A filha do reitor
48 Momentos de adaptação
No dia seguinte Edward foi trabalhar e à noite ele estava demorando novamente, tudo bem que nós já havíamos conversado e ele disse que continuaria chegando tarde, mas por que essa maldita insegurança não me deixava? Será que eu não conseguiria ficar em paz nenhuma só noite enquanto ele não estivesse? Isso parecia um inferno. Então tomei uma decisão, hoje eu iria até seu trabalho resolver esta questão de uma vez por todas. E agora seria definitivo, se Edward de fato estivesse trabalhando quando eu chegasse, eu o deixaria em paz e pararia com essa insegurança toda. Me levantei decidida, agasalhei Nessie e Rob, peguei duas mamadeiras com o meu leite na geladeira e fui rumo à casa de minha mãe, pedi para que ela olhasse os dois um pouco e ela aceitou. Em seguida fui direto até seu emprego, não havia vaga em frente, então parei perto de um restaurante que ficava ao lado, mas surpresa foi a minha ao olhar para dentro do restaurante e ver Edward lá dentro, mas não estava sozinho, mas com uma mulher, morena e aparentemente muito bonita, ele estava mostrando um papel a ela e parecia estar explicando o que estava escrito ali, enquanto ela observava atentamente, parecia que naquele papel tinha algo de extrema importância. Meu coração disparou imediatamente. Ele não devia estar trabalhando como disse que faria? Então por que diabos estava jantando com uma mulher? Isto era um péssimo sinal e eu já estava com vontade de chorar, então apenas me controlei e fui até o restaurante, parando ao lado deles. Edward guardou o papel atrapalhadamente, pelo visto eu não podia mesmo ver do que se tratava.
— Oi. – Eu disse calmamente olhando para ele. – Não vai me apresentar a sua amiga?
— Oi amor. – Ele disse sorrindo como se nada tivesse acontecido. – Esta é Leah Clearwater. A CEO do ministério da saúde.
— Ministério da saúde? — Perguntei confusa. O que exatamente uma coisa tinha a ver com a outra? Profissões Isabella, apenas profissões. Isso não tem nada a ver com ela estar aqui jantando com o seu marido.
— Muito prazer em conhece-la senhorita Swan. – Disse a moça simpática. – Já ouvi falar muito de você. É uma excelente advogada.
— Obrigada. – Respondi.
— Senta aí amor, janta com a gente. – Edward disse.
Eu me sentei e nós jantamos, apesar do fato de que a comida simplesmente não descia, já que eu queria falar com Edward e pedir explicações, jamais faria isso na frente dela para não soar ridícula. Depois do jantar, nos despedirmos e Edward veio em minha direção para me dar um beijo, mas eu desviei.
— Em casa a gente conversa. – Eu disse entrando em meu carro. – Eu vou passar na casa da minha mãe pra buscar as crianças, você pode ir direto pra casa.
— OK. – Respondeu sério ao perceber a minha carranca.
Entrei no carro e fui até a casa da minha mãe para buscar Renesmee e Robert, as lágrimas teimavam em descer por meu rosto, eu sabia que era idiotice ficar tão mal antes mesmo de saber do que se tratava aquilo tudo, mas a cada instante ficava mais difícil não ver essa situação como algo extremamente estranho. Assim que cheguei, Edward veio para fora e pegou Nessie que já dormia, no colo, protetoramente, levando-a para a cama, e eu fiz o mesmo com Rob. Assim que ambos já estavam dormindo tranquilamente em seus quartinhos, Edward e eu subimos para o nosso.
— O que está acontecendo? – Perguntou. – A gente estava tão bem ontem e hoje você está aí, toda estranha.
— Quem era aquela mulher? – Perguntei direta.
— É a Leah Clearwater, eu já te disse.
— Tudo bem, mas o que eu quero saber é o que você estava fazendo jantando apenas com ela, quando na verdade dizia para mim que estava trabalhando.
— Bella, por favor. – Ele disse parecendo exausto.
— Você está... – Respirei fundo, criando coragem pra dizer isto. – Saindo com ela?
— Será que tudo agora é motivo pra você pensar que há outra mulher? – Perguntou irritado. – Poxa Bella, eu pedi pra você acreditar em mim e você disse que o faria, então hoje foi atrás de mim, agora está aí me ignorando por uma coisa que não tem nada a ver. Eu não aguento mais essa sua insegurança! Porra, é você quem eu amo. Será que é tão difícil assim de entender?
— Edward, não tem mais jeito, ou você me conta o que tá acontecendo, ou a gente vai ter que dar um tempo, porque eu não posso continuar vivendo desse jeito, o dia inteiro pensando que posso estar sendo traída, isso pode ser pra qualquer outra mulher, mas definitivamente não é pra mim.
— Então é assim? Você não vai acreditar em mim?
— Se você me contar a verdade...
— Eu já disse que não posso! É algo muito sério, sobre o meu trabalho. As coisas não são assim. Tente ser mais madura e entender o meu lado.
— Então você prefere que eu me separe de você? – Perguntei sentindo as lágrimas se formando em meus olhos.
— Não é algo que esteja em minhas mãos, é trabalho, e trabalho pra mim é algo muito sério, além do mais, se você não confia em mim, nem sei como o nosso casamento durou tanto tempo assim. Então é melhor terminar mesmo. – Ele disse olhando para baixo, Edward parecia estar sem chão, era visível, mas cacete! Se ele se importava tanto com a gente, por que não me contava logo? Ou ao menos tentava me convencer a mudar de ideia? – Eu vou pra casa dos meus pais e amanhã a gente conversa melhor pra ver no que dá.
— Pode levar as suas coisas.
— Tudo bem então.
Edward foi até o closet e eu fiquei segurando as minhas lágrimas por um longo tempo. Então ele saiu com duas malas.
— Amanhã eu volto para buscar o resto.
— Tanto faz. – Respondi olhando para o outro lado.
Então ouvi a porta do quarto sendo batida e finalmente permiti que minhas lágrimas descessem com força, liberando toda essa minha vontade enlouquecedora de chorar. Nada durante esses dez anos juntos foi real, ou ele não colocaria tudo a perder por causa de uma mulher, sim, eu penso que fui traída, afinal, não havia outro motivo para ele me esconder toda a verdade senão o fato de não ter inventado outra desculpa para sua traição. Mas eu simplesmente não conseguia me convencer completamente de tudo isso, por mais que tentasse. A dor era tão grande que eu nem conseguia ficar ali deitada, então me levantei e fui até o closet, peguei uma das peças de roupa que ele deixou, me abraçando ternamente a uma de suas blusas, sentindo seu cheio inebriante.
E aquela noite, foi a mais longa e horrível de toda a minha vida, eu sentia medo, angústia, tristeza, raiva, tudo misturado e esses sentimentos não estavam me fazendo bem. Quando era madrugada eu fui para a sala e fiquei assistindo TV baixinho para não acordar as crianças.
— Mamãe? – Nessie perguntou mais tarde, assim que acordou. – Por que está chorando?
— Nada não meu amor, só uns problemas de adultos.
— Cadê o papai?
— Já foi trabalhar querida. – Não achei que era a hora de dizer a ela que ele não moraria mais conosco, até mesmo porque Edward e eu ainda nem conversamos com a cabeça fria. – Vou preparar o seu café da manhã, depois a gente vai assistir um filme lá no quarto da mamãe, o que você acha?
— Eu quero! – Ela disse empolgada.
Fui até a cozinha e preparei seu lanchinho, ela comeu tudo, peguei Rob e nós subimos para meu quarto. Deitamos os três na cama e começamos a assistir “O rei leão”. Filme no qual Nessie não cansava de assistir, depois assistimos “O rei leão 2”. Quando terminou, eu liguei para o restaurante e pedi o nosso almoço, já que não estava em condições de encarar o fogão. Quando terminamos de almoçar meu celular tocou, era Edward e meu coração disparou imediatamente. Coloquei Robert no carrinho, enquanto Nessie assistia a TV e me sentei na escada, atendendo o celular em seguida.
— Alô. – Eu disse e pude ouvir sua respiração profunda do outro lado da linha.
— Oi Bella. – Ele disse. Ouvir sua voz depois da noite longa, fria e solitária que tive era como estar no paraíso.
— Oi. – Respondi.
— Eu só liguei pra saber se posso ir aí pra gente conversar hoje.
— Pode sim, mas tenta vir cedo.
— Eu vou estar aí às oito. – Ele disse. – Depois eu me adianto aqui no trabalho.
— OK. Vou estar te esperando. – Eu disse tentando parecer indiferente.
— Como estão as crianças? – Perguntou.
— Bem.
— Você já contou pra Nessie o que está acontecendo?
— Não, primeiro quero ter certeza do que vai ser, pra depois contar pra ela.
— É, você tem razão. Mas e você?
— Eu o que?
— Está bem?
— Ah Edward... – Eu disse com a voz falhada pelo meu choro que já ameaçava vir novamente. – Claro que não, né?
— Eu sei. – Ele disse como se confessasse algo. – Eu também estou péssimo. Nunca dormi tão mal.
— Eu também.
— Agora eu tenho que ir antes que o meu chefe dê falta de mim.
— Tudo bem. Bom trabalho.
— Obrigado e até mais.
— Até. – Respondi e então ele encerrou a chamada.
Eu até fiquei mais feliz depois da nossa conversa pelo telefone, se ele queria vir, talvez ainda pudéssemos resolver as coisas e então permanecermos juntos. O resto do dia passou arrastado, parecia que tudo conspirava contra o passar do tempo. Quando deu a hora dele chegar, ele entrou em casa e Nessie correu para seu colo.
— Oi papai! – Ela disse feliz. – O senhor tem que ficar um pouco com a mamãe, porque ela está muito tristinha hoje.
— Ah é? – Ele perguntou forçando um sorriso. – Então tá, mamãe e eu vamos conversar, tá bom?
— Huhum.
Edward a colocou no chão e ela foi para seu quarto, brincar com suas bonecas. Deixei o carrinho de Rob junto com ela, pedindo para que qualquer coisa ela viesse nos avisar. Edward e eu subimos e meu coração parecia estar prestes a sair pela boca a qualquer momento.
— E aí? – Perguntei. – Como nós ficamos?
— Eu pensei muito, a noite inteira e o dia inteiro. – Ele disse parecendo triste. Isso não era um bom sinal. – E eu realmente não sei como podemos levar isso a diante sem confiança, por mais que eu tentasse fugir desta conclusão ela meio que corria atrás de mim, martelando na minha cabeça e no meu coração.
— Se coloca um pouco no meu lugar Edward, se eu chegasse mais tarde que o meu horário habitual, te convencesse que era apenas por trabalho e quando você fosse ver, eu estava jantando sozinha com outro homem. Como você se sentiria? Ou melhor, o que você pensaria?
— Antes de tirar qualquer conclusão eu te perguntaria e acreditaria no que você me dissesse, porque eu te amo e eu confio em você.
— Mas infelizmente eu não sou assim, e eu passei a noite em claro tentando chegar a qualquer outra conclusão que não inclua você com ela, mas eu simplesmente não consigo, não dá pra acreditar em você. – Eu disse sincera.
— Em breve você vai saber que eu nunca te trai, mas vai ser tarde, porque quem não vai querer voltar será eu, porque hoje eu vi que não existe confiança da sua parte, e infelizmente ou felizmente, sei lá, a confiança é a base pra qualquer relacionamento. E eu quero que você saiba que... – Edward respirou fundo e as lágrimas que já estavam no canto de seus olhos caíram levemente por sua bochecha. – Eu te amo e sempre vou te amar, incondicionalmente. E não importa quem vá aparecer na minha vida, nunca será você e nunca representará o que você representa pra mim.
— Então é assim? Vamos terminar? – Perguntei sentindo as minhas lágrimas caírem também.
— Sim. – Ele disse olhando para o chão. – A única coisa que eu quero é a guarda de um dos meus filhos. Mais nada, nem mesmo os bens materiais. Não precisamos levar nada aos tribunais, por mim você pode até escolher com qual dos dois deseja ficar, eu só não quero ficar totalmente sem eles.
— Eu acho melhor você morar aqui, pelo menos até a Nessie crescer um pouco, ela não quer ficar longe de você. Ela ama demais nós dois, não vejo como podemos nos separar sem que ela sofra demais, então vamos ir acostumando ela com toda essa situação, depois você vai.
— Tudo bem. Eu fico com o quarto de hóspedes.
— Ótimo. – Respondi.
— Eu vou buscar as minhas coisas na casa dos meus pais, depois eu volto.
— Tudo bem.
Edward saiu e eu me joguei na cama, chorando feito uma louca, e ali fiquei, até baterem na porta.
— Pode entrar. – Eu disse mesmo sem saber quem era.
— Vou fazer algo pra gente comer. Quer? – Edward perguntou.
— Quero sim. – Respondi.
Ele saiu e eu fui ao banheiro, para lavar o rosto e estar apresentável para ir jantar com Nessie e ele. Foi então que vi a calça que Edward estava usando ontem no restaurante, na roupa suja, então me lembrei que ele tinha guardado o papel no qual estava mostrando à mulher ali. Era agora, eu ia saber o que tinha naquele maldito papel, isso se ele não pegou antes de colocar para lavar é claro. Fui até a calça e coloquei a mão em um de seus bolsos, senti o papel e o puxei, em seguida o desdobrando e me surpreendendo ao ver o corpo humano, muito mal desenhado, e o nome de algumas partes, mais algumas fórmulas químicas e várias observações, então isso era um sinal de que ele realmente falava sobre trabalho com ela. Mas é claro que apesar disso me deixar muito mais tranquila, ainda não era o suficiente para me provar nada, então desci até a cozinha e amostrei o papel para ele.
— O que é isso? – Perguntei.
— Onde você pegou? – Edward perguntou parecendo chateado enquanto tomava a folha da minha mão.
— Eu estava separando as roupas pra lavar amanhã e você sabe que sempre checo os bolsos pra ver se não tem nada de valor, então encontrei este papel na sua calça.
— Tudo bem. – Ele disse guardando o papel no bolso do short.
— O que é papai? – Perguntou Nessie que estava ajudando na cozinha.
— É do trabalho do papai, minha princesinha. – Edward disse a pegando no colo.
Eles terminaram de fazer a janta enquanto eu ninava Robert após alimentá-lo. Depois que ele dormiu, eu fui até Edward e Nessie que já me esperavam para comer, nós jantamos e em seguida Edward a levou para dormir enquanto eu lavava a louça, quando terminei, nós subimos juntos, quando chegamos de frente para o nosso quarto eu olhei para Edward que respirou fundo e foi em direção ao de hóspedes.
— Boa noite. – Ele disse.
— Boa noite. – Respondi e entrei em meu quarto em seguida.
Passei a noite em claro novamente, fiquei rolando na cama até dar cinco da manhã, quando o céu já começava a clarear, desci até a sala e surpresa foi a minha ao ver que Edward já estava lá, sentado no sofá, com o netbook em mãos, digitando algo, ele parecia bem empenhado.
— Já está acordado? – Perguntei me sentando ao seu lado. – Por que tão cedo?
— Desacostumei a dormir sem você ao meu lado. – Ele disse sincero.
— Eu também. – Respondi com um leve sorriso.
— O que está escrevendo? – Perguntei tentando olhar, mas ele fechou a tela.
— É só trabalho.
— Hum. – Eu disse pensativa. – Sabe que... Até com olheiras você é lindo.
— Não fala assim não, ou vou pensar que está me paquerando.
— E se eu estiver? – Perguntei erguendo uma sobrancelha e chegando mais perto dele. Edward ofegou, ele parecia estar se controlando.
— Não torne as coisas ainda mais difíceis, por favor.
— Já fazem dois dias que eu estou sem sexo.
— Eu também, esse é mais um dos motivos para você não me provocar.
— Tudo bem. – Eu disse me dando por vencida e olhando para frente.
Não demorou muito para Edward voltar a puxar assunto e a gente começar a conversar novamente, então quando estava quase na hora dele ir, ele foi se arrumar, saindo em seguida. Foi então que percebi que seu netbook estava lá, imediatamente o peguei, só que quando liguei, percebi que precisava de senha. Tentei várias e nada, foi então que finalmente tive a brilhante ideia de tentar o meu nome “Isabella Swan” e então entrou! Eu quase soltei fogos de artifício, agora poderia ver algo sobre esse seu “trabalho”. A foto de papel de parede era uma em que eu estava sentada no sofá de pernas cruzadas, com Robert no meu colo, e Nessie em pé no sofá e me abraçando. Em seus documentos tinham muitas fotos minhas, de Nessie e de Robert, misturadas com as coisas de seu trabalho. Tudo em termos muito técnicos que eu não entendia com clareza, mas o mais recente era um intitulado de “Projeto HIV” Projeto HIV? O que Edward e o trabalho dele tinham a ver com o vírus da AIDS? Claro que ele estudava sobre isso e tal, só que isso não me dizia muita coisa.
— Mamãe. – Disse Nessie chegando ao meu lado.
— Oi meu amor?
— O papai está lá fora e pediu pra eu levar o netbook dele.
— OK. – Eu disse desligando e entregando a ela. – Ah, não fala pra ele que eu estava mexendo hein.
— Pode deixar.
E assim passou mais um dia, arrastadamente e eu nem sabia o que esperar de hoje, o pior de tudo seria ter que vê-lo chegar em casa tarde e não poder falar absolutamente nada. Quando era de noite, coloquei Robert para dormir e fiquei na sala, esperando por Edward chegar, eu soava tão patética! Começou a cair um baita temporal e nada dele chegar, eu estava começando a ficar preocupada. Foi então que ele abriu a porta, enquanto fechava seu guarda chuva.
— Caramba. – Ele disse. – Tá chovendo demais lá fora. O que está fazendo aqui acordada?
— Já tem duas noites que eu não durmo mesmo. – Eu disse num tom indiferente. – Então estou aqui assistindo TV.
— Mas tem TV no nosso... No seu quarto. Por que está assistindo na sala?
— É... – Eu disse pensando em algo para dizer. – O Rob custou pra dormir, então fiquei aqui para o caso dele acordar.
— Mas pra isso existe babá eletrônica. – Edward disse com um sorriso sacana nos lábios. – Fala a verdade, você estava me esperando, não é?
— Claro que não. – Eu disse revirando os olhos e virando para subir para meu quarto.
Edward veio atrás de mim, eu parei de frente para a minha porta, e Edward para a dele, que ficava no final do corredor.
— Boa noite. – Eu disse forçadamente, queria mesmo era chamá-lo para vir dormir comigo.
— Boa noite. – Ele disse no mesmo estado que eu.
Nós entramos em nossos quartos e como já era de se esperar, passei a noite me revirando na cama e sem conseguir dormir novamente. Era engraçado, mas eu já não me sentia mais tão triste, só apreensiva mesmo, porque no fundo eu sabia que tudo se resolveria e logo as coisas voltariam para seus devidos lugares.
Notas finais
Ah, já tivemos uma pista do que pode ser todo esse mistério em torno do trabalho do Ed. Quem já se arrisca em dizer o que é? Aguardando comentários e recomendações. Beijinhos e até ;)
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