Notas iniciais
Começou a Inexistência moral...

ROSTO NULO

Em cárcere privado
Desinibido do mundo
Está isolado num canto fechado
Um incidente, perjúrio.

Cada qual não se aborrece
E nem tanto transcendem
Pois no fundo, inconsciente
A única realidade é
Sem mais nem menos
Transparente.

De que aquele é o erro
Mais comum do ser humano
E o que a vida pode ser
Nas consequências de Prantos

O descabimento da vida
O irremediável
Leito das marés
O inconcebível poder
O inerente ser
É simplesmente
Alguém...
Que sofre por não ser
Alguma coisa mais além.

ENXUTO

A cada momento
A cada pensamento
A cada exílio social...

Ausência surreal
De uma nescessidade
Fisiológica e Anormal

A tristeza até vêm
Mas sem a sensação
do essencial resurso
A interpretação do caos

Como ser algo que nunca fora?
Como sentir algo que não pode...

Ingressar e regressar
Persuação do imoral
Sem lágrimas a transbordar
Deleite imortal

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.