A luz que faltava em você
4 Vaga-lumes
Leo – Madie você está pronta? – me levantei.
Madie – Claro, já estou indo. – falei pegando minha blusa e penteando o cabelo rapidamente. Fui até a porta e recuperei o folego e abri a porta. – Pronto, vamos?
Leo – Ei porque o Nico Di Angelo estava no seu chalé?
Madie – Ele entrou no meu chalé por engano.
Leo – Hummm... sei...por “engano”.
Madie – Para com isso garoto, não aconteceu nada. – ele começou a rir de mim, enquanto andávamos.
Leo – Então vamos começar, me mostre o que você treinou durante a minha ausência. – eu fiz crescer fogo na minha mão, peguei minha alabarda, a ensedei e fiz alguns movimentos com ela. – Hummm, bem legal esse seu movimento, gostei dele. – ele pegou seu martelo e o insidiou.
Madie – É pelo visto, gostou mesmo. – foi assim o resto da tarde toda, lutando, colocando fogo nas coisas e rindo.
Assim que caiu a noite, me despedi de Leo e fui para o meu chalé, tomei um longo banho, coloquei a camisa do acampamento, uma calça meio rasgada e um par de all star azuis, sai do chalé e percebi que havia faltado luz então peguei minha lanterna, como só havia uma luz de emergência que estava no refeitório, fui até lá, avistei duas garotas acenando feito malucas para mim e percebi que eram, Brend e Mag, fui mais depressa para chegar até lá rapidamente, mas antes de conseguir chegar até lá, trombei com alguém.
Madie – Aiiiiiii! Você não olha por onde anda não? – levantei a cabeça para ver quem era e adivinha... era o chato do Di Angelo, outra vez.
Nico – Olhar eu olho, que acontece que VOCÊ trombou em MIM! – ele falou se levantando. – Você saiu que nem uma louca correndo!
Madie – Acontece que essa louca aqui, não o viu, e acabei trombando com a ultima pessoa que eu pensaria e trombar na face da terra! – me levantei.
Nico – Ah e a culpa é minha?!
Madie – Claro que não, é do meu pônei invisível... – ironizei. – Claro que é você só usa roupas escuras, e nesse breu, pior ainda!
Nico – Ah culpa não é minha se eu sou filho de Hades!
Madie – Mas você não é obrigado a usar roupas assim! – falei gritando, ficando de ponta de pé para encara-lo melhor e sem querer ficando mais perto dele.- E da licença minhas amigas estão me esperando! – E sai pisando duro para disfarças, que havia corado.
Quando cheguei ao refeitório, a Brenda e a Mag estavam olhando pra mim, quase rindo.
Mag – Humhumhum... tá irritadinha por que trombou com o Nico Di Angelo?
Madie – É claro que sim, aquele garoto de tundra sai andando por ai no escuro e não querer que esbarre nele!
Brenda – Eu não sei você Mag, mas eu vi alguém corando ali quando brigou com o filho do Hades... — falou com um sorriso malicioso.
Madie – Ai não enche Brenda! E... eu vou comer! – sai e peguei um prato coloquei um pedaço de pizza e um copo de coca-cola, comi a deliciosa pizza de peperoni, ofereci uma parte do meu jantar aos deuses, e depois vi que algumas pessoas estavam em volta de uma fogueira, os filhos de apolo cantavam e tocavam com um violão, minhas amigas vão para lá, Leo estava lá, ele me chamou com um gesto de mão, mas eu neguei com a cabeça, é que apesar de eu conhecer todos os 7 herois do olimpo, e te 3 amigas super-legais, eu não me dou muito bem com o resto do acampamento, é que eu não me sinto muito a vontade com os outros semi-deuses. Fiquei encostada em uma arvore, perto o bastante para que a cada crepitar as chamas iluminava meu rosto, fiquei lá um tempo escutando eles cantando, Brend e logo depois o Leo vieram até mim, a Brend com seu violão branco e Leo com um sanduiche na mão, ela começou a tocar, uma musica que eu mesma fiz, e que ela havia feito a melodia. Era meio boba, eu tinha 12 anos quando fiz aquilo, gente me deem credito.
Brenda –
Eu olho para o alto
E vejo minhares de estrelas
Que me lembram que eu não posso tocar
O céu
Mas sei que meus sonhos
Podem me levar alem das nuvens
Continua vai M.M. você sabe a letra.
Madie – Não e por favor não me chame assim.
Leo – Vamos lá Mag.
Mag – Madie você sabe que quer...vamos você quer não quer? – De repente aquela pessoa indesejável, se noção, idiota, garoto de tundra apareceu.
Nico – Oi. – disse ele, cumprimentando Leo.
Leo – Oi Nico, estávamos esperando a Madie cantar.
Nico – Ah então você canta? Não esperava isso da M.M. – disse ele com um sorriso malicioso.
Madie – OK... eu vou cantar, me dá esse violão! – peguei o violão dela e sentei no chão.
E que a cada estrela
Novas esperanças surgem
Minhas animações
São mais que costelações
Quando vejo uma cadente
Tudo fica diferente
Enquanto cantava percebi que o tundra, estava acompanhando o ritmo da musica, por isso resolvi desafia-lo. – E então Di Angelo, que tal você continuar a melodia, acho que você sabe a letra.
Nico – Bom... eu ouvi um dos irmãos da Brenda cantando essa musica, e peguei a letra então... – naquele momento vaga-lumes nos rodearam.
E quando olhar melhor
Veja que não é bem assim
Do jeito que eu pensava
Agora você vai ter que cantar comigo
Madie – Não sei não...
Leo – Vai Madie.
Mag – É Madie
Brenda – Vamos Madie cante... – e depois de tanto eles insistirem.
Madie – Ta bom.
Vaga-lumes voam sem parar
A minha volta
E me faz entender
Que as estrelas
Quem venho a procurar
É você(2X)
Nico – É você canta bem.
Madie –Tenho que admitir que você também canta bem, garoto de tundra. – rimos um pouco, e quando vi já eram 9:56 da noite, todos já estavam cansados, e eu também, por isso me levantei e me espreguicei. – gente eu já vou indo, estou com sono.
Mag – É eu também vou.
Brenda – Também vou.
Leo – Idem...Nico você não vem?
Nico – Não vou ficar aqui por mais um tempo.
Leo – Ta bom.
E nos saímos, deixando Nico sozinho. Fui para o meu chalé, troquei de roupa, coloquei meu pijama, uma regata cinza e uma calça xadrez vermelha e havaianas azuis, eu ia me deitar mas acabei ficando com sede então fui para o refeitório e quando passei pela fogueira e vi algo curiosamente estranho...
Vi alguém conversando com Nico.
CONTINUA...
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