A lenda de Alice

18 O que são kiturnes?


Notas iniciais
Galera, não sei o que rolou mas meu nyah não funcionava, está ai mais um capítulo para vocês.

Arthur
–Eu ainda não acredito que a Alice fugiu! E ainda por cima não temos como achar-la, graças ao Chase- fico andando de um lado para o outro como tentativa de organizar meus pensamentos como folhas de outono caidas -Ele devia saber disso, sabia que iriamos atrás dele... Quando achar ele eu vou...
Raven se levanta da cadeira que estava sentada rapidamente, ela suspira e vem andando em minha direção, eu paro de andar de andar e a fico observando vindo até mim, quando ja está bem proxima olha bem nos meus olhos como se quisesse me acalmar, ela levanta as duas mãos e põe no meu ombro, como um abraço e entrelaça os dedos atras de meu pescoço, novamente nos olhamos no olhos, eu já me esquecera por que estava tão agitado, ela tira sua mão direita de trás de mim e começa a acariciar minha bochecha direita, sinto um grande afeto no momento, quando me tranquilizo ela me surpreende com a próxima ação.... Dá um tapa na minha cara, quase caio no chão, não esperava por isso num momento tão... Legal, pelo menos na minha cabeça.
–Você pode calar essa boca!? Vamos dar um jeito de encontrar-la! Agora vamos.
–Para onde?- falo esfregando a bochecha com minha mão no intuito de amenizar a dor do lendário tapa de Raven.
–Falar com Kaezzy, e por favor, troca de roupa... Ta ridículo- ela faz simbologia com a mão, percebo agora que estava apenas com uma camiseta regata branca e samba-canção preta e uma meia também branca, sinto uma leve onda de vergonha até por que tava quase semi nu na frente de uma velha amiga, e ficamos quase que corpo a corpo, peço para ela me dar privacidade então sai e fica me esperando do lado de fora da casa enquanto eu troco de roupa.
–É melhor tirar a samba-canção e por uma cueca... vai que algo solto me atrapalhe...- sussurro baixinho para mim mesmo para que Raven não me escute.
Coloco um casaco azul com capuz, uma camisa branca, calça jeans e meu all-star branco, pego minha mochila de acampamento e coloco coisas que possam ser úteis caso precissemos ir a China, aproveito que ja estou guardando as coisas e pego minhas esferas de teleporte rapido, todas, e coloco em umas cápsulas para impedir que se quebrem juntas e formem um buraco negro, sim, eu sou capaz de realizar tal fato.
Fomos em direção a casa de Kaezzy, no caminho vemos uma multidão em frente a casa de Gunter, decidimos ver o que acontece lá.
–Ei! bando de curioso! Sai da frente! — Raven grita e empurra os outros para ficar bem de frente a casa de Gunter e eu a acompanhando.
–Raven? O Gunt morreu! — Amy põem-se em choro.
–É, eu ja sabia disso.
–E por que não nos contou?- Wang pergunta.
–Por que eu diria? Para voces ficarem assim? Mortos de medo?
–Mas isso quer dizer que temos um assassino no acampamento! Isso não lhe preocupa!?- Charles grita do fundo, ele sempre foi uma covarde escandaloso.
–Eu sei quem foi, foi o Chase, ele fez isso. Ele não esta mais aqui, está na China.
–Como tem tanta certeza, Raven? — Como ela pode dizer isso? Por que não me contou nada? Ela me olha receiosa e suspira.
–Vamos logo na casa de Kaezzy- ela pega no meu braço e me puxa para ir junto com ela para a casa de Kaezzy.

Alice
–Alice! Espera! Como sabe se esse é o tal kankun?
–Eu não confundiria ele se jeito nenhum... OLHA COMO ELE É ALTO! — estendo as mãos em direção a ele, uma mulher passa com seu filho e fica me encarando... -O que foi? Nunca viu alguem falando sozinha?- ela puxa seu filho para perto dela e vai embora -Eu ein...
Decido subir as escadas, uma a uma, penso no que irei dizer, a cada passo fico nevorsa, independente dele ser bom ou mau ele tem uma ligação direta a pedra elemental da água. Fico a frente da porta, parada, mordo o lábio em duvida o vendo, parada em frente a porta transparente.
–Você não estava tão decidida? Por que não entra logo?
–Olha, ele parece ter 33 anos, mas no meu sonho ele tinha certa de 19... O que houve?
–Vai ver seu sonho era do passado, sei lah.
–Não, não faz sentido, Raven e Arthur estavam lá — a porta da biblioteca se abre e quem a abre é o kaliu.
–Posso ajudar senhorita?
–Ah.. Pode eu estou procurando.. Er.. Um livro!- ele ri de mim.
–Que bom que veio aqui, temos muitos livros! — ele da uma risada -Venha, pode entrar- quando ele me convida a entrar percebo um cartão de identificação em seu colete que estava por cima da camisa, Ka..tsu: gerente.
–Então senhor gerente...- falo enquanto andavamos para o balcão -Conhece uma garota chamada Ranbi? — ele vai atrás do balcão.
–Não, me desculpe, não tem outras informações sobre ela?- ele pega uma ficha que parece um preparativo para um cartão da biblioteca.
–Ela parece ter uns 18 anos, é baixinha quase da minha altura, er.. E seus olhos são de uma tonalidade de mel com um anel vermelho no meio...- ele fica com uns olhos suspeitos.
–Não, eu me lembraria de visse alguém assim, então... Qual o seu nome?- ele pega uma caneta e se prepara para escrever na ficha.
–Alice, Alice Wan- ele escreve meu nome da tabela.
–Você mora aqui?
–Não, sou do EUA, vim aqui a procura da Ranbi- ele suspira.
[-Alice, vamos embora, ele não sabe quem é a Rãbi.
–Eu sei que ele sabe]
–Aqui está seu cartão de inscrição, com ele pode pegar qualquer livro- ele me entrega o cartão.
–Olha..- ponho a mão no balcão aberta -Eu sei que você sabe quem é a Xanbi, sei que você sabe sobre minha pedra da água...
Minhas marcas em espirais começam a aparecer ao longo dos meus braços e brilham em branco, minha monchila vermelha começa a brilhar verde, acho que ativei o poder da pedra natural e não foi só ela, as pedras encontradas nos meus braceletes também começam a brilhar fraquinho com suas respetivas cores: azul, verde, vermelho, branco, amarelo queimado e roxo.
–Agora é melhor você começar a falar!- ele muda o olhar de suspeito para assustado e surpreso, não sei se foi uma boa ideia usar meu poder, mas não tem muitas pessoas aqui.
–Venha comigo- ele tira seu colete, aperta um botão no telefone encima do balcão e logo outro empregado aparece, rapidamente "desativo" meus poderes para parecer normal -Vou precisar sair, fique aqui no meu lugar — ele me leva para fora da biblioteca para conversamos.
–O que houve!? Ela saiu de lá sem avisar novamente?
–Do que está falando? De onde?
–Da Shanbi! Do mundo kiturne! Vocês não sabem onde ela está?
[-Simon, o que são kiturnes?]

Notas finais
Uhm, o que será que são esses kiturnes?