A ilha deserta

1 O destino da desgraça


Notas iniciais
Minha primeira fanfic, se existir alguma série assim, eu não sei e por isso não é cópia

O mar estava com ondas gigantes, não era por acaso que o vento levou o navio em direção ás pedras. Todos no navio gritavam por socorro, as boias haviam caído e os botes não foram levados nessa viagem. Ashley que era chamada de Ash por amigos e família, estava na piscina quando tudo isso aconteceu. Foi para essa viagem juntamente com sua mãe, sua irmã e seu namorado (que haviam saído no porto mais cedo). Por isso sobreviveram. O navio começou a afundar, quem estava dentro dos quartos, não conseguiram abrir a porta, e as janelas estavam todas fechadas impossível de abrir, já quem estava na parte de cima do navio, saiu correndo e pulou do navio, alguns dos que pularam morreram na hora, pois batiam a cabeça na parte de baixo do navio, e outros morriam é claro, afogadas. Ash decidiu que ia pegar a corda a sua direita e amarrar no prego onde estava pendurado um quadro de uma constelação, e ia se pendurar na corda e se jogar o mais longe o possível do navio. Então seguiu seu plano, tirou o quadro, pegou sua mochila que estava com água, biscoitos, uma toalha, troca de roupa, um óculos de sol e seu celular a prova d'água. Colocou o quadro dentro da mochila e se pendurou na corda, caiu a mais ou menos 10m de distância do navio, mas quando pulou, a corda se desamarrou do prego e voou com tudo em sua cabeça, fazendo -a desmaiar. Um tempo depois, acordou, olhou em sua volta, o mar estava calmo, nenhum sinal de vida, arregalou os olhos e pensou: Ai meu Deus, acho que é isso, vou morrer, não tem para onde ir.

Olhou em sua volta e viu uma árvore, foi um pouco mais perto e viu uma ilha.

Ainda tenho esperanças, vou para lá. — Pensou Ash

Uns 30 minutos depois chegou na ilha, viu que tinha alguns corpos no início na bera, se assustou e percebeu que eles eram passageiros da quele navio. Pensou, Nossa eu tenho muita sorte, acho que fui a única que sobrevivi.

Andou pela bera da ilha e notou algo azul e rosa no mar, achou estranho, parecia uma bolsa, quando lembrou que havia pego sua bolsa e trazido junto a ela.

(O mar deve ter me separado da bolsa, vamos ver o que "sobreviveu" a este mar) — Pensou

Quando pegou a bolsa e a abriu ficou indignada quando viu que tudo estava inteiro, somente é claro, molhado.

Pegou o seu celular e tentou ligar, perda de tempo, havia quebrado, por mais que seja a prova d'água, era água demais para o celular. Viu sua água, e bebeu uma gota da mesma, um pouco salgada mas dava para o gasto. Seu biscoito estava muxo, seu óculos estava com a ponta da cabinho quebrado, mas não tinha problema, dava para usar normalmente, sua toalha e sua troca de roupa, encharcada é claro e o quadro estava com uns rasgos. Pegou a bolsa e começou a andar, estava preste a anoitecer e ela tinha que conseguir abrigo e alimento. Andou, andou, andou.... Quando depois de muito tempo, achou uma área cheia de árvores frutíferas, ficou por lá, e com com folhas grandes construiu uma cabana. Dormiu, mas no meio da noite, ouviu um barulho, se assustou e acordou, seguiu o barulho, estava tudo escuro, não enxergava nada, quando uma corda enrola seus pés, deixando- a de cabeça para baixo e algo bate em sua cabeça.

Notas finais
Espero que tenham gostado
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.