Notas iniciais
Abaixem as suas armas, calma, posso explicar o porquê da demora. ~Autora nervosa mode on~ Assim, na minha escola, essa foi a semana rosa e lilás (semana ao combate da violência contra a mulher) e eu tive OITO trabalhos ra entegar. Tô lotada de coisas. Não vai dar preu postar como antes, todos os dias. Agora, terão que se contentar com uma vez na semana :´( A minha escola, eu passo o dia todo duas vezes na semana, então não tenho tempo pra escrever. Vou tentar ao máximo postar mais vezes.Prometo. Boa leitura, beijos - Milly

Fala sério, por que eu nunca consigo dormir sem que o mundo esteja se acabando no dia seguinte? Isso está ficando monótono! Eu sonhando lindamente com o meu avô, ele me contava do lugar que ele estava. Disse para não me preocupar, quando as pessoas morrem, ficam num lugar quentinho, olhando pelos que não morreram ainda, e que quanto mais nós fazemos coisas que eles gostavam, mais quentinho o lugar fica e melhor eles cuidam da gente, quando de repente, como tudo na vida, eu sinto que estou balançando, okay, isso é ridículo, pensei, mas quando eu abri os olhos vi uma cena digna de filme. Eu e os outros estávamos sendo carregados, amarrados, por anões que carregavam umas lanças. Tinha cerca de quatro pra cada um de nós. Meu primeiro instinto foi me balançar gritar e querer bater nesses pintores de roda-pé. Benção de Ares mode On. E foi exatamente o que eu fiz.

–ME SOLTA – Dei um grito me balançando, mas só fez com que acordasse os outros e que os pigmeus me segurassem mais forte

–Corcor, você não ficou de vigiar, então por que merda que estamos sendo levados por esses pintores de roda-pé? –Disse Max acordando assustado com a gritaria e os solavancos

–Foi mal, eu dormi. – Disse Scorpius com a voz fraca pelo sono.

–Dá pra vocês me soltarem, seus pigmeus? – falei muito irada, afinal, quem gostaria de ser acordada no meio do seu sono por quatro anõezinhos da branca de neve te carregando e você ainda por cima todo amarrado? NINGUÉM!

–Silêncio intrusa. Não devemos permitir que o mal penetre em nossas terras novamente. Nas terras purificadas por Aslam. Vamos levá-los aos reis.

–Maravilha. Mal entro em Nárnia e já sou acusada de ser um Mau, de ser intrusa e vou ser levada pro rei. – Disse Marisa com os seus cabelos azuis totalmente descontrolados com aquele vento – ô bruxinhos? Não dá pra vocês nos tirarem dessa não?

–Se eu conseguisse pegar a minha varinha. – disse Alvo revirando os olhos

–Ah, mas eu não creio nisso! Ô cópia do Harry Potter, só quem pode revira os olhos por aqui sou eu entendeu? – Perguntou Marisa furiosa.

–Calem as bocas. – Eu disse me irritando – Podem me dizer, projetos de crianças, aonde vão nos levar?

–Calados. – Disse um anão de cabeça ruiva apontando uma lança para mim.

–Mas que audácia. Como você ousa apontar um negócio apontado desses para mim? Abaixe logo isso! – Eu ordenei – Fique sabendo que eu sou abençoada por Zeus, Hécate, Momo, Atena, Ares e Posseidon. Sou conhecida da Minerva McGonagoll e do Quíron. Conheço a Susana Pevensie e... – Eu ia completar, mas um anãozinho ruivo me interrompeu. Odeio esses anões, principalmente os ruivos. Isso vai gerar trocadilhos com a minha pessoa quando essa missão acabar.

–A senhorita conhece a Excelentíssima senhoria Susana Pevensie? – Perguntou dando ordem aos outros para me por no chão, mas eu ainda continuava amarrada.

–Erh... Sim. – Eu disse.

–Vamos levá-los até os reis, eles saberão o que fazer. – Ele ordenou aos outros anões que me carregaram de novo. Chegamos até um palácio muito chique no qual, ainda em cima dos anões, fomos levados até a sala do trono onde os reis foram convocados. Chegamos lá, o salão era lindo, e enorme. Tinha quatro tronos de ouro, todos do mesmo tamanho. As colunas lembravam o Parthenon, em mármore e ouro, só que com ramos de flores e folhagens rodeando-os. O piso era de mármore, o teto alto com uma pintura linda de um leão irrompendo das águas, “Aslam vindo do além-mar”, dizia uma inscrição perto de uma parede. Um enorme lustre em cristais, ouro, prata, bronze, embora os dois últimos apenas como detalhes, pérolas e mais algumas pedras preciosas coloridas nas quais eu não consegui distinguir seus nomes. Nos tronos estavam sentados respectivamente da direita para a esquerda, uma garota branca dos olhos e cabelos castanhos, pele branca e cabelos lisos e médios. Vestia um vestido digno de rainha, amarelo-claro, bordado. A reconheci como Lúcia Pevensie. No outro trono estava um rapaz, de aparentemente vinte anos, cabelos castanhos alourados e olhos azuis. Era forte e vestia um traje real masculino vermelho, preto e dourado, no qual reconheci como Pedro Pevensie. No terceiro trono estava um homem aparentemente com os mesmos vinte anos, cabelos e olhos negros como a noite, pele parda e vestia um traje real masculino azul, branco e bronze, o reconheci como Caspian X. E no último trono, estava um menino com aparência de dezoito anos, cabelos negros e olhos azuis, pele branca, num traje masculino real verde, prata e dourado, que reconheci como Edmundo Pevensie.

–ALGUÉM ME BELISCA. SÃO ELES MESMOS – Eu gritei como uma doida amarrada que estava sendo carregada por anões.