A guerra dos mundos
4 Ataque
Notas iniciais
Dentro do cosultório a consulta corria muito bem, a não ser pelo meu nervosismo que era muito, a doutora chegou a mesma conclusão que eu e passou todos os exames para confirmar as suspeitas, fiz os exames e ela me liberou pedindo para que eu voltasse em uma semana.
No dia seguinte ao meu exame minha mãe veio conversar comigo, acho que a suspeita dela estava lhe coroendo.
“Filha posso entrar?” ela chamou do lado de fora da minha porta do quarto.
“Claro mãe, entra.” ela adentrou o quarto um pouco receosa, acho que era uma situação difícil para ambas, principalmente para ele que não queria ver sua filha trilhando o mesmo caminho que ela naquela idade, mas agora a situação era diferente apesar de ter uma base familiar forte, alguém que poça lhe apoiar, ela não tinha o principal um companheiro que lhe mostrasse e aprendesse junto como passar por aquela situação. Naquela época Renne era muito jovem e teve a responsabilidade de assumir um filho que embora não fosse nascido ela o amava muito, toda sua família lhe virou as costas, e depois dela ter lutado tanto seu filho, o único que nasceu de dentro dela havia morrido 3 dias depois de nascido.
“Acho que precisamos conversa, não é mesmo?” ela lhe perguntou.
“Mãe eu sei que a senhora já percebeu, mas o que eu irei fazer? Eu estou sozinha sem o pai do meu filho comigo....” eu comecei a discursar num tom melancolico e fui interrompida.
“Não diga isso, você não está sozinha e você sabe muito bem disso, eu e seu pai estamos aqui por você, mesmo que isso seja difícil, eu acho que chega um momento que você deve decidir e esse momento chegou e eu sei que você vai decidir o certo. ” minha mãe me afirmou.
“Decidir o que?” eu perguntei entre os dentes.
“Se você deve ou continuar com sua grávidez.” minha mãe foi enfática.
“Mãe você não está... eu acho que eu não enten...” eu respondi desnorteada, mas fui interrompida mais uma vez.
“Não porque se você me disser que você irá abortar está criança, você não vai ser a filha que eu criei.” ela afincou com o nariz riste e seu ar de quem não admitia ser contrariada, o que era espantoso já que a jovem senhora tinha uma ar de menina, mesmo quando a vida tinha exigido tanto dela.
“Oh mãe o que eu faço?” eu lhe perguntei, deixando o meu peso cair sobre a cama, a verdade é que eu estava muito cansada e precisava de descansar.
“Faça eu me orgulhar como mãe e mostre que você é forte, que eu criei uma mulher forte.” ela disse já saindo do quarto, quando eu a chamei.
“Obrigado.” eu pedi, não só pelo o que ela tinha me dito, mas por tudo que ela representava na minha vida.
“Pelo que? ” ela ironizou com sua famosa sombracelha levantada “ você ainda irá contar para seu pai ” ela decretou saindo do quarto e eu estava certa que ela havia entendido o porque do meu agradecimento.
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Já naquela noite durante o jantar, eu estava muito nervosa, minha mãe havia reajido bem, mas será que ele, o chefe Swan seria tão condencedente. Na mesa o silêncio era mortal, e meu pai já estava com sua expressão observativa de policial em alerta.
“Tá o que as mocinhas tem para me dizer? Quem fez alguma coisa dessa vez?” ele interrogou com olhos em fendas.
“Pai eu tenho uma coisa para te contar.” eu murrurei.
“Ah não Isabella já não basta sua mãe, agora vai me dizer que você estorou meu cartão também?” ele criticou.
“Querido foi só uma vez, e aquelas bolsas maravilhosas estavam em promoção.” minha mãe se defendeu.
“As bolsas, os vestidos, os sapatos, os casacos.....” meu pai ia começar a inumerar as coisas que minha mãe havia comprado, na compusão maluca dela por compra.
“Eu estou grávida.” eu anunciei o observando.
“....As maquia.... o que?” meu pai parecia meu atordoado.
“Eu estou grávida.” eu repeti com mais enfâse.
“Repita.” eu comandou.
“Querido você entendeu.” minha mãe resolveu intervir. E aprece que meu pai entrou em estado de choque, onde apesar de saber que ele estava em profunda reflexão nada era observado no seu rosto.
“Você quer dizer que você espera um bebê?” meu falou atordido.
“Querido acho que a ideia de se estar grávida, exige que você espere um bebê.” minha mãe tentou implantar um humor.
“Meu bebê vai ter um bebê.” meu pai falou para si mesmo.
“Pai eu sei que você deve estar um pouco decepcionado comigo...” eu tentei argumentar.
“Não decepcionado não, desapontado seria a palavra correta. ” ele foi enfático.
“Charlei!” minha mãe foi dura aoo exclamar o noem do meu pai e eu permaneci olhando – o nos olhos.
“Não Renné, ela precisa saber. Isabella você sabe que independente de qualquer coisa, eu sempre serei seu pai, mas agora as muitas das coisas muda, a responsabilidade aumenta, ainda mais quando se é de uma cidade pequena e o pai de seu filho não está com você?” ele discursou me olhando nos olhos.
“Sim eu sei.” eu repondi de cabeça baixa.
“E está disposta a passar por isso?” ele perguntou de um jeito duro.
“Não há outro jeito, eu não suporto a ideia dele não exestir.” eu falei com a mão sobre a barriga.
“Então nós estaremos com você nisso!” ele exclamou e eu chorei porque meu pai havia mesmo desapontado comigo, me estendido as mãos e me recebido.
“Obrigado.” eu babuciei muito agradecida.
“Você é nosso pequeno milagre filha, nós nunca lhe viraríamos às costas.” minha mãe tranqulizou.
Mais tarde naquela noite Isabella no seu quarto se revirava na cama por conta dos pesadelos que estava tendo, e estes tinha temática central um vampiro de olhos dourados.
No auge de seus pertubadores sonhos um estrondro se fez ouvir no quarto ao lado do seu, o quarto de seus pais, assustada, ela correu para fora de seus aposentos e adentrou o dos seus pais, onde a cena que viu era digna de um filme de terror, seus pais mortos e ensanguentados jaziam no chão e o sangue escorria de suas veias arrebentadas por que ela poderia dizer ser um animal grande e quando ela deu um passo para trás esbarrou em algo grande e que respirava em seu ouvido.
“Ora, ora se não é a rainha de Gornel.” um voz macabra se estendia atrás dela, e quando ela virou se deparou com um estranho de pele clara, quase translúcida, que ela podia jurar que parecia ser mais dura que couro, olhando-a de maneira fria, enquanto em sua roupa, havia manchas e mais manchas de sangue recém arrancados e seus pais, que agor aapreciam mortos.
“Quem é você? O que você quer?” ela perguntou atordida, parecia que naquele momento a frio que se estendia por sua espinha, fazia com que sua reação fosse velada.
“Seu sangue” ele rosnou, a segurando pelo pescoço, quando derepente, uma luz forte se fez presente naquele quarto e uma flecha vou em direção a mão daquele que a mantinha cativa.
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