A love between death

2 That was just a dream?


Notas iniciais
Heeeey minna! Como prometido, aqui está o novo capítulo! Obrigadaaaa pelos favoritos! Espero que gostem e se divertam lendo ^u^ Boa leitura! Kisses :*

"- Tenho que ler esse livro e continuar o trabalho da minha mãe... Depois que eu saber de tudo, vou me vingar daquele inútil que a matou... Juro que vou me vingar! — exclamou a loira, com um olhar destemido, e continuou a caminhar sem ter para onde ir, segurando firmemente o livro em suas mãos, e com a cara escondida em seu capuz."

–---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Capítulo 2

"A vingança torna-se uma cadeia de ódio."
(Naruto)

Pov's Autora

"- Luce! Luce! Olha só o que eu consigo fazer! — um menino de cabelos rosados, com aparência de uma criança de 7 anos vinha em direção a uma menininha loira, que estava em frente a um lago, brincando com a água.

– Natsu você vai se queimar! Deixe-me apagar isso rápido! — exclamou ela, pegando um balde d'água e jogando no garoto, que se molhou todo.

– Olha o que você fez, Luce! Me molhou todo! — exclamou o menino, passando as mãos nas suas roupas encharcadas. Lucy franziu o cenho, fitando-o.

– Eu salvei sua mão e você ainda me trata assim? Não te ajudo mais! — a menina fez bico, olhando para o lado contrário do rosado, que estava rindo.

– Eu não estava em perigo sua boba! Eu consegui fazer com que minhas mãos ficassem em chamas! Que meu corpo todo ficasse em chamas! — disse ele alegre, com os olhinhos brilhando. Lucy apenas riu sem acreditar naquilo.

– Magia não existe, Natsu. Não consigo acreditar nisso, nesses contos de fadas... — disse a menininha, se virando de novo para ver a face do rosado, que estava triste.

– Te provarei que existe, Luce! — exclamou ele, correndo em direção a uma casa não muito longe dali.

– Já disse que meu nome é Lucy! L-U-C-Y! — gritou a menina, rindo logo em seguida, e voltando a brincar com a água. — Será que magia existe mesmo? — perguntou para si mesma, suspirando em seguida."

Pov's Lucy

– Que sonho foi esse...? Me parece meio familiar, mas não me lembro de nada... — perguntei, coçando meus olhos na tentativa de desembaçar meus olhos.
– Deve ser só minha imaginação. — disse para mim mesma, me espreguiçando na
Olhei em volta, pensando estar em meu quarto, com minha mãe, porém, eu estava num quarto de hotel e minha mãe não estava lá. — Então tudo aquilo aconteceu mesmo.... — sussurro para mim mesma, me lembrando de tudo da noite anterior. Como estava muito cansada, e não tinha para onde ir, procurei um lugar para passar a noite.

Observo o quarto em que estava, levantando da cama de casal. Era pequeno, com a coloração meio bege, uma escrivaninha do lado da cama e um pequeno banheiro na frente, mas aquilo bastava.
Olhei para o velho livro marrom ao meu lado, e em seguida para as chaves que estavam guardadas em uma bolsa na minha cintura. Suspirei, pegando o livro e abrindo-o. Precisava saber tudo o que estava escrito ali.

– Mas que diabos... — franzi o cenho ao ver a escrita do livro. Que língua era aquela? Era latim? — Como minha mãe sabia latim? — perguntei, virando o livro de um lado para o outro. Folheei ele todo, e só tinha uma imagem, que era no final. Era uma imagem de um tipo de portal enorme, com a coloração preta e uma chave desenhada no mesmo. A chave era dourada brilhante, com a imagem dos 12 zodíacos em volta dela. Cada uma, na ponta da chave onde deveria servir para abrir uma porta, tinha tipo um desenho do signo. Por exemplo, na chave de escorpião, tem as duas patas do escorpião. As chaves eram bonitas e parecia que um brilho vinham delas. Com tudo o que aconteceu, nem tive tempo de olhar direito para as chaves.
As peguei em minha mini bolsa, observando cada uma. Eram idênticas as do livro. As 12 chaves que minha mãe falou para eu guardar e não deixar ninguém pegá-las. Mas, o que tudo aquilo significava...?

– Já sei! A Levy consegue ler isso... — sussurro, quando um ouço um estrondo vindo da minha porta, derrubando-a. Dois caras aparecem, um com cabelos loiros que tinha uma espécie de cicatriz na testa, e outro com cabelos negros. Arregalei os olhos, observando o sorriso maléfico que eles tinham.
Eu não tinha para onde fugir, a não ser a janela. Mas pular não parecia uma boa ideia...

– Me entregue as chaves! — pronunciou o loiro, com firmeza na voz. Apertei a bolsa de chaves e o livro em minhas mãos que já estavam suadas. Olhei para a janela, e depois para os dois que estavam na minha frente, vindo em minha direção. "Eu não tenho escolha", pensei. Abri a janela, observando a altura, olhei mais uma vez para os dois que ainda estavam sorrindo sarcasticamente, suspirei e pulei da janela, caindo bruscamente no chão duro.

– D-Droga... — murmurei, fazendo esforço para levantar. Meu corpo estava todo machucado, meus braços estavam arranhados e mal sentia minhas pernas. Olhei para cima, desejando que aqueles dois tivessem sumido, mas meu desejo não se tornou realidade. Os dois estavam logo atrás de mim, caminhando em minha direção. — Droga, Lucy. Levanta! — sussurrei para mim mesma, fazendo o maior esforço, me levantando e em seguida tentando correr, mas não havia como. Aqueles dois eram mais fortes e rápidos. A rua estava vazia e silenciosa, o céu cinzento como o dia anterior. Fechei os olhos esperando o pior, porém nada aconteceu.

Abri os olhos, me deparando com um garoto de costas na minha frente. Ele possuía cabelos... Rosas? Quem diabos tem cabelos rosas?

– Saiam daqui, Sting e Rogue. — ordenava ele, com firmeza. Os dois tinha ódio no olhar, uma vontade de matar o rosado que estava em minha frente.

– Ora ora... O algodão doce está protegendo a guardiãzinha? — riu o loiro sarcasticamente, acompanhado do moreno. — Saia da minha frente, Dragneel. — disse seco e sério. O rosado apenas riu, olhando para mim sem virar o corpo, demonstrando sua face. Um flashback me veio de repente do homem que havia matado minha mãe. O rosto dele e do garoto na minha frente tinham algumas semelhanças... Será que...

– Saia daqui. Agora. — sussurrou ele. Quando fitei seus olhos ônix, jurei que já tinha visto esse garoto em algum lugar. Será que era só do sonho que tive mais cedo?
"Devia ser", pensei. Porém, ele me parecia familiar demais. Assenti com que ele disse, saindo de meus pensamentos. Comecei a correr o máximo que pude. Olhei pra trás mais uma vez, e por um momento pensei ter visto o rosado em chamas, literalmente.
Suspirei, falando que aquilo era só coisa da minha cabeça, sussurrando um "obrigado" logo em seguida para o garoto, por mais que ele não escutasse.

– Preciso ir para a casa da Levy... Rápido! — falo para mim mesma, pegando um táxi um pouco longe dali. Era incrível ter um táxi sendo que a rua estava praticamente deserta!

–----------------------------------------- QUEBRA DE TEMPO --------------------------------------------

– Finalmente... — sussurro para mim mesma, olhando em minha frente a casa da baixinha. Caminho até a casa, batendo na porta.
Ouço passos vindo de dentro da casa, e logo depois uma voz.

– Quem é? — perguntou uma voz feminina, cuja era da Levy. Sorri, respondendo-a.

– A loira linda e maravilhosa que você ama! — gritei, e logo em seguida, a porta foi aberta, aparecendo uma Levy sorrindo.

– LU-CHAAAAN!
Levy me abraçou, me derrubando no chão. Fazia um tempo que não a via.

– Calma, Levy... — disse sorrindo, afastando ela e me levantando.

– Você sumiu! Pensei que estava até morta! — exclamou ela, com as mãos na cintura e fingindo fazer bico. Dei risada com sua expressão.

– Vou estar morta se você não me ajudar com uma coisa... — sussurrei, porém, ela ouviu, fazendo-a franzir o cenho com tal coisa.

– O que? Pode me explicar tudo! — exclamou, cruzando os braços. Assenti, olhando pra ela esperando me deixar entrar. Ainda estávamos do lado de fora da casa.

– O que...? — Levy perguntou, fazendo-me rir.

– To esperando você me deixar entrar. — disse ironicamente, fazendo ela perceber que ainda estávamos do lado de fora.

– Ah, foi mal. — disse, demonstrando um sorriso meio torto. Entrei na casa da azulada, me sentando no sofá. Já tinha visitado a casa dela varias vezes, mas desde que houve uns problemas com minha mãe, comecei a faltar no colégio e a ir na casa dos meus amigos.

– Bom, você consegue traduzir isso? — perguntei, olhando para ela que estava sentada em minha frente. Ela olhou para o livro e depois pra mim. Suspirou desconfiante, e começou a observar as paginas do livro, que eram meio empoeiradas.
Os olhos de Levy se arregalaram, e logo depois fitavam os meus. Colocando o livro na mesinha em nossa frente, ela perguntou seriamente:

– Lucy, onde você conseguiu isso? — com as mãos na mesa, e as mechas do cabelo caídas na cara. Franzi o cenho, me perguntando o que tinha escrito de tão importante e ao mesmo tempo em como ela conseguia ler tão rápido. Deve ser pelas coleções de livros que ela tem em casa.

– Levy... É meio complicado. Vou te dizer tudo, mas o que estava escrito no livro? — perguntei, fitando-a.
Levy suspirou, assentindo e pegando o livro novamente.

– "Caro Guardião...
Existem mais 11 Guardiões das 12 chaves além de você. Deverá proteger essas chaves, como se fossem sua vida. O portal NÃO deve ser aberto. Mas eles querem abri-lo, e você não pode permitir isso. Para abrir o portal, precisa de todas as chaves. Cada Guardião possui 12 chaves de diferentes formas. Se eles conseguirem todas as 144 chaves, colocando-as no portal, o mundo virará um caos.
Você foi concedido para guardar as 12 chaves DO ZODÍACO. Ou seja, há somente 12 chaves do Zodíaco, como há somente 12 signos. Você está responsabilizada a guardar essas chaves. Essa é a função de sua vida.
Se perder todas as chaves, você morre. Terá que desafiar a morte, guardião...
E acredite... Esse jogo não é nada fácil de ganhar.
Mais uma coisa: Você tem uma vantagem: não morrerá tão fácil. Só poderá morrer se perder as chaves, como disse, ou se for apunhalado(a) por uma adaga de bronze especial. Só existem três no mundo todo, então será difícil de morrer. Até logo, e que a sorte esteja em seu favor..." (N/A: Sim, essa última frase "que a sorte esteja em seu favor" é do livro Hunger Games haha) — terminou ela de ler, fechando o livro e olhando pra mim.

A cada palavra que ela lia, eu tremia. Estava com medo... Com medo de tudo. Por que eu?
Como minha mãe havia morrido? Seria por causa da adaga...? Mas só existem três no mundo. Uma delas estava com ele?

– Lucy...? Pode me explicar? — perguntou ela, me tirando dos meus pensamentos. Suspirei e comecei a contar tudo o que aconteceu. Eu sempre confiei na Levy, ela é alguém que se pode contar tudo, sabe?

Depois de contar tudo, Levy estava meio assustada, mas nem tanto. Achei meio estranho, mas deixei passar.

– Sinto muito... Pela sua mãe... — disse ela, colocando uma mecha de seu cabelo azulado para trás.

– Eu também... — sussurrei, suspirando logo em seguida. — Mas me conta, como está a Erza e os outros? E o Gajeel...? — perguntei, mudando de assunto e colocando ênfase no "Gajeel", fazendo-a corar.
Levy sempre teve uma queda pelo brutamontes, mas nunca teve coragem de falar. Gajeel sempre me chamava de "Bunny Girl", um apelido criado por ele, e sempre chamava Levy de baixinha.

– Eles estão bem... O Gajeel também. Ainda não confessei. Tenho medo... — respondeu, corando um pouco. Suspirei, sorrindo fraco.

– Quando vai confessar isso pra ele, Levy? Cuidado que as vezes é meio tarde pra dizer as coisas... — falei, deixando a azulada surpreendida.

– Nossa, essa coisa toda te deixou meio filosofa? — perguntou ela, rindo fraco.

– Pois é, to me achando um pouco estranha também... — respondi, rindo junto. Peguei a bolsa com chaves no meu cinto, mostrando-as para Levy. — Essas são as chaves do Zodíaco... — disse, mostrando-as. Levy olhou para elas como se já soubesse que elas existissem muito antes.

– Lucy... Preciso te falar uma coisa. Desculpa por ter escondido isso. Eu não podia falar para ninguém. Ninguém era confiável. Minha mãe me fez prometer que eu não contasse pra ninguém além de outros Guardiões de chaves... — Levy suspirou, fitando meus olhos. O que ela estava falando? Ela já sabia de tudo isso?
Ela se levantou, indo até uma parede falsa, abrindo-a. Fui atrás dela, vendo o que pretendia fazer. Andou até um cofre que tinha dentro daquele mini quarto. O cofre era pequeno também, mas dava aparência que não podia ser quebrado tão facilmente. Ela colocou os códigos, que eram confusos, e abriu o cofre.
O que me fez rir fraco logo em seguida é que, dentro do mini cofre tinha outro mini cofre. Ela olhou pra mim, percebendo que eu estava rindo.

– Segurança sempre... Mesmo estes cofres sendo muito resistentes, tenho medo que alguém consiga destruí-los. — explicou, voltando-se para o cofre. Colocou novamente os códigos, que eram diferentes do primeiro e abriu-o logo em seguida.
Dentro dele havia uma bolsa. Era pequena e azul. Ela olhou pra mim, e abriu a bolsa, tirando de lá 12 chaves azuis. Era um azul forte, semelhante a cor dos cabelos dela.
Arregalei os olhos, esperando uma explicação de Levy.

– Eu sou a Guardiã das 12 chaves das Qualidades. — começou explicando, com seriedade. Eu estava surpresa ao saber que ela era uma Guardiã também, e nunca havia falado isso pra mim. — Sou responsável pelas 12 chaves que são: Generosidade, Beleza, Inteligência, Honestidade, Lealdade, Confiança, Simpatia, Sinceridade, Solidariedade, Carisma, Compaixão e Responsabilidade. — terminou de explicar, olhando para mim e tentando saber se eu estava com raiva dela.

– Por que não me disse antes? E que outros Guardiões você conhece? — perguntei séria. Não estava brava com ela, mas estava meio triste por não ter me dito antes.

– Bom, como falei, desculpa. Minha mãe me fez prometer não falar para ninguém. E bom... Os outros Guardiões são... — foi interrompida por um estrondo vindo da porta de Levy, derrubando-a. Um homem com aparência feia apareceu. Sua face não era nada gentil, e era óbvio que ele queria as chaves. Cara, é a segunda vez que isso acontece em um dia só. Levy arregalou os olhos, segurando suas chaves com força. Minhas chaves estavam na minha bolsa em minha cintura, porém o livro estava em cima da mesa. Corri até ela para pegar o livro, porém Levy me puxou antes.
– Temos que sair daqui! Rápido! — exclamou ela, me levando até um porão que sempre quando eu ia em sua casa, eu nunca podia entrar lá, mas agora entendi o por que disso...
O porão estava cheio de armas e equipamentos. Era escuro, mesmo com a luz fraca que Levy acendeu no canto da parede.
Descemos correndo pelo porão, em direção a uma porta dos fundos empoeirada. Sentia os passos do homem ainda mais perto.

– DROGA! Não abre! — gritou ela, empurrando a porta com força. Comecei a tremer ao ver o homem mais perto ainda, apenas alguns metros longe da gente.
Olhei para o lado, onde tinha um machado. Corri até ele, e o peguei, logo em seguida o atirando na porta, fazendo-a abrir.
– Vamos! — exclamei, puxando Levy comigo e correndo debaixo da terra. Sim, a porta não levava para fora, e aquele subterrâneo era estreito, o que dificultava a fuga.
Olhei para trás, vendo o homem usar... Magia?
Não consegui me mexer de tamanho surpreendimento. Magia realmente existe?
Por um momento, um flashback do meu sonho invadiu meus pensamentos. O menino de cabelos rosados cuja nome era Natsu. Tudo aquilo lhe veio a mente. Em meu transe, o homem estava se preparando para jogar um... Parecia um raio. Era um poder enorme e transmitia muita luz. Se não fosse pela Levy me puxando logo em seguida, eu seria atingida por aquilo.

– LUCY! Cuidado! — gritou ela, me puxando para fora da "caverna".
Enquanto corríamos depressa para longe dali, eu ainda pensava em tudo aquilo.

Aquilo foi apenas um sonho...?

~.~
Continua

Notas finais
Hahaha heeey novamente! Gostaram? Gostaram? Se algo estiver errado é só me falarem! Não esqueçam de comentar, please! *-* Kisses!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.