando a boca.

— Ok. — sussurrou, saindo.

Todos me observavam, quando voltei a entregar os alimentos para as respetivas mesas.

— Podem fingir que não aconteceu nada, ou vocês realmente preferem discutir sobre a voz alheia? — questiono, em alta voz.

*

Quando volto ao balcão, me sentando, estou exausta.

Marlise vem até mim, e logo coloca a mão no meu ombro, ao se sentar na minha frente.

— Você precisa voltar para casa. — aconselhou.

— Eu não quero voltar e encontrar Joseph. — digo, cabisbaixa.

— Não tem Monique? Fique por lá, querida.

— Obrigada, Marlise. — sorrio fraco.

*

Ao sair da lanchonete, a tranco. Adrien insiste tanto para me levar até Monique, que concordo.

Ele conversa e me aconselha para deixar Joseph.

Como qualquer um que soubesse de nós dois.

— Por que você não termina, Doce? — questiona, com as mãos nos bolsos. — Não te faz bem...E, bem, todos percebem suas marcas.

— Percebem? — Paro, e me viro para Adrien, que concorda lentamente com a cabeça. — Deus...

— Promete que vai deixar ele?

— Tentarei.

Com um aperto de mãos amigável, Adrien me deseja uma boa noite, antes que eu bata na porta marrom da casa verde água.

O som do salto de Monique, é um alarme e até alívio.

Ao abrir, exigia um vestido pêssego, um sorriso por me ver.

— Quer passar a noite aqui? Sei que a minha casa é confortável, Cate. — Sorriu, zombando.

— Se deixar. — murmuro, e ela me convida com um manejo.

— O que houve dessa vez? — Questiona, enquanto tranco a porta. — Ele foi na lanchonete?

— Sim. — a respondi, entrando na sala.

— Caterine, Caterine... — sussurra, sentando numa parte do sofá amarelo. — Venha, e me conte.

Me sentei ao seu lado, e logo puxou minhas mãos para segura-las.

— Eu estou com medo, Monique. — afirmei, envergonhada. — Fui muito rude.

— Oh. Não se preocupe, você vai parar com isso. — ela garante, com um sorriso aconchegante. — Agora, se acalme, que irei buscar um café para nós duas.

Assenti, vendo Caterine ir até a cozinha.

Ao olhar para a sala, meu olhar para em um jornal local.

Me inclino, para pega-lo.

Notícias da aliança Francesa se propagando...Novas peças....E um circo.

Um circo itinerário, irão passar por aqui, amanhã.

Tinham vagas para trabalho.

— Está olhando o Jornal? — Monique indaga, me dando a xícara.

— Sim. Olhei a matéria de relance, e vejo que estão procurando circenses.

— A procura de especializados ou não?

— Os dois. — murmuro, olhando mais a fundo a matéria. — O que acha?

— Como? — Monique arqueia a sobracelha, confusa.

— Trabalhar em um circo. — comento, virando o Jornal, demonstrando uma foto em preto e branco, mostrando o nome de tal entretenimento.

— Circo Maximus? — Sorriu, de canto. — Realmente, Cate?

— Por que não? — a questiono, a fazendo pensar, logo esboçando um sorriso.

— Arrisque-se. — aconselhou.

Notas finais
Bem vindos a Magia, queridos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.