P.V ALEXIAS

– Que DROGA é essa? a pessoa não tem nem mais direito a ter sonhos não! – berrei e percebi que fora Percy que me acordou. – droga desculpa mais que foi?

Ele me olhou assustado eu sabia que não era culpa dele mais eu estava tão bom lá com aquele estranho, já tinha até aceitado as direções que o sonho tomava e ai vem o Percy e acaba com tudo. Me traz de volta a razão, mais eu nunca quis tanto esquecer a razão como agora.

– Oook isso foi estranho, mais os Kanes estão ai – disse e o olhei com cara de “e eu com isso” – praticamente todos os campistas querem mata-los.

– O que? Por que? – eu disse confusa.

– Egípcios loucos nos atacando explica alguma coisa – explicou como se estivesse falando com uma criança. – e eles querem falar com você mais Alexia não acho uma boa ideia.

– Relaxa cabeça de alga – disse me levantando e indo até o banheiro para me trocar [NA: sim na minha fic o chalé de Poseidon tem banheiro como a Alexias ia sobreviver se não tivesse], terminei minhas prioridades matinais.

– Serio precisava demora um ano – disse me olhando sentado na minha cama.

– Eu estava tentando me acalmar a água faz isso pelo menos fazia – eu disse a última parte baixinho e olhei pra ele ainda tensa pelos últimos acontecimentos. Percy pareceu compreender o que eu estava dizendo por que veio me abraçar.

– Sei que não posso proteger você como deveria mais queria te dizer que você é a melhor irmã do mundo – disse finalmente me soltando.

– Como sabe sou a única – disse sorrindo. – agora vamos logo tenho que salvar a pele dos meus conterrâneos.

Chegamos à divisa do acampamento e vi Sadie e Carter quase sendo esfaqueados pela Clarisse.

– Certo, Clarisse eu sei como você quer tortura-los até o ultimo sopro de vida deles mais vai ter que marca outro dia. – eu disse me aproximando mais ela me ignorou ia da um tapa na Saide eu me meti na frente das duas. – Clarisse eu juro que se você encosta neles não irá sobra nada seu pra conta história – disse de maneira sombria a assustando.

– só dessa vez Drummond – [NA: Drummond é o sobrenome da Alexias] disse saindo pisando duro e eu fiz uma careta Clarisse nunca mudaria. Uma vez encrenqueira sempre encrenqueira.

– Bom digam o que querem e caiam fora – disse seria.

– Mais que recepção em – falou Saide.

– Mais você nos ajudou e... – começou Carter.

– Isso foi antes de vocês tentarem invadir o acampamento.

– O que nós não tentamos. – se defendeu Sadie.

– serio então tente explicar isso a os campistas feridos – Percy gritou – e a minha namorada que desapareceu e nem sei se está viva – disse com lágrimas prestes a cair dos olhos e foi embora.

– Foi Apófis – suspirei cansada às vezes queria joga tudo pro alto e deixar ela vencer de uma vez. – ela mandou um aviso para ficar longe de vocês não podia dizer isso na frente do Percy – olhei para os lados.

– Temos que ir a uma missão para descobrir sobre a sombra da serpente, sombra de um deus... – disse Carter.

– Eu sei que o que é uma sombra e que é possível que ela tenha uma – eu franzi a testa. – mais o que me intriga é o que eu tenho haver com isso? Além de uma profecia mortífera.

– A profecia fala sobre você e se Apófis uniu forças com Gaia... – Carter não completou clara a maldita profecia com a data de validade da minha insignificante vida.

– Venha com a gente?

– Nunca deixariam – eu disse.

– O PELO AMOR DE DEUS VOCÊ É EGÍPCIA TAMBÉM e desde quando segue as regras? – gritou Saide e Carter me olhou confuso e depois veio a compreensão, droga Saide era pra ninguém saber.

– então é por isso que você sabe tanto e nos ajudou. – ele não perguntou apenas afirmou.

– Venha?! – implorou Sadie.

Respirei fundo e pensei em que Hugo me disse “nunca esqueça quem você é”

– Certo eu vou mais tem que ser agora. – droga eu vou me arrepender disso.

Mais não foi a primeira e com certeza não será a ultima que irei fugir.

Irei fugir a até conseguir encontrar o meu lugar. Irei embora até sentir tanta falta das pessoas que deixei para traz e voltar.

Chegamos ao Brooklyn. A nossa frente havia um terreno industrial ocupado por pilhas de restos de metal e por equipamento de construção abandonado e no centro disso tudo perto da água, erguia-se um galpão imenso, uma fábrica coberta de pichações e com janelas quebradas mais quando ia pergunta onde estava à mansão que eles me falaram olhei pra cima e vi no topo do edifício uma mansão de cinco andares como uma camada de bolo.

– Incrível – disse enquanto eles me arrastavam pra dentro.

– O que diremos sobre você? – perguntou Carter.

– Que me encontraram e resolveram me ensina magia – disse dando de ombros a enorme escada de metal que subia em caracol pela lateral do galpão até a mansão no telhado. – e principalmente nunca falar que eu sou uma semideusa e, por favor, sem perguntas.

– ok – disseram e eu me permiti relaxar.

P.V SAIDE

– Bem vinda ao vigésimo primeiro nomo. – disse Carter parecendo um guia turístico enquanto abria a porta. – nomo, n-o-m-o. Para delimitar uma área, uma região.

– Carter eu sei disso desde os três anos de idade – Alexias disse com cara de tédio e tive que rir da cara de professor derrotado do Carter. — sem querer ofender eu sei o básico e um pouquinho mais – disse dando um sorriso sem graça. – só preciso treinar um pouco os meus feitiços – e Carter assentiu em quanto aparecia na porta com o resto do pessoal e Zia e Vovô Rá.

P.V ALEXIAS

Carter ficou babando por uma garota que estava vestida de linho egípcio da cor vinho e devo admitir ela era bonita mais o que me chamou atenção foi um idoso comendo cupcake algo em seu olhar me era familiar, algo doce. Algo intenso, como se quisesse compartilhar um segredo comigo.

Eu já tinha visto aquele olhar antes mais onde?

Notas finais
O que acharam? comentem e façam uma pequena autora feliz.