A história de Lílian Weasley Potter P.
4 Capítulo 4 – Estação de King's Cross
Notas iniciais
Pov Lia
Depois daquele dia no Beco Diagonal eu e o Alvo trocamos varias cartas com o Jack lemos vários livros sobre Hogwarts e o mudo mágico, treinamos alguns feitiços simples, mas esses dias não tiveram só coisas boas eu tive alguns pesadelos e eles eram sempre iguais:
Eu estava em um corredor escuro e escutava duas pessoas falando:
– Chef por que o senhor insiste tanto nesse garoto? – disse a voz amedrontada
– Eu já expliquei isso mil vezes seu idiota, precisamos de alguém infiltrado – disse a voz com um tom intolerante.
Eu escutava a conversa e andava em direção as vozes segurando a varinha na mão até que eu fico de frente a porta da onde vêm as vozes e me pergunto se eu abro ou não a porta até que eu escuto uma voz amedrontada dizer:
– Ela chegou meu senhor.
E quando a voz diz isso eu me viro e saio correndo e escuto a porta abrir e vários vultos pretos virem em minha direção e antes que aconteça alguma coisa eu acordo e foi esse mesmo pesadelo junto com a ansiedade de ir para Hogwarts. Amanhã que me acordaram as 2:00 da madrugada eu me virei na cama tentando dormir, mas não consegui, então resolvi ir à cozinha tomar um copo de leite para ver se me da sono, e quando eu estou andando no corredor vejo a luz do quarto dos meus pais acessa e decido ir falar com eles até que vejo a porta entre aberta e escuto a voz do meu pai dizendo:
– Ela precisa saber Gina – disse ele preocupado andando de um lado para o outro no quarto.
– Mas por que ela precisa saber Harry?! Ele não quer saber dela – disse minha mãe decidida.
– Gina você sabe que ele teve os motivos dele – disse meu pai de um jeito confiante e se sentando ao lado da minha mãe.
– Sim ele teve os motivos dele, mas ele não quer contar para ela, então por que nos temos que contar Harry – disse dando as mãos para o meu pai.
– Eu sei meu amor, mas a nossa menina e uma garota inteligente e se nos não contarmos ela vai acabar descobrindo sozinha e esse e o meu medo vai que ela fique com raiva de nos – disse encarando a minha mãe com um olhar sereno e preocupado.
– Eu também tenho esse medo e principalmente agora, mas nos não podemos contar para ela, pois ele mesmo acha que essa e a melhor decisão e é melhor deixarmos as coisas do jeito que estão – disse ela com uma voz triste.
Até que eu comecei a andar para traz e olhando os dois conversando através da brecha da porta, com lágrimas descendo pelo meu rosto até que eu me virei e sai correndo para o meu quarto ao chegar lá sentei na cama, e olhei para o relógio já eram 2:30, e eu tinha várias perguntas na cabeça. Será que eles não eram meus pais?, Porque eles me enganaram?, Então em meio aos pensamentos eu decido tentar dormir e de manhã eu pensaria no que eu ia fazer.
De repente eu acordo e olho para o relógio já eram 7:10, ao ver a hora eu me sento na cama e penso no que eu ia fazer, eu tinha sonhado tanto com esse dia e eu nunca imaginaria que seria assim até que eu chego a uma conclusão e falo para mim mesma:
“Eu sonhei tanto com esse dia e não vou deixar que uma conversa estragasse esse momento, e afinal eu nem sei se eles estavam falando de mim”
E foi com esse pensamento que desci para tomar o café da manhã quando cheguei só estava o meu pai na cozinha e assim que me viu ele falou:
– Bom dia! — disse tirando os olhos do jornal.
– Bom dia! – disse bocejando.
– E você esta animada? – disse ele com um sorriso no rosto.
– Sim – disse sentando na cadeira a sua frente e começando a me servir até que ele disse:
– Eu tenho duas coisas para você, bom uma a outra e sua e do Alvo – disse ele tirando duas coisas de seu bolso um colar e um pergaminho até que ele continuou a falar segurando o colar (http://www.neriahjoias.com.br/produtos/colar-Base_esmeralda.jpg )
– Venha até aqui para eu poder botar o colar.
Eu me levantei ainda em silêncio e fui até ele que se levantou para botar o colar em mim, assim que ele botou andei até a minha cadeira admirando o colar e perguntei:
– Por que você e a minha mãe me deram esse colar? – perguntei, mas algo me dizia que eu já sabia a resposta.
– Nós te demos isto para dar sorte no seu primeiro ano em Hogwarts, mas esse colar tem um valor emocional então eu espero que você cuide dele – disse meu pai com um leve sorriso.
E por um minuto parei de admirar o colar e falei:
– Obrigada – dando um leve sorriso e quando eu estava prestes a continuar Alvo chegou e disse:
– Bom dia – disse ele coçando os olhos e assim que ele terminou de falar eu continuei enquanto ele sentava-se à mesa.
– Mas e o pergaminho pai oque é? – perguntei curiosa e percebi que Alvo também estava curioso para saber do que se tratava.
– Bom como eu havia dito esse pergaminho e para você e pro Alvo, mas prestem atenção no que eu vou falar. Isso aqui não e um pergaminho e sim o mapa do maroto... – assim que papai disse isso foi interrompido pelo Alvo.
– Pai esse e o mapa das histórias – disse o Alvo animado.
– Sim – confirmou meu pai com um sorriso no rosto e continuou – bom se vocês já sabem que e o mapa do maroto então lembram como funciona certo? – assim que ele falou isso nos balançamos a cabeça afirmativamente e ele continuou – Bom esse mapa e de vocês, mas eu quero que vocês dividam o mapa com o Fred e quero que usem esse mapa com sabedoria.
– Mas pai porque você não deu esse mapa para o Fred? – perguntou Alvo.
– Pois o Fred adora aprontar, e seu irmão com esse mapa seria um perigo, e eu dei esse mapa para vocês ficarem de olho no Fred e caso aconteça alguma emergência, bom eu vou indo acordar o Fred e me arrumar então se apressem, pois se não vamos nos atrasar – disse papai saindo da sala.
Depois que papai saiu eu fui terminar de comer, eu e meu irmão ficamos em silêncio até que eu comecei a pensar no que havia ocorrido até que Alvo me perguntou:
– Oque aconteceu Lia? Foram aqueles sonhos de novo?
– Não e que eu escutei uma conversa ontem – disse com uma voz desanimada e lhe contei tudo, e disse que não queria falar sobre o assunto, Alvo respeitou, e continuamos a tomar nosso café em silêncio, pouco tempo depois eu terminei de tomar café e subi para me arrumar e encontro Fred argumentando com papai para conseguir dormir, mas alguns minutos e mamãe conversando com Alice e em meio à confusão eu fui tomar meu banho.
Pov Alvo
Eu e a Lia somos muito próximas e nos contamos tudo um para o outro e quando ela me falou oque ela tinha ouvido eu não acreditei como seria possível ela não ser a minha irmã eu estava perdido em pensamentos até que ela pediu para não falar sobre o assunto e eu concordei, pois eu não sabia oque falar e quando o Fred chegou eu não sabia oque dizer eu não estava no clima de conversar então decide subir e me arrumar.
Pov Lia
Depois de um banho gelado eu espantei a lembrança daquela conversa da minha cabeça e fui me arrumar, minha mãe já havia dito que nós iriamos com roupa de trouxa e depois trocaríamos de roupa no trem, então eu botei uma blusa de manga curta, um casaco, uma calça jeans, tênis e o cabelo semi preso com trança (http://im.portaisdamoda.com.br/gal210/79477ndm2.jpg ) e assim que terminei de me arrumar parei em frete ao espelho e me olhei, o meu cabelo era preto, tinha olhos verdes que meu pai dizia que dava para se perder dentro deles e meu tamanho era normal para garotas da minha idade.
Depois de me olhar no espelho fui conferir a minha mala, até que escuto uma batida na porta e digo:
– Entre – disse sem tirar o olho da minha mala.
– Esta conferindo isso de novo – disse Alvo com tom de sarcasmo.
– Deixa de exagero e só a segunda vez que eu confiro a minha mala – disse seria pra ele e continuei – Mas oque você esta fazendo aqui?
– Eu vim te chamar, todos já estão prontos só falta você e o Fred.
– Bom então vamos eu já estou pronta.
Assim que saímos do quarto demos de cara com Fred e fomos conversando até a escada onde nosso pai estava nos esperando, ele conjurou um feitiço que fez com que nossas bagagens fossem para o carro e assim que saímos de casa mamãe, eu e Alice estavam nos esperando no carro, assim que entramos Alice começou a falar:
– Isso e injustiça não aguentam esperar até ter 11 anos para ir a Hogwarts.
– disse ela fazendo biquinho e sendo respondida pela mamãe:
– Nós falamos sobre isso Alice – disse mamãe a olhando pelo retrovisor e fazendo Alice ficar em silêncio.
A ida a estação foi barulhenta eu, Alvo, Fred e Alice não parávamos de falar e nossos pais também ficaram o caminho inteiro conversando até que depois de algum tempo chegamos na estação, nos botamos às bagagens em carrinhos e cada um levava o seu, e Alice estava sentada no carrinho de Alvo até que em meio a conversas chegamos à coluna que se localizava a plataforma 9 ¾ , ao chegarmos em frente à coluna Fred saiu correndo e disse:
– Vejo vocês do outro lado – disse com um sorriso maroto.
Assim que Fred passou, eu e Alvo nos olhamos por um minuto e depois voltamos o olhar para a coluna até que escutamos a voz da mamãe falar:
– Se estiverem nervosos e só ir correndo – disse ela com um sorriso no rosto e de mãos dadas com a Alice.
Mesmo a mamãe dizendo aquilo nos ainda estávamos nervosos e papai percebendo isso falou:
– Juntos – disse ele ficando no meio entre nossos carrinhos.
E assim que papai disse isso, nos três começamos a correr em direção à coluna e assim que eu cheguei perto da parede fechei os olhos com medo de uma colisão, alguns minutos depois eu abri os meus olhos e vi a estação, um pouco longe de nos estava Fred conversando com seus amigos e ao eu lado estava Alvo com um enorme sorriso, e de repente mamãe e Alice atravessam a parede e vão ao nosso encontro, ate ai todos estavam em silêncio ate que a mamãe disse:
– Vamos – disse ela olhando para nos com um leve sorriso no rosto.
Então nos estávamos caminhado ate o trem quando de repente chega Fred acompanhado de Teddy e assim que eles chegam à mamãe diz:
– Até que enfim você apareceu Fred, eu já estava ficando preocupada – disse mamãe seria.
– Eu estou bem mãe, e que eu estava conversando com os meus amigos – disse Fred.
– Tudo bem, mas da próxima vez que for sair de vista me avise – disse mamãe que continuava seria – Mas enquanto você dava uma volta Fred algum de vocês o Rony ou a Hermione?
– Sim tia Gina eles estão junto com os outros no trem, pois afinal já são 9:30 – disse Teddy e assim que ele falou isso mamãe disse:
– Já, então é melhor irmos antes que vocês percam o trem – disse mamãe.
Assim que ela disse isso nós seguimos até o trem e lá vimos Rose, George, Frank, Lisa, tia Luna, tia Hermione e tio Rony conversando e quando estávamos chegando perto deles o apito do trem tocou e fomos todos embarcar.
Pov Alvo
Assim que eu vi todos caminhado para embarcar no trem me bateu um nervosismo e resolvi me abaixar e amarrar o cadarço e assim ganhar, mas tempo para pensar, assim que me abaixei vi vindo em minha direção ele se abaixou e começou a amarrar o meu cadarço até que eu disse:
– E se eu for para Sonserina? – disse com a voz baixa para que só meu pai pudesse ouvir.
– Alvo Severo, nós lhe demos o nome de dois diretores de Hogwarts. Um deles era da Sonserina, e provavelmente foi o homem mais corajoso que já conheci. – disse Harry com uma voz serena.
– Mas me diga... – disse Alvo um pouco preocupado.
– então, a Sonserina terá ganhado um excelente estudante, não é mesmo? Não faz diferença para nós, Alvo. Mas, se fizer para você, poderá escolher a Grifinória em vez da Sonserina. O Chapéu Seletor leva em consideração a sua escolha. – disse ele me dando um leve sorriso.
– Obrigado pai – disse me levantando.
– E melhor você ir se não vai acabar perdendo o trem – disse ele pondo a mão em meu ombro.
Assim que meu pai falou isso eu lhe dei um abraço, e depois ele me acompanhou até o trem onde a Lia me esperava e nós dois nos despedimos de nossos pais e embarcamos no trem e fomos até o vagão onde nossos amigos estavam.
Pov Lia
Depois que o Alvo falou com o papai nós embarcamos e fomos até o vagão e quando chegamos lá encontramos Frank, Fred e Rose ao entrarmos no vagão, eu sentei na janela e Alvo do meu lado e juntos eu e meus amigos nos despedimos de nossos pais.
Fale com o autor