A filha do reitor
44 Mais um!
Notas iniciais
Eu passava todos os dias com Nessie, sem desgrudar por nenhum segundo, até a noite, quando Edward chegava e ficava a paparicando, foi assim durante quatro meses, mas tive que voltar a trabalhar, eu queria contratar uma babá, só que minha mãe e Esme não permitiram, já que muitas empregadas batiam nas crianças, então Edward e eu não vimos outra saída senão colocar câmeras em todo o andar de baixo da casa, o segundo andar ficava trancado, e ainda irmos a uma agência confiável de babás e ainda por cima conversar com as duas últimas contratantes da babá que escolhemos. Nessie deu seus primeiros passos com nove meses e disse a primeira palavra no dia seguinte, que foi “mamãe” em seguida olhou para Edward que quase chorava de felicidade por ela estar falando e disse “Papai”. A partir deste dia ela não parava mais de falar, toda vez que Edward ou eu nos afastávamos ela dizia “Vem cá”. Alice adotou uma menina de um ano, Gianna. Nessie e ela brincavam muito e mesmo com tão pouca idade já pareciam se gostar bastante. Com o tempo meu trabalho estava sendo cada vez mais valorizado, e eu podia me dar a alguns luxos, inclusive o de trabalhar menos, eu chegava à tarde e não trabalhava aos fins de semana, era muito bom!
Três anos após o nascimento de Nessie eu já era a primeira da lista anual dos melhores advogados do mundo. Já que não perdi nenhuma causa com todos estes sete anos de carreira. Eu já nem trabalhava mais pra empresa alguma, montei meu próprio escritório, onde chamei Angela e Jéssica para trabalharem comigo. Cada uma de nós tínhamos uma secretária, que nos ajudava com tudo. Só que clientes do mundo inteiro vinham a nossa procura, mas todos preferiam a mim justamente pelo meu título. É claro que eu empurrava a maioria dos meus clientes para elas, garantindo que eram tão boas quanto eu, o que de fato eram. Nos mudamos para uma casa maior e com um quintal bem grande para Nessie correr e brincar à vontade. Tudo estava perfeito, mas Edward e eu queríamos mais um filhinho, então consultamos o médico, fiz todos os exames e tudo ocorria bem, eu tinha tudo para ter uma gravidez saudável, bastava eu parar de tomar as pílulas, e foi o que fiz. E em duas semanas eu já estava grávida, minha mãe disse que eu era muito sortuda já que não era nada fácil engravidar assim. Logo descobrimos que era um menino, Nessie estava extremamente feliz e já pensava em milhões de nomes para seu irmãozinho. Eu já estava com quatro meses, mas a barriga ainda era pequena.
– Eu pensei em Edgar. – Ela disse empolgada. – O que acha mamãe?
– É um belo nome meu amor. – Eu disse sorrindo, apesar de não gostar muito deste nome.
– Ou podia ser Edwin, que combina com o nome do papai.
– Também é muito bonito.
– Como vão os amores da minha vida? – Disse Edward entrando em casa ao chegar do trabalho.
– Papai! – Disse Nessie feliz, correndo até ele e pulando em seu colo.
– Oi minha fadinha. – Disse beijando sua testa. O apelido era pela fantasia de fada que ela simplesmente não tirava mais. – Quantos nomes já escolheu por hoje?
– Muitos. – Respondeu.
– Ah sim, Você sabe que só tem um bebê ali, não é?
– Sei. Eu decido até o dia.
– Tudo bem então. Vamos ali falar com a mamãe e o irmãozinho.
Edward veio até mim e me deu um selinho, em seguida beijou minha barriga.
– Vou tomar um banho e já desço para ficar com os meus amores. – Ele disse colocando Nessie no chão.
Depois do banho ele desceu e ficou assistindo TV conosco, e conversando também. Nessie brincava com Malory, a gatinha persa tigrado que ganhou de natal de Alice. Jantamos e Nessie foi dormir, como de costume. Edward e eu ficávamos assistindo quatro episódios de séries distintas que eram exibidas de segunda a sexta e depois fomos para o quarto, a melhor parte do dia.
– Sabia que a cada dia que passa você fica mais linda pra mim? – Edward perguntou.
– Eu imaginei. – Respondi. – Eu também penso o mesmo de você.
– Eu me sinto um homem tão feliz e realizado que as vezes tenho até medo sabe?
– Medo de que? – Perguntei confusa.
– Eu não sei. Já tem exatamente dez anos que estamos juntos e tirando os seis primeiros meses do nosso relacionamento, o resto foi tão tranquilo e bonito sabe? Às vezes eu acho que tudo foi bom demais pra nunca ter nenhuma intromissão ou empecilho.
– Eu sei como se sente. Às vezes também me sinto assim, mas nossa vida ainda está no começo Edward, bem ou mal, são apenas dez anos, tem tanta gente que está junta há mais de vinte e vive tão bem. Por que não nós?
– Verdade. Tudo que eu preciso é ter a certeza de que minha adorável esposa sempre estará comigo.
– Exatamente. Isso é tudo que preciso também. – Eu disse enquanto me aproximava maliciosamente. – E de um pouco de sexo também.
– Ah é? – Perguntou enquanto beijava meu pescoço. – Isso quer dizer que eu mereço chegar aqui todas as noites e ser recebido desta forma?
– Sim, você merece. Isso e muito mais.
Puxei Edward para mim e o beijei, não demoramos muito para ficarmos completamente nus e sobre a cama. Edward subiu por cima de mim e me penetrou rapidamente, dando estocadas profundas e intensas, ele segurava minha cintura e me beijava enquanto nossos corpos falavam por si.
Era incrível como cada beijo, cada toque, fosse como na primeira vez. Muitos casais dizem que as coisas vão ficando monótonas e sem graça com o passar dos anos, mas o nosso casamento nunca foi nada disso, muito pelo contrário, a cada dia que passava ele se tornava mais especial para nós dois. Depois da vinda de nossa filha então... Tudo mudou para a melhor! Eu nunca imaginei que seria tão realizada em todos os aspectos de minha vida, mas eu consegui esse feitio que poucas pessoas tem o prazer de conseguir.
Quando eu já estava com sete meses e a minha barriga já estava enorme, Alice inventou de ir fazer o enxoval. Fomos nós quatro, Alice, Nessie, Gianna e eu. Andamos bastante por praticamente o shopping inteiro e já tínhamos comprado muita coisa, tanta que teriam que entregar em casa, porque era impossível que levássemos no carro.
No dia do meu parto, ocorreu tudo muito tranquilamente. Eu tive minhas congestões é claro, mas dessa vez foi em pleno domingo, e Edward estava ao meu lado, imediatamente ele me levou para o hospital e dentro de cinco horas nosso filhinho nasceu. Ainda não tínhamos decidido o nome, já que prometemos à Nessie que quem escolheria era ela, que mesmo tendo nove meses para isso, não conseguiu decidir qual seria o nome. Eu já estava há quarenta dias no hospital me recuperando do parto, apenas em observação mesmo. Todos os dias a enfermeira trazia meu filho para que eu o visse e amamentasse. Meu tempo de visitas era curto, então duas semanas após o parto era finalmente o meu dia de alta. A enfermeira trouxe meu filho para que eu o visse. Eu analisava atentamente a cada traço dele, ele tinha os cabelos do pai, os olhos também, na verdade ele era muito parecido com Edward, eu estava até me esforçando para encontrar algo meu ali, mas de certo tinha, seu nariz, era bem parecido com o formato do meu. Observei suas mãozinhas e pezinhos contando os dedos para ver se estava tudo ali, depois olhei dentro de seu shortinho e certo! Estava perfeito. Aquele lindo momento, mãe coruja curtindo seu novo filhinho foi interrompido por alguém batendo à porta.
– Quem é? – Perguntei.
– Sou eu. – Disse Edward.
– E eu. – Agora era Nessie.
– Entrem razões da minha vida. – Eu disse abrindo um enorme sorriso.
Edward abriu a porta e Nessie estava em seu colo com um vestidinho amarelo que a deixava a criatura mais linda deste universo.
– Oi mamãe. – Ela disse. – Cadê meu irmãozinho?
– Está aqui meu anjo. Venha vê-lo.
Edward veio até mim e Nessie ficou olhando admirada para seu irmão, até se esforçou para tocá-lo, ao perceber Edward a colocou sentada na cama, e ela acariciou o rosto do bebê..
– Como vai a mamãe mais linda deste mundo?
– Fraca.
– É uma pena, porque tenho muitas surpresas para ela quando chegarmos em casa. – Disse com um sorriso malicioso.
– Que surpresas papai? – Perguntou.
– Nada importante.
– Mas eu quero saber. – Insistiu e eu estava com vontade de rir agora.
– O papai detesta te deixar curiosa, mas só a mamãe pode saber.
– Por quê?
– Por nada. Sem mais perguntas. – Disse firme e ela o respeitou.
– Mamãe. – Ela disse empolgada.
– Oi anjinho.
– Posso pegar ele no colo?
– Não, ele é muito pequenininho e você também.
– Posso dar um beijinho nele então?
– Sim, isso pode.
Nessie abaixou cuidadosamente e despejou um beijo na bochecha do irmão, Edward e eu olhamos um para o outro e sorrimos com a cena.
– Já decidiu o nome? – Ele perguntou à ela.
– Hum... – Ela disse pensativa olhando para seu rostinho. – Ele tem cara de Robert.
– Robert? – Edward perguntou sorrindo. – Gostei.
– Eu também. – Disse sinceramente. Era um dos únicos nomes que Nessie citou que eu realmente aprovei. – Então é Robert.
Alguém bateu à porta novamente.
– Quem é? – Perguntei.
– Geanne. – Disse com a voz fina do outro lado da porta.
– Entra amor. – Eu disse.
– Eu não alcanço a maçaneta. – Resmungou do outro lado. Edward foi até a porta e abriu. – Obrigada padrinho.
– De nada princesa. – Ele respondeu docemente. – Quer ver o bebê?
– Quero sim. – Respondeu empolgada.
Edward a levantou e a colocou sentada ao lado de Nessie.
– Nossa, ele parece um boneco. – Disse admirada.
– Geanne. – Eu disse. – Onde está a sua mãe?
– Saiu com o papai. Eles foram em uma pousada, passar o fim de semana.
– E você está com quem?
– Com a vovó e o vovô.
– Ah sim.
– Eles te deixaram? – Edward perguntou sorrindo.
– É, disseram que iam ficar um pouco sozinhos. Não sei pra que. Eu acho que não queriam ficar comigo. – Disse olhando para baixo tristinha.
– Não é nada disso anjo. – Eu disse. – É que o papai e a mamãe, precisam resolver algumas coisas sozinhos às vezes. Quando você crescer vai entender isso melhor. Mas não tem nada a ver com eles não quererem ficar com você.
– Tudo bem. – Disse sorrindo. – Madrinha, a Nessie pode ir brincar comigo lá fora?
– Vão na vovó e no vovô e brinquem perto deles, mas só perto deles hein. – Alertei.
– OK. – Disse empolgada.
Edward segurou uma em cada braço e as colocou no chão, em seguida abriu a porta para que saíssem e fechou novamente. Nós conversamos um pouco e a enfermeira chegou em seguida, levando Robert novamente. Edward se sentou na ponta da cama, ao meu lado. Em seguida se abaixou e beijou meus lábios docemente.
– Eu te amo. – Ele disse.
– Eu também te amo.
Ele voltou a me beijar e então já estava em cima da cama, junto comigo, colocando a mão por dentro da minha roupa hospitalar.
– Tá louco? – Perguntei sorrindo.
– Só se for por você.
– Alguém pode entrar e ver.
– Mas essa é a graça. – Disse num tom malicioso.
– Mas e se for a nossa filha?
– Ela tem três anos. Qualquer desculpa esfarrapada que a gente inventar ela acredita.
– Tem certeza?
– Eu tenho. E você?
– OK, vamos logo. – Eu disse meio insegura, mas extremamente excitada.
Edward abriu o fecho éclair da calça e libertou seu membro delicioso, em pouco tempo ele já havia levantado meu roupão hospitalar e começou a acariciar meu clitóris enquanto me penetrava lentamente.
– Sempre tão pronta pra mim. – Murmurou.
Edward começou devagar, mas logo o nosso ritmo foi ficando frenético e o maldito aparelho que mostrava os batimentos cardíacos me entregavam cada vez mais. A situação era exótica, mas extremamente excitante também. Não havia nada melhor do que transar com este homem, o meu marido.
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