A guerra dos mundos
12 Mágoa envolvida
Notas iniciais
P.O.V Bella
Tudo estava uma bagunça., agora depois dos momentos de parto eu estava mais confortável, isso se eu não levar em conta a família me rodiando, a mesma família que dizia me amar e me acolher e depois foi embora sem ao menos olhar para trás, todos estavam babando nas minhas crias, me afundei em memórias...
Eu estavam com uma dor absurda e só sabia fazer força, quando eue stava cansada demais para continuar a tentar e já estava perdendo as forças, na contração seguinte um choro se fez presente, fiquei tão feliz que só conseguia olhar seu rosto, e agradecia ao ser superior por fazer meu parto tão bem e que minha filha tinha um belo par de pulmões, aparentimente ele era saudável, eu pudia ver seus olhos cor de esmeralda e seu cabelo loiro avermelhado, eu estava espencionando meu filho de maneira rápida, quando ouvi exclamações e tudo o que eu pudia fazer é ficar preocupada.
“O que foi?Minha filha tem algum problema?”- questionei apreensiva, quando uma nova onda de dor veio e eu soltei um gemido.
“É impossível, como um indukiles pode ter vindo errado?”- Henry se questionou bravamente.
“Não estou intendendo.” — eu exclamei ainda em dor.
“Sua bebê, ou melhor seu bebê, ele é um menino, então temos duas opções: ou o bebê não é seu – o que impossível – ou um indukiles está errado Aaron ainda não tem uma parceira.” — Diana explicou.
“O que....Ai.” — gritei de dor ao tentar falar e entender do que eles estavam falando.
“Meu Deus...” — Lilia chamou num aparente choque.
“O que foi?” — Brian, perguntou ao pegar o menino no colo e me olhou como se estivesse escolhendo seu presente e tivesse se agradado muito.
“Tem outro bebê!” — Lilia exclamou.
“Deve ser uma menina.” — Henry decretou feliz.
“Anthony, o nome dele vai ser Anthony, e Brian você será seu Nerv.” -eu disse com um voz fraca antes de fazer novamente força, mais uma vez depois de um tempo, eu conseguia ouvir um choro estridente, agora da minha menina que chorava e berrava. Ela tinha cabelos bronze e os meus olhos.
“Jully, Sam você será o Nerv dela.” — eu decretei antes de cair cansada demais para poder até falar.
“Posso pegar?”- Ellen perguntou e Brian passou o pequeno embrulho azul para ele, que após um momento olhando e avaliando decretou em voz alta, para que todos do quarto não tivesse dúvida — “ Jullinerg, próximo herdeiro ao trono.”
“E a menina?”- eu questionei e ela pegou a Jully no colo e ficou um tempo com ela e anunciou.
“Uma gruruliena.”
Depois de todo esse alvoroço, estavam todos ao redor dos bebês, o clã Denali quase todo, todos os gorneanos e o clã Cullen, até que Lilia viu que eu estava muito cansada para continuar com aquele alvoroço.
Diana passou o restante da noite comigo, enquanto Lilia estava cuidando dos bebês, eu sabia que Rosalie e Esme apesar de eu querer que ficaassem distante dos bebês estariam paparicando-os.
No dia seguinte, Esme fez questão de me trazer um café da manhã reforçado na cama, e depois saiu para que eu pudesse tomar um banho e dar de mamar para meus filhos, já ue eu só havia feito logo depois que eles nasceram e de madrugada.
Os dois eram lindos e tão aprecidos com o pai, apenas alguns detalhes lhes faziam parecisos com ela.
Passou um tempo no quarto antes que a porta fosse lentamente empurada e um três batidas se fizeram prsente e uma cabeça estava dentro do quarto. Alice Cullen estava com uma expessão pidona me olhando como se quisesse abraçar o mundo.
“Entre Alice.” — lhe ordenei.
“Oi Bella.” — ela entreu e se sentou na cama um pouco acanhada, bem diferente da Alice que eu conheço, ou custumava a conhecer.
“Bem, isso é diferente. Lembro de como custava a ser antes, você não agia como uma completa desconhecida ao meu redor.” — eu atirei.
“Desculpe. Agora eu estou convivendo com a culpa, isso tem me apagado um pouco.” — ela confessou.
“Acho que não estamos falando de fadas de verdade não é mesmo? Afinal a Sininho quase morreu quando deixaram de acreditar nela. É isso a falta de credibilidade te apaga mais, do que a culpa em si, não é mesmo?” — eu expos o que estava preso.
“Bella, me perdoe, eu sei que deveria ter batido o pé, criado uma enorme confusão, mas eu não tive escolha, houve um tmepo que era só eu e Jasper, e um pouco antes disso eu vivi sozinha, não podia perder minha família, então quando eu tive que escolher eu tive duas escolhas, ou batia o pé firmimente e ficava com você deixando Jasper sozinho e minha família despedaçada, ou eu iria com eles e tentava montar o quebra cabeça incompleto. Então eu escolhi, e mesmo que Edward discorde, em algum lugar dentro do meu peito queimava uma chama dizendo que algo estava inacabado. Acha que eu possa ter um coração que pulse mesmo morto?” — ela perguntou soluçando enquanto olhava para suas mãos unidas.
“A humanidade é questão de escolha, sempre foi e sempre será. Quantas pessoas escolhem se tormar monstros? O tempo todo novos pscicopatas e serial killers aparecem e ele escolhem ser assim. Por isso eu te pergunto, você escolheu possuir um coração?” — eu lhe devovi a pergunta em outra entomação.
“Da mesma forma que escolhi ter uma alma.” — ela respondeu levantando os olhos para para meu rosto e abriu um sorisso mínino.
“Eu senti sua falta Alice, mas não será a mesma coisa e você sabe disso.” — eu lhe explique.
“Eu sei, há muita mágoa envolvida, mas podemos construir um novo relacionamento, você sempre foi minha melhor amiga. Posso te dá um abraço?” — ela perguntou e quando eu pensei em concordar ela já estava me pertando em seus braços proforindo um bando de soluços secoa, que me cortou o coração.
Depois da conversa com Alice, eu estava no quarto e já era de noite, ouço uma batida na porta e de lá surge a última pessoa que eu pensaria em ver ali....
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