Notas iniciais
não ficou mt grande e também demorou eu sei >-< mas prometo tentar ser mais rápida ^u^ espero que gostem ^.~ bjs

Saí da escola e fui até o hospital algumas quadras de lá. Entrei e fui falar com a recepcionista e pedi para quem me deixasse visitar o quarto de número 12. Ela me indicou o quarto e eu abri a porta. Era um lugar não muito espaçoso, mas, era bem arejado e confortável, havia uma cama com uma pessoa lá, a pessoa na qual eu queria ver.

– Oie Lucy.

– Olá Kat que surpresa. –Ela disse sorrindo para mim e sentando-se na cama. –Como você está?

– Estou bem. E você? Quando será liberada?

– Mais ou menos, duas semanas.

– Que bom.

– Como foi na escola? Fez amigos?

– Foi normal. Acho que sim, não sei direito.

– Isso parece bom. O que foi? –Ela disse pondo a mão em meu rosto. –Você parece preocupada querida.

– É que meus parentes estão em casa.

– Onde vai ficar essa noite?

– Na casa de um amigo da Carol.

– Amigo?

– Sim.

– Bem... Você me faria um favor?

– Claro, qualquer coisa para minha mãe postiça. –Disse com um sorriso.

– Minha filha mais nova, anda com alguns problemas na escola, queria que você conversasse com ela por mim. Pode ser?

– Claro. Sempre quis conhecer seus filhos.

– Você vai conhecer os dois algum dia. Por enquanto acho que só a Lia.

– Me passa o endereço. Vou lá amanhã se conseguir.

– Claro. Te mando pelo celular depois.

– Ok. Mas você pode fazer isso?

– Claro. Só estou em supervisão e meu problema não é nada grave. Posso mexer em qualquer eletrônico. Só não posso sair da cama.

– Quem bom que não é nada grave Lu.

– Ah você está estudando na escola do diretor Andy certo?

– Sim, por quê?

– Meu filho estuda lá também, talvez você o encontre andando por aí.

– Qual é o nome dele?

– Brian.

– Eu conheci um Brian hoje.

– Jura?

– Sim. Ele tem cabelo preto e olhos cor de mel.

– Você achou meu filho.

– Então eu conheço ele, falta e...

– O que foi?

– Eu acho que vou na sua casa.

– Hoje?

– Sim.

– Boa sorte. –Ela disse rindo muito.

– Vou aceitar isso como um bom pressentimento. –Disse rindo junto com ela. –Eu vou indo. Vou ter que ir para sua casa agora.

– Ah claro. Tchau minha linda.

– Tchau mãe postiça.

Eu nem acredito como amo a Lucy. Ela foi minha mãe desde que a minha morreu. Não ficou todo tempo ao meu lado já que tinha sua família mas me deu um grande apoio. Dei um sorriso, peguei minhas coisas e sai da sala. Passei pelos corredores vazios. Disse “Tchau” as enfermeiras na recepção, que me devolveram o adeus com um sorriso.

***

– Alô?

– Oie Carol. É a Kat.

– Ah, já terminou?

– Sim.

– Nossa, foi mais rápido que o normal.

– Foi.

– Bom... a gente saiu faz 5 minutos da aula

– Nossa! Onde vocês estão?

– No portão da escola

– Me esperem então. Chego aí em 5 minutos.

– Ok. Até.

– Até.

***

– O que ela disse? –Perguntou Brian

– Ela disse que está vindo.

– Ok então.

Passei pela praça que ficava perto da escola. Eu amo essa praça é tão nostálgico lembrar dela e dos momentos em que passei lá. Cheguei na porta da escola bem mais rápido do que eu esperava.

– Vamos?

– Claro.

Andamos alguns metros em silencio. Eu admito não sou o tipo de pessoa que quebra silêncios, mas dessa vez quis tentar.

– Brian... Sua irmã chama Lia?

– Eh?! Como você sabe?

– Foi um chute. –“Droga!” pensei. Vou ter que aceitar esse fato agora. Que desanimo.

Terminamos o caminho em silencio, o que foi muito cruel. Tive que ir pensando o caminho inteiro o que eu faria naquela situação. Nunca fiquei tão animada por chegar na casa de alguém. Eu realmente estava muito curiosa em conhecer a irmã do Brian, e a casa da minha mãe postiça. Me surpreendi ao olhar a minha volta e reparar que o garoto que tinha ido ao ateliê hoje estava lá. Me assustei um pouquinho com isso, mas eu realmente já havia visto aquele rosto, mas não me recordava de onde.

– Carol, que roupa que eu vou vestir, melhor como eu vou dormir aqui?

– Não se preocupe o Sebastian vai trazer tudo à noite.

– Ok então.

– Alex! Vem me ajudar na cozinha. –Brian gritou da cozinha.

– já vou. –Alex respondeu

Alex?! Esse nome me é...Familiar...Será que...É ele? Inconscientemente eu corri até a cozinha. Quando vi o Alex, puxei sua camiseta por trás. E ele virou assustado. E eu o abracei forte.

– Por que não me falou antes?! –Disse escondendo meu rosto em suas costas. Me segurando para não chorar.

– Porque eu queria que você cumprisse sua promessa. –Ele disse se virando e me abraçando.

– Seu idiota! –Disse abraçando ainda mais forte. –Senti sua falta.

– Eu também! –Ele disse encostando a cabeça na minha e me abraçando mais forte.

– Eu te amo!

Continua...

Notas finais
não esqueçam de comentar. Vcs n sabem como fico animada com um comentario, msm se for critica >-< bjs s2