A filha do egito e da grécia
16 Raptos E Mortes.
Notas iniciais
P.V ALEXIAS
O velhote ia lança um feitiço em mais rápida e peguei minha adaga e cravei no seu coração no mesmo momento a imagem de uma serpente apareceu e depois desapareceu.
Então você é a garotinha que acha que pode me vencer – disse uma voz horripilante – deixe-me te mostrar o seu futuro seu serzinho petulante.
De repente uma serie de imagens invadirão minha mente, eu ouvi gritos e vi sangue, havia corpos mortos um em cima do outro, cheiro de carne sendo queimada e o céu... O céu estava preto quase opaco, sem nenhuma luz, sem vida. Aproximei-me de vaga e vi meu irmão tendo seu coração arrancado depois outros campistas e finalmente meu pai sendo mutilado nessa hora eu já estava chorando e implorando que ela parasse, que isso acabasse. A imagem mudou agora estava na sala do faraó, aquela do meu primeiro sonho e me vi sendo morta.
Você pode evitar tudo isso – disse. – basta morrer. Basta se entregar...
Então outra imagem invadiu minha mente e vi uma ilha lá tinha todas as pessoas que eu conhecia, tinha meu avô, meu pai alegre pescando e meu irmão rindo com ele, Hugo ainda com os 12 anos mais está vivendo, os Kanes fazendo magia, eu estava quase aceitando quando eu percebi que eles estavam em uma ilha e o resto do mundo mergulhado em caos e escuridão e eu ouvi um som bem distante parecido com um pedido de socorro.
Basta aceita e todos que você ama ficaram bem – disse a voz horripilante por um momento pareci tentada a aceita novamente mais sabia que se fizesse isso meu irmão, Hugo, meu pai e amigos nunca me perdoariam, eu não me perdoaria.
Foi então que eu fiz o impensável, fechei os olhos e pensei no resto do mundo de como eu seria egoísta.
Não. – eu disse.
Sua idiota! – gritou e a imagem de Apófis apareceu tentando me matar.
Pensei em Akhesa no seu poder, no meu poder, pensei na minha família e foi então que eu senti, eu não era mais Alexias Drummond, eu era a Deusa esquecida e iria mata-la nem que custasse minha vida.
Acha mesmo que pode me vencer? – disse rindo mais eu não me abalei.
Sei que não posso te vencer – uma varinha apareceu na minha mão e senti o poder de Akhesa corre por minhas veias – mais posso tentar. – disse sorrindo.
Corri em sua direção e comecei a lutar, foi então que percebi que não estava mais com a bermuda e a blusa do acampamento mais sim com uma armadura prateada(não aquela da idade media mais uma leve perfeita para minhas curvas femininas e busto).
Quem é você? – perguntou mudando de forma e aparecendo uma mulher loira com uma cara diabólica toda vestida de preto.
Uma garotinha insignificante – disse pegando novamente minha lança e fazendo um corte no braço dela mais logo desapareceu. – uma garotinha que irá te derrubar.
Hoje não mais em breve e logo todos que ama considere isso uma promessa – disse desaparecendo e tudo que consegui fazer foi gritar pela dor forte na minha barriga principalmente na marca.
Minha visão ficou embasada e cai. Eu podia sentir o poder saindo.
P.V PERCY
Os magos deram de loucos e começaram a nós atacar e tudo que conseguíamos fazer era nós proteger. Pensei que um fosse atingir Annabeth e foi ajuda-la.
– Agora – gritou o mago em inglês, era um homem robusto com um cavanhaque e leve sotaque russo, então do nada Annabeth começou me atacar.
– o que você está fazendo? – perguntei em choque tudo que conseguia era desviar.
– Brincando um pouco com ela – disse uma voz sombria no lugar da de Annabeth e passando a mão pelo seu corpo. – Perseu Jackson o grande herói do olimpo o que irá fazer – disse pegando a adaga e colocando no seu pescoço. – sua cara é impagável mais é realmente uma pena... – mais ela não terminou um grito a interrompeu o grito da minha irmã, logo procurei como um desesperado e a vi deitada no chão se contorcendo, eu queria correr até lá mais também tinha a Annabeth.
– Caros meios-sangues junta-se a mim ou morreram – disse uma voz sombria [N/A: tirei a ideia do Harry Potter] – isso foi apenas um pequeno aviso do que vira – e der repente todos os magos sumiram incluído Annabeth.
O desespero me tomou eu a amava mais corri na direção da minha irmã.
– Não, por favor, não! – ficava murmurando o tempo todo enquanto se contorcia e vi sangue na sua barriga saindo da marca, ela estava tendo alucinações.
Ela estava morrendo.
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