A lie, a truth

2 A realidade da mentira


Notas iniciais
Continuando, espero que entendam a ideia e se dúvidas, perguntem :3

Mais tarde quando recebeu uma encomenda e foi tirar o dinheiro para pagar notou que estava sem nada além dos cartões. Ele estranhou por que tinha certeza de ter pego o dinheiro antes de sair de casa. Mesmo assim achou que no fim tinha esquecido e prosseguiu. Perto do fim do expediente, em torno de +- uma hora antes para ser exato, ele pegou suas coisas falou a secretaria que teria um compromisso e estava saindo.

No estacionamento um colega viu que ele estava saindo e gentilmente pediu uma carona por que estava sem carro aquele dia. Victor de última hora disse que não dava por seu carro estar com um problema e que ele iria agora levar ao mecânico que ficava em lado oposto.

Seu colega que estava com um sorriso de alivio pensando que poderia contar com Victor na mesma hora desfez o sorriso e sem graça agradeceu mesmo assim e saiu.

Victor sem remorso entrou no carro e saiu para seu compromisso, uma passada na casa de Alicia Swiiftz sua atual amante.

No caminho, em um trecho um tanto deserto e afastado, quando estava dirigindo seu carro começa a fazer um barulho estranho e de repente "apaga". Ele encosta na beira do asfalto e tenta dar partida de novo mas nada, faz isso algumas vezes e nada. Ele irritado pega seu telefone para ligar para o seguro e quando a atendente atende à ligação:

Atendente — Rápido seguradora, Krysthall boa tarde. Em que posso ajudá-lo?

Victor — Alô, estou parado ah um tempo já..meu carro simplesmente parou de funcionar e não tenho ideia do que seja. Preciso que enviem alguém rápido porque tenho de chegar em casa logo para levar minha filha pequena ao médico.

E porque...alô?...EI!..alooouuoo...alguém?..

Quando Victor percebeu a ligação havia caído e seu celular não ligava mais, havia acabado a bateria.

Victor não tinha como sair dali, a única coisa que poderia fazer era esperar que alguém passasse ou viesse socorrer.

Passados em torno de duas horas de espera, chegou um caminhão guincho da sua seguradora. Quando ele viu, abriu a porta xingando Júlio, o funcionário, falando tudo e mais pouco, reclamando da demora, do descaso com os clientes, que não pagava uma fortuna para ficar três horas esperando o socorro, que ia processar isso, aquilo e o “caralho a quatro”. E para finalizar esculachou o Júlio dizendo que era para arrumar logo e direito porque senão ele daria um jeito de fazer ele ser demitido e de nunca mais conseguir emprego em lugar nenhum.

Júlio então respondeu: — ahm..é..me...me..desculpe senhor. Não conseguimos pegar o endereço antes da ligação cair, só conseguimos depois de algum tempo rastrear a chamada mas quando estava vindo pelo outro lado que seria mais rápido, tudo estava trancado porque havia desmoronado terra na pista e para fazer a volta demorei pouco mais de 1h e só pude passar porque era guincho porque ninguém mais passava.

Victor estranhou isso mas não mostrou reação de compreensão apenas concluiu: — AH, ok ok não importa as desculpas, faça logo seu trabalho que preciso ir para casa. Droga de final de dia, logo hoje...

Ah! Tem algum celular para eu usar? O meu zerou a bateria e... –

Antes mesmo de Victor terminar de falar Júlio pegou o celular do bolso e entregou a ele. Victor pegou e já foi discando os números e se afastando sem nem agradecer.

–Alo, oi meu amor. Só queria...EI EI EI, eu sei, eu sei. Sim, claro mas aconteceu um imprevisto e por isso não pude ir. Outro dia te conto mas tive problemas com meu carro e fiquei na estrada. Enfim, a essa hora não tenho mais como ir senão vou me complicar em casa. Sim, claro! Compensaremos outro dia sim meu amor, agora vou desligar e ligar para ela para contar o que houve.

Notas finais
Próximo capitulo vai demorar porquê tenho de escrever ainda então não tenho previsão, ainda mais com o pouco tempo MAS rewies sempre ajudam para que nós nos esforçemos um pouquinho mais ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.