Notas iniciais
Esse vai ser bem bacana! Vamos a leitura turma!

Shuurei conseguiu convencer as outras crianças a permitirem que os médicos as ajudassem e foi tratada também – ela havia cortado seu braço de leve em uma das armas perto de Orire. Aquele dia acabou com todas as crianças ainda mais próximas e unidas e Shuurei muito satisfeita com seu trabalho.

No quarto dia o assunto na sala da corte era Shuurei; os oficiais não conseguiam entender como que aquela mulher fazia as mais variadas tarefas e se adaptava tão facilmente a qualquer coisa. Para ajuda-los a esclarecer aquilo pediram a ajuda de Shouka e Seiran.

— Uma coisa interessante é que estas crianças se comportam mais do que perfeitamente e estão sempre atentas a tudo que ela fala! Sendo que mais da metade do que ela ensinou a eles não é coisa para criança. – Rin comentou.

— Houve uma vez a alguns anos que as crianças estavam muito entediadas com uma grande parte das matérias e ficavam perguntando a Shuurei coisas não relacionadas. – Seiran começou a explicar e recebeu todas as atenções – Então houve um dia em que ela chamou as crianças para uma aula especial. Ela ensinou as crianças algo que elas haviam pedido muito: uma explicação detalhada da história dos oito celestiais. As crianças amaram a aula! – ninguém podia acreditar naquilo e mal suspeitavam o que estava por vir – Ai ela decidiu impor algumas condições: uma foi que todas as crianças deveriam se comportar e ir bem nas matérias da escola e outra foi que as crianças deveriam ou concordar com um tema em particular para aula ou pedir que ela escolhesse um aleatório. Foi assim que nasceu a Aula Especial. – quem escutava estava pasmo com a explicação de Seiran – O desempenho das crianças aumentou e elas passaram a aprender muitas outras coisas novas e diferentes. – Seiran finalizou.

— Impressionante! – Shou não se conteve.

— Mas como que ela consegue? É uma mulher só! – Seiga não deteve sua opinião.

— Minha filha possuí um curriculum bastante extenso. – Shouka começou – Ela é capaz de muitas coisas e tem o dom de se adaptar a diversas situações. Embora não se de o devido credito que merece ela é muito capaz e competente. – todas as atenções estavam nele – Ela aprendeu a viver assim depois que... – ele parou e foi incapaz de continuar.

— Acho que isso de explicação está mais do que bom. – Seiran rapidamente encerrou o assunto – Todos temos que trabalhar. –eEle agilmente foi para perto de Shouka e o tirou da sala (Reishi e Houjo eram os únicos que haviam entendido aquela reação).

— O que foi aquilo? – Yuushun não deteve a pergunta estampada na face de todos.

— Desde que Shoukun morreu nada mais foi a mesma coisa. – Reishi se pronunciou de forma curta e objetiva fazendo Yuushun entender o porquê da reação de Seiran.

— Vamos mudar de tópico. Realmente temos trabalho para fazer. – Houjo se pronunciou de forma semelhante a Reishi.

— Vamos acabar esta conversa aqui majestade. – Kouyuu tomou a frente – Em uma futura oportunidade lhe explicarei melhor o significado disto. – ele também limitou-se em suas palavras fazendo Ryuuki perceber que havia realmente um problema gravíssimo ali.

— Bem vamos trabalhar. Esta conversa já foi longe demais. – Ryuuki deu o veredicto e pegou os documentos daquela manhã para analisar sendo acompanhado de todos.

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Enquanto os oficiais trabalhavam e as conversas seguiam na sala da corte imperial, Shuurei dava uma aula sobre como ser responsável para as crianças. Como ela estava livre para agir no palácio para dar suas aulas, pediu que um conhecido seu na capital lhe emprestasse alguns de seus animais para a aula.

Ela dividiu as crianças em pequenos grupos, deu um animal diferente para cada e uma função diferente para cada uma dentro do grupo. Uma daria comida, outra daria banho, outra escovaria, outra passearia.... Era para trabalharem em conjunto em prol de um outro ser. E foi maravilhosa a execução.

No decorrer do dia as crianças tiveram que pesquisar e pedir conselhos de como cuidar dos animas que receberam. O grupo onde Ryuushin estava ficou responsável por um gato; ele se lembrou de que um homem tinha um ‘gato’ no ombro e foi falar com ele. O homem era o general Haku – ele não acreditou quando o grupo de crianças segurando um gato veio pedir dicas a ele de como cuidar do animal. Ele foi falar isso com Shuurei.

— Por que um grupo de crianças veio falar disso comigo!? – ele estava perdido.

— É para elas aprenderem a se ajudar e ajudar o próximo. Isso também vai aumentar a relação deles e abrir mais o coração das outras crianças. – ela limitou-se em sua explicação.

— Como pode ter certeza disso? – ele permanecia em dúvida.

— Veja você mesmo. – ela guiou a atenção do general para as crianças.

O general colocou seus olhos em um grupo feliz, interessado e unido de crianças cuidando de diferentes animais no jardim do palácio. Foi assim que ele entendeu o que realmente ela estava fazendo com aquelas crianças: ela queria que se ajudassem aprendendo coisas novas e se divertindo! Como ela fazia para ter tais ideias e coloca-las em prática ainda era um mistério para ele e muitas outras pessoas.

No quinto dia, Shuurei iria ensinar as crianças sobre cultura: música, arte, tradições... uma escolha por criança. Seria um dia bem cheio. Naquela manhã um som perturbador e conhecido invadiu o palácio: era a flauta de Ryuuren.

Na sala de reuniões Shuuei estava para ter um ataque de nervos pelo irmão insistir naquela flauta e em entrar em lugares sem ser convidado ou anunciado. Antes que reagissem e parassem a música de Ryuuren, os oficiais escutaram uma criança rindo do lado de fora de sua sala.

Quando saíram se depararam com uma criança rindo depois de apreciar a música de Ryuuren sobre os olhos atentos de Shuurei. Ele tinha uma expressão confusa no rosto e estava com muitas crianças a sua volta o observando, enquanto uma ria e Shuurei o cumprimentava.

A criança rindo era Touka e queria escutar mais músicas de Ryuuren – Shuuei jurava que fosse ter um ataque e Shusui não conseguia deixar de rir daquilo. Shuurei falou com Ryuuren e ficou decidido que eles tocariam diversas músicas – uma que cada criança escolhesse – porém não ali, ou acabariam atrapalhando os trabalhos da corte.

Os dois foram com as crianças para uma praça da capital onde tocaram e cantaram uma variedade infinita de músicas que as crianças haviam escolhido e chamaram a atenção da cidade inteira nisto. Ryuuren mal acreditou quando as crianças entregaram um desenho dele e Shuurei tocando juntos de presente para ele.

Notas finais
Quem curtiu?