Notas iniciais
Hello peoples... então ne.. é desse jeito que está, um Cap aqui, um Cap na head or heart. Espero que gostem, hj aparecerá um personagem muito querido. Uma dica, ele consegue enganar todo mundo dizendo que mudou. Boa leitura lindos.

— Não posso mesmo ir? — perguntei para Killian que guardava algumas coisas em sua pequena sacola preta.

— Você está doente Swan. Sair é loucura — respondeu ainda de costas parar mim.

— Eu estou melhor, apenas meio febril. Nada que um ar puro não resolva — afirmei.

Eu estava louca para sair desse navio imundo. Precisava sentir meus pés tocarem terra firme novamente. Não aguentava mais o balançar do navio no oceano.

— Desculpe Swan, mas não — respondeu firme e saiu do escritório.

Como se um não dele fosse me impedir.

Fui até a porta para poder sair, mas a a mesma estava trancada.

"Muito esperto Capitão "

Mas eu sou mais...

Peguei a a colher que estava dentro do prato no canto do escritório, eu havia acabado de usá-la para comer. Mas nesse momento não era a colher que me interessava, e sim o arame enrolado na ponta.

Desenrolei o arame e logo montei uma chave improvisada para a porta.
— Calma. Só mais um pouquinho.... e pronto — comemorei animada.

Abri a porta vagarosamente e subi as escadas de maneira sorrateira. Graças a Deus, não havia ninguém no navio.
Meu Deus como esses piratas são burros, nenhum vigia para a prisioneira.

Será que eles pensam que sou tão indefesa a ponto de não conseguir arquitetar um plano para fugir? Muito triste tirarem essa conclusão, afinal, eu, uma mulher de apenas vinte e um anos, venceu o capitão desse navio em uma luta de espadas. Capitão que sabe claramente que tenho poderes mágicos. Podia transforma-lo em um sapo( tá não podia, mas gosto de saber que tenho o controle ds situação).

NÃO ACREDITO! Eu saí do navio.
Finalmente.

Mas minha felicidade não durou muito. Killian estava a alguns metros a minha frente conversando com alguém. Quem era? Eu não sabia. Me importava? Não, até que Killian se separou da sua tripulação e foi em direção oposta a seus marujos. Curiosa? Bastante.

Provavelmente eu me arrependerei depois, mas vamos lá.

Resolvi segui-lo e ele adentrava cada vez mais na floresta escura, eu estava ficando preocupada em perdê-lo de vista, isso não podia acontecer senão eu estaria encrencada, pois não eu saberia o caminho de volta.

— AI! — soltei um grito ao sentir algo cortar meu pé.

mas que maravilha,vidro quebrado no caminho. abaixei para pegar o vidro que estava no chão me esquecendo de que havia acabado de fazer barulho,o que tirava minha descrição na perseguição.

— swan? — levanto a cabeça tirando a atenção dos meus olhos dos meus pés para o olhar enfurecido e confuso de Killian — mas que diabos faz aqui?

— Se eu disser que vim tomar um ar sem permissão você acreditaria? — perguntei inocentemente.

— Você me desobedeceu! — falou estressado.

— Ah qual é a novidade? — perguntei cansada com essa enrolação de "ó minha nossa,como estou surpreso com isso".

— A novidade é que agora você deu de me seguir — disse fuzilando-me com os olhos — Meu Deus você não consegue nem fazer uma fuga decente? — perguntou se referindo o fato de que eu simplesmente resolvi segui-lo em vez de fugir para um lugar que me desse maior vantagem para que não me achassem.

— Eu tenho um grande defeito.sou curiosa — dei de ombros com um sorriso cínico no rosto.

— Para seu azar, agora irei te prender e te levar de volta para o navio — avisou puxando uma corda de sua bolsa de couro.

— Pois aí que você se engana — falei tirando minha capa marrom — Se você der mais um passo eu te transformo em um sapo.

— Você não é capaz disso Swan — o capitão falou de maneira debochada mas pelo tom de sua voz eu pude notar um leve toque de preocupação e medo lhe incomodando, e essa era minha deixa para fugir.

— De fato ela é — me virei assustada ao ouvir aquela voz desconhecida falar e encontrei um...um...não sei o que aquilo era. um homem com pele de crocodilo? é o que parecia — Mas com falta de habilidade dela pode acabar sendo transformado em coisa pior, talvez um inseto sujo, e aí eu poderia te matar com mais facilidade.

— Quem é você? — perguntei confusa com o que ele tinha acabado de falar.

— Rumpelstiltskin — Killian falou sem que ele precisasse se apresentar de maneira formal — Eu já estava indo ao seu castelo.

— Seu atraso me deixou entediado — o homem com pele escamosa falou revirando os olhos — Sou impaciente. Ah, ondes estão meus modos — ele se virou para mim e fez uma reverencia — Vossa alteza.

arregalei os olhos quando ele fez isso. Ele sabia quem eu era.

— Sabe quem eu sou? — perguntei finalmente.

— Princesa Emma Swan, nascida e criada na floresta encantada, produto do amor verdadeiro entre Branca de Neve e Príncipe Encantado, mas para os mais íntimos pode ser apenas David.

— Isso não prova nada, deve ter ouvido falar de mim por causa da minha fuga — falei desconfiada mas no fundo acreditava que aquele homem estranho sabia quem eu era.

— Ah sim, a bendita fuga para fugir das responsabilidades de rainha, quanta bravura.

arregalei os olhos.

— Eles não disseram o motivo da fuga não é? — perguntou de maneira convencida.

não respondi nada e ele deu uma risadinha estranha.

— O silencio é uma ótima resposta. além do mais minha cara. A capa que a protege dos seus poderes incontroláveis — disse apontando para a pesada capa marrom que estava no chão — foi feita por mim.

— Meus pais pediram isso de você? _ perguntei curiosa.

— Será que podem lembrar que estou aqui? — Killian falou se intrometendo entre mim e o feiticeiro — Não viemos aqui para falar da princesa mimada.

Nesse momento não aguentei joguei uma bola de luz pequena nos pés de Killian que pulou rapidamente quando a energia branca vindo das minhas mãos se encontrou com seus pés.

— Isso queima Swan! — falou e então se virou para o homem que nos observava — Não vai pará-la? — perguntou indignado.

— Ah porque? é divertido? — Rumpel falou tirando graça com a situação infantil entre mim e o capitão

— Se quer seu filho de volta precisa de mim vivo?

Rumpel esboçou uma expressão séria e então disse para mim sem me encarar:

— Coloque a capa — apontou para a capa marrom jogada no chão com aqueles dedos escamosos e levemente verdes.

— O que? — perguntei retoricamente incrédula com seu pedido, ele parecia ser mais poderoso que qualquer um de nós dois, mas o que Killian disse conseguiu fazer com que ele mudasse de lado. Um filho, parecia ser algo sério? Será que ele sequestrou uma criança e está a mantendo escondida naquele navio? Não. Mesmo sendo prisioneira eu tive a oportunidade de de conhecee cada canto daquele navio.

— Quer ser transformada em um sapo queridinha? — perguntou me emcarando com um sorriao elevemente amarelo.

Isso me assustava.

Me abaixei devagar observando assustada ele me estudar enquanto eu recolhia a capa do chão. Coloquei a capa sentindo peso da magia dela controlar a que eu possuía. Não sei se porque, mais comecei a reparar mais nisso quando meus pais me contaram a verdadeira razão pela qual eu devia usá-la.

— Agora vamos conversar — Rumpel disse se aproximando vagarosamente de Jones.

— Na frente dela? — falou apontando para mim.

— Algum problema comigo Capitão? — perguntei de maneira debochada seguida por uma cara convencida.

— Tem, tem um problema — ele falou de maneira ríspida — Você fugir, me seguir, ainda exigir satisfações. Já falei da sorte que tem em estar viva?

Eu estava pronta para dar uma resposta a altura mas Gui interrompida.

— Na verdade ela é você estão sem sorte — Rumpel disse de forma séria — ela é uma carga preciosa, você sabe o porque estou falando Capitão, ela não está segura fora do seu reino.

— O que? — soltei tentando entender o que ele estava falando. Olhei para Gancho e percebi que ele tinha uma pequena ideia sobre o assunto que homem tratava.

— Ele está atrás dela? Não vejo sentido nisso. Ela é uma garota — Jones falou Maia confuso do que parecia.

— Uma mulher — O interrompi em seu brilhante interrogatório.

— Não se meta Swan — alterou o tom de voz.

— É sobre mim que estão falando, eu tenho que me meter — falei completamente revoltada.

— Chega! — Rumpel nos interrompeu — É melhor levá-la de volta para casa, a não ser que queira que aquele espertinho viva o bastante pra nós atormentar por mais mil anos — ele falou de forma tão preocupada que. E deu até medo.

Então Killian esboçou uma expressão surpresa e disse:

— Não acha que ela...

— Acho — interronpeu — Digo.. tenho certeza. Eu consigo ver a magia poderosa fervendo em seu sangue, ela é a escolhida.

— Eu o que? — perguntei mais uma vez na tentativa de obter uma resposta, mas mais uma vez foi sem sucesso.

Vi Killian soltar o ar pesado antes de voltar a falar:

— Conseguiu?

Rumpel sorriu de forma vitoriosa antes de responder a pergunta que o capitão fez a ele.

— Eu sempre consigo o que eu quero — riu de forma engraçada e entendeu a mão mostrando os pequenos feijões em suas mãos.

— Eles são? — tornei em me intrometer na conversa na qual não fui convidada.

— Mágicos? — Rumpel me interrompeu olhando-me de forma assustadora — São. Abrem um portal para qualquer lugar que queira ir. Até para mundos sem magia.

— Existe outros mundos além desse? — perguntei de forma curiosa e deslumbrada, existe lugares sem magia, como será que deve ser?

— Há vários mundos desconhecidos nesse universo princesa, temos que considerar que tudo é possível, se você acreditar. Não se preocupe, não é louca por isso — disse por fim.

— Tudo bem, acho que já deu a conversa de vocês dois. Eu preciso terminar o serviço no qual fui contratado — Killian disse entediado com minhas perguntas.

— Serviço? — questionei arqueado as sobrancelhas.

— Swan! — ele gritou e me repreendeu com os olhos, então dei um passo para trás fingindo estar o obedecendo, talvez eu estivesse o obedecendo, só não quisesse admitir.

— Obviamente -o homem falou com um sorriso irônico — É bom que não falhe Capitão, e com não falhe Digo espera que não morra, traga meu filho de volta.

..............

— O que aconteceu com o filho dele? Ele fugiu? Foi sequestrado? Se perdeu?

Depois que o senhor das trevas sumiu, o cara com que estavam os tendo uma conversa reveladora minuto a antes, Killian e eu estávamos voltando para o navio. A fúria dele estava visível, ele parecia bastante estressado.

— Swan, me fazer a mesma pergunta se maneiras diferentes não vai fazer com que eu te responda, só irá fazer com que eu te há vontade de joga-lá no porão sem dó nem piedade

— Ah não, o porão não. Por favor -supliquei tentando alcança-lo, com sucesso.

— O porão sim — esclareceu de maneira vitoriosa como se falasse com uma criança de cinco anos.

— Por favor Killian — O segurei pelo braço quando estávamos entrando no navio, o que o obrigou a me encarar.

Ele me olhou surpreso e depois de alguns segundo a apenas perguntou:

— O que está acontecendo? Essa não é você Swan.

Foi aí que notei que eu estava chorando, de maneira discreta mas estava. Olhei para os lados como se o horizonte fosse responder algo por mim, mas não ia. Abaixei a cabeça mas uma vez pensando bem no que iria fazer. Confiar em um pirata com ego inflado era minha única opção no momento.

— Os pesadelos — respondi depois de uma pequena eternidade — Eles parecem muito reais... me atormentam de uma forma que não sei explicar.

Senti o gosto Salgado da lágrima que escorria em meu rosto. Nunca me vi tão vulnerável assim.

— O porão não é um lugar acolhedor — continuei sem me preocupar com o fato de que eu parecia uma garotinha chorona.

— E o escritório é? — perguntou arqueando as sobrancelhas e com um sorriso de canto.

— Pelo menos lá não tem ratos — respondi rindo de maneira fraca.

Um breve silêncio se instalou no local, a única coisa que dava para ouvir era o barulhos das águas e dos pássaros.

— Venha — Gancho estendeu a mão para mim — Você precisa tentar dormir um pouco.

.............

Acordei quando já estava anoitecendo, Killian havia me posto para dormir na cama dele, o que foi uma coisa que protestei bastante antes de finalmente ceder pois eu estava desejando dormir um pouco melhor.

Os pesadelos não sumiram, acordei umas três vezes porque gancho me chamou, pois eu estava muito inquieta e sussurrava por socorro. Na última vez que acordei ele acendeu uma vela em sua cabeceira e disse que ela ia sugar todos os meus pesadelos, então eu dormi e acordei agora.

Não conhecia esse lado dele, claro que não conhecia, até porque eu não o conhecia antes, mas ele realmente conseguiu me surpreender, esse lado protetor, eu sequer cogitei que existissse.

— Que bom que acordou -gancho disse entrando no quarto — Amanhã partiremos.

Franzi o cenho estranhando a notícia. Não íamos ficar uma semana?

— Já? Tão cedo? Pra onde iremos agora? — questionei e ele me surprendeu com a resposta.

— Te levar de volta!

Notas finais
Uuuii.... Capitão hook preocupado com nossa loirinha? Curiosos? até o próximo.