A flor

1 Como tudo começou.


Notas iniciais
eu estava em um grupo no face do nyah! (alias pode me add ^^ e seguir), e vi um poste daqueles para inspirar os autores, então eu gostei da ideia e resolvi escrever essa fic de suspense com um pouco de terror. A história em primeira pessoa, quem narra é Rafael Taylor um médico que é o principal suspeito de ter espalhado uma praga em uma pequena cidade fictícia de nome Vale vermelho.

— Diretamente da delegacia de Vale vermelho, o principal suspeito pela “praga” o médico Rafael Taylor,irá contar para o Juiz da capital doutor Harold, sua versão. Aparentemente entre todos os suspeitos o jovem Médico de trinta anos,casado a cerca de um ano com uma das vítimas da “praga da dança”, é considerado o principal acusado, devido aos seus conhecimentos, de aparência normal olhos negros,cabelos castanhos cerca de 1.70 de altura pele branca, quem o vê assim algemado e com o rosto triste,quase o não reconhece, doutor Taylor como era conhecido no vilarejo, já exercia sua profissão antes mesmo de se formar,possui conhecimentos farmacêuticos e já se mostrou um excelente químico… O Juiz Harold irá finalmente se pronunciar será agora!!! (O juiz pediu silêncio em uma das salas da delegacia um lugar improvisado para a sessão do inquérito).

— Rafael Taylor, conte sua versão da história (o Juiz parecia, não acreditar que eu não tinha nada haver).

— O sol brilhava espelhando-se no rio a minha frente, havia um cheiro suave de flores, minha então esposa ao meu lado, seria mais um dia de feriado que resolvemos ir até ao parque para desfrutar, sentados na beira do rio conversando sobre coisas da rotina, até que esse pesadelo começou, eu me lembro de que ela pegará uma flor e brincando com ela entre as mãos,fazendo-a girar,sorria para mim com um olhar meigo e cheio de carinho, seus olhos brilhavam com nosso um ano de casamento, com os planos que começamos ali a fazer, antes de se levantar do nada e começar a dançar, minha querida a cheirou,uma peculiar flor que nunca havia visto, era vermelha no caule com pedaladas de um verde vivo, era diferente e bela não passava de 5 cm. colocou-a na boca e me provocando foi dançando ali no parque sem música, eu de inicio achei estranho,porém acreditei que ela estaria feliz ou muito alegre e tivera a ideia de dançamos ali mesmo sem nos preocuparmos com a falta de música ou os olhares curiosos.

Ela não dizia nada só dançava, eu a acompanhei por alguns minutos ou melhor até me cansar,mas ela continuou eu a chamei,pedi para ficar parada,mas ao invés aumentou o ritmo as pessoas ao redor pensaram que seria uma simples representação,que seríamos atores ou seria algo como uma pegadinha de televisão, o sol começou a se pôr e eu já não sabia o que fazer, bravo a deixei lá com a esperança que ela voltaria para casa, mas veio a noite e em nosso apartamento eu olhava pela janela sem saber o que fazer, afinal ela só estava dançando,perguntava-me se ela enlouquecera, a lua já estava alta quando eu resolvi voltar ao parque, quando voltei para o mesmo lugar que estávamos, não havia só ela dançando mais duas mulheres se juntaram a elas,pareciam algo como fadas ou atrizes de algum filme, eu me aproximei e disse:

—Camila o que está acontecendo ? ei vamos para casa !!

eu a peguei forçando-a vir comigo, mas sem se debater ou se mostrar contrariada ela fazia daquilo uma dança impressionista,era como se eu estivesse atuando com ela,como se fosse seu parceiro naquela dança estranha, eu então “dançando” deixei as duas mulheres ali e levei minha esposa para casa, ela passou a noite inteira dançando,em seu corpo já havia marcas de seu longo esforço insano,seu olhos estavam opacos um pouco amarelados, seus pés sangravam na parte dos calcanhares e nos dedos, em um excesso de raiva coloquei uma música para tocar e dancei com ela,os vizinhos chamaram a polícia.

Os tiras chegaram e eu contei tudo,uma policial de cabelos longos negros e olhos castanhos, tinha seu corpo forte e irradiava uma aura de autoridade, ela ficou muito irritada comigo mandou os demais vasculhar em busca de algum entorpecente, quebraram a minha sala toda enquanto um tentava conter minha esposa (o cara mais forte e com cara de mau), a policial me algemou, chamou por reforços e uma ambulância, levaram-me para a delegacia mais próxima no caminho o rádio da polícia chamava as viaturas para o parque, aparentemente “indivíduos” estavam se drogando na parque, a viatura que estava seguiu mas,outras duas atenderam o chamado, por fim cheguei aqui na delegacia, contei tudo ao delegado que me informou que minha esposa teve de ser sedada e levada para o procedimento de “corpo de delito” e é claro receber cuidados médicos, estava lá tentando explicar que não tinha cometido crime, mais dois “suspeitos” chegaram com a mesma ocorrência, um homem de cerca de 60 anos e uma garota de pouco mais de 18 anos.

Em pouco tempo apreenderam mais cerca de 30 pessoas que tiveram o mesmo excesso de raiva que eu envolvidos com membros da família que não pararam de dançar, bem se passou cerca de duas semanas e surgiram as primeiras mortes...

Notas finais
Essa fic terá de 12 a 15 caps. Alias valeu pela ideia